<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397</id><updated>2011-09-02T04:49:23.247-07:00</updated><category term='Festa do Divino'/><category term='Anhembi'/><category term='música dança Jussara Sansigolo'/><category term='Distrito de Laras'/><category term='Fé'/><category term='flamenco'/><category term='Santa Vida Profana Teatro Piracicaba Jovem Werther Rodrigo Polla'/><category term='Espírito Santo'/><category term='Cururu Piracicaba canto repentista música Craveiro Cravinho Nhô Serra'/><title type='text'>BLOG OALLEONI</title><subtitle type='html'>Dedicado à manutenção de tradições populares, divulgação de Piracicaba, contos e recordações do autor.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>26</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397.post-6159225761488154583</id><published>2011-07-14T05:30:00.000-07:00</published><updated>2011-07-14T06:03:57.157-07:00</updated><title type='text'>Crônica da Não Desesperança</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Crônica da Não Desesperança&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ou&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O Raiar de Aquárius&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“zizaniae concórdia fit perfectum”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- Start of Globel Code --&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.free-counters.co.uk/" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img title="Free Counters" border="0" alt="Free Counters" src="http://005.free-counters.co.uk/count-007.pl?count=oli33&amp;amp;type=links&amp;amp;prog=hit" width="150" height="26" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;noscript&gt;&lt;/noscript&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- End of Globel Code --&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um dia em que subitamente despertamos com certa lucidez, como se fosse depois de uma longa e contínua embriaguez que se prolongou por anos e anos a fio, como se fosse de um longo e ininterrupto pesadelo quase sem fim, ou longa caminhada onde éramos impelidos a andar continuamente, sem o mínimo descanso. Talvez quiçá fossem estas, formas do homem estar temporalmente atrelado à ignorância, ao envolvimento pelos longos braços em um contínuo amplexo do próprio fio do destino...&lt;br /&gt;Acordamos estranhamente sóbrios, e espantados olhamos à nossa volta, observando novas realidades, fatos que antes atravessávamos em total nulidade, e agora conseguimos tomar consciência, boquiabertos, vivenciar verdades que antes ignorávamos, fossem por mero prazer, por um egoísmo asceta ou processo de fuga à realidade, por simples comodismo deixando as verdades inalienáveis desprezadas e ignoradas em alguma aresta perdida e imersa em penumbra, para não dizer, o próprio negrume do prolongado ocaso da era pisciana.&lt;br /&gt;A este mecanismo de fuga poderíamos associar uma vida envolta em trabalhos, na fútil e contínua sensação de imortalidade do âmago pessoal (“todos morrem, menos eu”), que o amanhã nunca nos negará a possibilidade de aflorar uma brecha milagrosa...&lt;br /&gt;Também poderíamos utilizar como justificativa o eterno buscar do impossível, senão o total desprendimento para obras atinentes a si mesma. Mas, sem dúvidas, o objetivo inalienável, quiçá fútil por um lado ou mesmo beirando as raias do inacessível por outro, constituem-se em mecanismos de mera desculpa para eclipsar a realidade total, oculta que se torna, e inatingível frente à mesquinhez humana. Podem eles também serem manifestações de objetivos inconscientes ou maquinações para eventuais fins escusos.&lt;br /&gt;Eis que um dia, como num descorticar dos bulbos aliáceos, arredada todas suas camadas, ao atingirmos ao seu núcleo, vemos relampejar a total consciência desta nova realidade interior, que subitamente se torna pulsante e vívida, que deverá ser erguida e cultuada, e nos conscientizamos que por toda uma vida, bem ou mal erigida, realmente sua negação nada mais foi que uma vil desculpa para justificarmos uma existência onde, se fatos vitoriosos foram realizados, estes eventuais sucessos foram atingidos não por um real “modus moventi”, mas sim fundamentado em mera desculpa ou falsidade existencial. Realmente, tudo não passou de doces sonhos de verão ou, melhor dizendo, castelos de areia edificados sob a borrasca...&lt;br /&gt;É chegado então o momento que, dentro das realizações pessoais executadas, de se avaliar o que realmente possui endosso de uma objetividade consciente maior, com o afã de se edificar sedimentado em um leito sólido e curso construtivo, racional e lógico para o todo; e de outro lado, e o que foi levantado sobre as oportunidades ofertadas que pudessem ter caráter demeritório.&lt;br /&gt;É neste ponto que realmente tomamos ciência de até onde caminhamos dentro dos objetivos, entre outros, dos enraizados pela fé, verdade, pela fraternidade, justiça e legalidade, sempre com o intuito de erigir algo que tenda a ser imperecível, que seja benfazejo para o homem (para não dizer todos os seres viventes), ou qualquer outro valor evolutivo superior.&lt;br /&gt;Se de um lado esta necessidade de se ofertar aos menos favorecidos constituiria uma necessidade inalienável, de outro lado, a importância deste fato não vir a ser caracterizado como sendo manifestação de tendências ideológicas é conceito fundamental para poder manter integridade e objetividade das metas.&lt;br /&gt;Se algumas vezes alguns ousaram chegar a agatanhar este ponto pensando em utilizá-los como trampolim para algo que ambicionavam, seguramente virão a ser vilmente desmascarados, pois na mendacidade que ocultavam seus reais e escusos propósitos, nunca poderiam vir a eclipsar o altruísmo abnegado que é necessário fluir do interior para se atingir estes objetivos.&lt;br /&gt;Em rápido vislumbre sobre a existência humana, passaram e irão passar os mais diversos tipos de burlas, das mais requintadas até as mais grosseiras ações visando ao usufruto pessoal ou grupal. Serão sempre expostas. Não posso deixar de esquecer a célebre frase dizendo que “pode-se enganar alguns por todo o tempo, enganar muitos por algum tempo, mas não se pode enganar todos por todo o tempo.” (Lincoln, em 1864)&lt;br /&gt;Sobre eventuais desvios passageiros, temos de tentar observar se estes atos não seriam meras aprendizagens existenciais (desde que não contínuos e prolongados) que todo o ser racional pode ser submetido, desde que sejam eles reconhecidos e corrigidos, e que foge das considerações anteriores.&lt;br /&gt;Quando o ser humano atingir o ponto entre miríade de normas, onde possa se doar, dividir os frutos acumulados de toda sua sapiência de forma altruísta e global, e em contrapartida haja quem esteja disposto a absorver estes fatos, sem haver nenhum fim escuso que sorrateiramente se manifeste; que fale a mesma língua, que tenha os mesmos objetivos e metas, quando souber praticar a tolerância, quando abnegar a toda e qualquer violência, quando beirar a este ponto às raias da utopia, então saberemos que realmente chegou a era de Aquárius.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Notas conceituais:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A Era de Aquarius, que se iniciará por volta de século XXII e seguindo-se à presente Era de Pisces, é um período de tempo na astrologia. Essa era ocorrerá quando o Sol, no dia do equinócio da primavera, nascer a frente da Constelação de Aquário, sendo que atualmente o Sol nasce na Constelação de Peixes. A cada 2160 anos o Sol, no dia do equinócio da primavera, nasce a frente de uma constelação diferente. Alguns consideram que este tempo é variavel de uma para outra constelacão, visto possuírem diferentes tamanhos.&lt;br /&gt;Alguns responsabilizam a influência de Aquárius (orbe de influência) ao desenvolvimento acelerado ocorrido no século XX (tanto na área individual, social, científica e tecnológica).&lt;br /&gt;Existe por alguns, certa intuição que Aquárius será uma era de fraternidade universal baseada na razão.&lt;br /&gt;A visão cristã ortodoxa vê a nova era como a do domínio do anticristo, onde a Terra estaria fora de uma influência cristã (Era de Pisces), e por isso seria uma era de enganos onde o mal seria encarnado e dominaria por certo tempo.&lt;br /&gt;A visão cristã esotérica acredita que Aquárius proporcionará à maioria dos seres humanos a descoberta, a verdadeira vivência e o real conhecimento dos ensinamentos Cristãos mais profundos e interiores.&lt;br /&gt;Outros consideram estas épocas despidas de qualquer valor, visto estarem embasadas em ensinamentos astrológicos, sem valor científico nenhum. Mas não poderíamos deixar de citá-los, visto seu aspécto histórico.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Outras vertentes:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Segundo a teoria original de Vladimir Ivanovich Vernadsky (1863-1945), os estádios evolucionais seriam a geosfera (referência à matéria inanimada), a biosfera (surgimento da vida biológica) e por fim a noosfera (onde a cognição humana cria novos recursos que impelem a humanidade para novos rumos). Segundo ele, a noosfera surgiria no ponto em que a humanidade, através do domínio dos processos nucleares, começasse a gerar recursos através da transmutação dos elementos.&lt;br /&gt;Já Pierre Teilhard de Chardin (1881-1955) cita os estágios evolutivos do universo (cosmogênese, biogênese, antropogênese, noogênese e cristogênese) e por final o ponto ômega, na qual a história (e o próprio homem, arrastado por estes ciclos) acaba por desembocar na eternidade.&lt;br /&gt;A conceituação do ponto ômega seria o tempo quando ocorreria uma total e completa evolução humana, com todos os aspectos sociais, culturais e científicos plenamente desenvolvidos, e ainda conjugados a um estado de raciocínio, consciência e inteligência coletiva plenas, onde não haveria o mal, e todas elas em plena comunhão com o próprio Criador.&lt;br /&gt;Para outros, seria ele meramente um fator utópico.&lt;br /&gt;Se realmente existe este ponto, como coadunar a sua presença com o futuro do homem? Sofrerá ele uma transfiguração ou transmutação para poder tornar-se transcendental? Como coadunar as conseqüências do ponto ômega com a ciência e o universo? E com Deus?&lt;br /&gt;Todas estas respostas situam-se no limite do imponderável, mas filosoficamente e teologicamente não devem ser considerados como fatos secundários, porque o pensamento puro não deixa de ser uma alavanca para o futuro.&lt;br /&gt;Como encerramento destas divagações filosóficas, teríamos até a ousadia de aventar se realmente a Era de Aquárius não seria o próprio início da noosfera, o trampolim para o ponto ômega?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Nota do Autor:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Estas divagações filosóficas e teosóficas são abordadas com o objetivo de exercício à reflexão da evolução da humanidade.&lt;br /&gt;Também tem como meta incentivar a lembrança do nome de grandes pensadores, filósofos e teólogos.&lt;br /&gt;Seguramente, a rememoração de alguns termos aqui utilizados bem como destes cientistas, poderão servir para meditação, bem como estimularem a revisão pessoal do assunto, e o recordar de muitos outros mestres desta linha de pensamento.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Glossário:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Imponderável : que ou aquilo que não pode ser calculado, nem previsto, mas cujo efeito pode ser determinante.&lt;br /&gt;Transfiguração: ato ou efeito de transfigurar(-se); transformação, metamorfose, alteração da figura, das feições, da forma.&lt;br /&gt;Transmutação: ato ou efeito de transmutar(-se); transmudação, transmudamento, formação de uma nova espécie através do acúmulo progressivo de mutações na espécie original.&lt;br /&gt;Transcendental: (no sentido de transcendente) que está acima das idéias e conhecimentos ordinários, na metafísica, esp. a neoplatônica e a escolástica, diz-se do ser ou princípio divino que, em sua perfeição e poder absolutos, está situado além da realidade sensível.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3696392869880246397-6159225761488154583?l=oalleoni.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/6159225761488154583/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3696392869880246397&amp;postID=6159225761488154583&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/6159225761488154583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/6159225761488154583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/2011/07/cronica-da-nao-desesperanca.html' title='Crônica da Não Desesperança'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397.post-7453938163853524309</id><published>2011-06-17T16:46:00.000-07:00</published><updated>2011-06-17T17:58:46.391-07:00</updated><title type='text'>A você, V. S. E.</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.free-counters.co.uk/" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img title="Free Counters" border="0" alt="Free Counters" src="http://005.free-counters.co.uk/count-083.pl?count=oli31&amp;amp;type=links&amp;amp;prog=hit" width="150" height="26" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;noscript&gt;&lt;/noscript&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em memória a V. S. E. (1948-2006)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este texto foi organizado em lembrança e rememoração a uma pessoa, que neste ano de 2011 completa-se cinco anos de sua ausência. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não cabe a nós discutirmos os designos do Todo Poderoso, mas ela nos abandonou muito cedo e de forma totalmente inesperada. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com suas formas perfeitas, delicadeza de &lt;em&gt;biscuit&lt;/em&gt;, sempre necessitando proteção para manter sua integridade, foi lançada ao mundo com dois rebentos. Como leoa, brigou sozinha com todos e tudo para ver sua descendência sobreviver. Como profissional fazia de seu suor e traições que era vítima, a vivência contrastante e uníssona entre o pânico e o sossego, o sucesso e a decepção para manter as metas de cada dia. Vivia às raias da alienação, percorrendo esta torpe trilha de fio da navalha.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, não mais que de repente, fraqueja. Como dentro de um simples baforar, esta pequena e delicada nuvem de fumaça mediu forças com uma brisa um pouco mais forte, tomou as mais diversas formas e por fim acabou por esvanecer-se. Das formas graciosas, delicadas, dos movimentos sutis, tudo foi sendo dilacerado e nada mais restou que uma lembrança perdida no infinito de nossa memória... &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Seu nome é preferível sepultado a ser reavivado. Sepulto, estará resguardada na sua privaciade, e sempre poderá despertar alguma curiosidade. Reavivado, seria mais um entre a miríade existente... &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De seu caderno, restaram frases, algumas de sua autoria, outras não sei de quem. Seja de quem for, fazem um esboço de seu sentir e existir em sua breve passagem... &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Apenas gostaríamos de relembrar o doce toque e ternura de sua presença...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um dia...&lt;br /&gt;Chega um ainda em que não se diz mais: Meu Deus!!!&lt;br /&gt;É o dia em que se deixa cair a cabeça, tanto é o cansaço! É o dia em que nossa estrada é mais deserta, e o deserto de nossa solidão, maior! É o dia em que o infinito se nos assemelha mais longe, mais perdido em horizontes desfeitos! É o dia de total indiferença e insensibilidade, tal o efeito da dor! É o dia em que nosso sangue tem o sabor ocre da derrota! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Deixo meus olhos pousarem sobre a enorme fadiga de meus pés, desfeitos de palmilharem o nada. Deixo abater-me ante o peso da indiferença. Hoje, somente hoje, quero ser fraca. Amanhã, talvez, levante o rosto e continue o absurdo dessa ida sem retorno. Mas agora, não. Nunca. Jamais...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;XXXXX&lt;br /&gt;Queria ter o sol nas mãos, para tecer com seus raios uma rede de luz, onde descansaria meus pensamentos tristes. E nessa rede ilusória, deixaria que meus olhos cansassem de ver estrelas cintilantes de longínquas felicidades.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;XXXXX&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deus, concede-me a serenidade&lt;br /&gt;Para aceitar as coisas que não posso mudar&lt;br /&gt;A coragem de mudar as coisas que posso&lt;br /&gt;E a sabedoria para saber a diferença&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;XXXXX&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando vires uma estrela, siga-a&lt;br /&gt;Nem que ela leve-a a um pântano&lt;br /&gt;Pois se assim não o fizer&lt;br /&gt;Sempre pensarás que ela era&lt;br /&gt;A sua estrela.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;XXXXX&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É belo impor a lei&lt;br /&gt;Mas recebe-la é um ultraje&lt;br /&gt;Não gosto de obedecer senão a mim&lt;br /&gt;O desprezo é a arma do sábio&lt;br /&gt;O esquecimento de uma ofensa&lt;br /&gt;Revela o grande coração&lt;br /&gt;O vencedor que perdoa&lt;br /&gt;É duas vezes vencedor&lt;br /&gt;(Petronius)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;XXXXX&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Triste este mar de solidão&lt;br /&gt;Mundo tenebroso de isolamento&lt;br /&gt;Onde não há comunicação&lt;br /&gt;Onde se perde toda a beleza&lt;br /&gt;Da conjunção... &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A mendacidade impera, e irradiamos felicidade&lt;br /&gt;Dentro dela somos belo amantes e amados&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Somos vivoss, vívidos e lúcidos&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Somos seres únicos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo é perene, por mais autêntico que seja,&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo é longo e antes de tudo, tão breve...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo é tão agressivo, mas essencialmente delicado,&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas beleza e recordação, para sempre permanecem vívidas...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Que os anjos a embalem em seu sono e sonhos, e Deus lhe dê o merecido repouso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3696392869880246397-7453938163853524309?l=oalleoni.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/7453938163853524309/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3696392869880246397&amp;postID=7453938163853524309&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/7453938163853524309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/7453938163853524309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/2011/06/voce-vmse.html' title='A você, V. S. E.'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397.post-8376041758986908455</id><published>2011-05-10T18:46:00.000-07:00</published><updated>2011-05-10T19:15:53.486-07:00</updated><title type='text'>O HOMEM AO PÉ DA CRUZ</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.free-counters.co.uk/" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img title="Free Counters" border="0" alt="Free Counters" src="http://005.free-counters.co.uk/count-085.pl?count=oli26&amp;amp;type=links&amp;amp;prog=hit" width="150" height="26" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;noscript&gt;&lt;/noscript&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-TYapSDttCfc/Tcnrm2E23uI/AAAAAAAABC4/EQMC9p_Nk_k/s1600/DSC03337x.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 115px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5605270263822737122" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-TYapSDttCfc/Tcnrm2E23uI/AAAAAAAABC4/EQMC9p_Nk_k/s200/DSC03337x.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Diz o ditado: a árvore que se dobra, o vento não quebra”. Mas eu digo que não há homem que não se dobre, de uma forma ou outra. Infeliz daquele que pretende fazer o oposto... &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-GPkG-yHuYdo/Tcnr0eBsyBI/AAAAAAAABDA/dB_Sd3tbtUU/s1600/DSC03333%2Bx.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 154px; FLOAT: right; HEIGHT: 302px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5605270497885210642" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-GPkG-yHuYdo/Tcnr0eBsyBI/AAAAAAAABDA/dB_Sd3tbtUU/s200/DSC03333%2Bx.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Entregue aos seus problemas, obrigações dos mais diversos tipos, se submete aos mais diversos trabalhos, que realmente chegam a ser verdadeiras aventuras. Nestes momentos, em que se encontra unicamente consigo mesmo, mergulhado de um lado dentro da responsabilidade do ato e de outro da arriscada aventura ao cumprir as metas propostas, não pode deixar de estender as mãos para cima e, inconscientemente implorar pelo perdão dos pecados e pelo sucesso da missão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Disto então surge a confiança e a fé que, desde que obedeça sempre aos preceitos básicos, sempre estará amparado pelos braços de Deus... &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Catedral de Piracicaba&lt;br /&gt;11 hs de 10/05/2011 &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3696392869880246397-8376041758986908455?l=oalleoni.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/8376041758986908455/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3696392869880246397&amp;postID=8376041758986908455&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/8376041758986908455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/8376041758986908455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/2011/05/o-homem-ao-pe-da-cruz.html' title='&lt;strong&gt;O HOMEM AO PÉ DA CRUZ&lt;/strong&gt;'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-TYapSDttCfc/Tcnrm2E23uI/AAAAAAAABC4/EQMC9p_Nk_k/s72-c/DSC03337x.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397.post-4582014988750208248</id><published>2011-04-16T17:59:00.000-07:00</published><updated>2011-04-16T18:19:47.821-07:00</updated><title type='text'>Considerações sobre Liberdade</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.digits.com" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt;    &lt;img src="http://counter.digits.com/?counter={c7039010-1f7c-d5f4-1dcc-dd77da28767a}&amp;template=simple" &lt;br /&gt;     alt="Hit Counter by Digits" border="0"  /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que é liberdade? As respostas são múltiplas, como conjunto de direitos reconhecidos ao indivíduo, considerado isoladamente ou em grupo, em face da autoridade política e perante o Estado; poder que tem o cidadão de exercer a sua vontade dentro dos limites que lhe faculta a lei. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas pode ser conceituado também como condição daquele que não se acha submetido a qualquer força constrangedora física ou moral, condição daquele que não é cativo ou que não é propriedade de outrem. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É a possibilidade que tem o indivíduo de exprimir-se de acordo com sua vontade, sua consciência, sua natureza. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No kantismo bergsonismo ou existencialismo sartriano, a potencialidade (nem sempre concretizada) de escolha autônoma, independente de quaisquer condições e limites, por meio da qual o ser humano realiza a plena autodeterminação, constituindo a si mesmo e ao mundo que o cerca. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No estocismo, spinozismo ou no idealismo alemão, a capacidade inerente à ordem cósmica, tb. concebida como natureza, universo ou realidade absoluta, de existir com autonomia e autodeterminação ilimitadas, que corresponde a um poder semelhante alcançável pelos seres humanos, desde que consigam agir e pensar como parte dessa realidade primordial e abrangente, harmonizando-se conscientemente com seus desígnios. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No marxismo, a aptidão por meio da qual as coletividades ou classes, compreendendo a necessidade das leis da natureza e os condicionamentos que pesam sobre a história universal, transformam o real, com o objetivo de satisfazer suas necessidades materiais e determinar a organização geral da sociedade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No empirismo e utilitarismo, a capacidade individual de autodeterminação, caracterizada por compatibilizar autonomia e livre-arbítrio com os múltiplos condicionamentos naturais, psicológicos ou sociais que impõem predisposições ao agir humano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Talvez o melhor livro que fale sobre liberdade tenha sido escrito, Liberdade, Liberdade, por Millôr Fernandes e Flávio Rangel, em 1965.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quem desconhece o texto, poderá obtê-lo em &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www2.uol.com.br/millor/teatro/index.htm"&gt;http://www2.uol.com.br/millor/teatro/index.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;e procurar por Liberdade, Liberdade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O intuito em escrever estas linhas é relembrar de um velho livro chamado Spartacus, escrito por Howard Fast, que foi o fundamento do filme com o mesmo nome, de Stanley Kubrick. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neste livro evoca-se a luta pela liberdade, por um gladiador denominado Spartacus, (120 aC 70 aC), de origem Trácia, lider da revolta de escravos da Roma antiga, conhecida como a Terceira Guerra Servil, Guerra dos escravos ou dos gladiadores, que comandou a revolta de um exército rebelde com quase 100 mil ex-escravos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Agora encontramos uma letra que não deixa de ser um Hino à Liberdade, em um espetáculo em exibição na França, com o mesmo nome.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tomamos a liberdade de traduzir a letra de duas músicas, para que sejam devidamente avaliadas, e anexamos também o endereço em que as mesmas poderão ser vistas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://youtu.be/qFADJkeR27M"&gt;http://youtu.be/qFADJkeR27M&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enquanto houver homens quebrados e desprezados&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enquanto existirem correntes, chicotes, as prisões&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Voltarei &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu serei milhões &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Voltarei &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu sou a tempestade &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Independentemente da época, do local do planeta &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Da cor da terra &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Embora sempre acabe em derrota &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mesmo que seja eu quem perca &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enquanto houver homens dobrados e humilhados &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enquanto houver minas, campos de algodão &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Voltarei &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu serei milhões &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Voltarei &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu serei sua coragem &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu serei sua revolta e eu serei a sua raiva &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Toda criança que chora &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Embora sempre termine em derramamento de sangue &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mesmo que seja eu quem morra, &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enquanto houver homens intimidados, oprimidos &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enquanto existirem correntes, grades de mordaças &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Voltarei &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sob os olhos de cima &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu serei o fogo, morte e a dor &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Até que haja o medo de mim &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mesmo que os rebeldes ditadores &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mesmo que seja eu quem reina &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enquanto houver homens quebrados, desprezados &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enquanto existirem correntes, chicotes, prisões &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Voltarei &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu serei milhões &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Voltarei &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;------------------------------- &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://youtu.be/MxbwqpTA1gY"&gt;http://youtu.be/MxbwqpTA1gY&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu sou forte &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Isso é muito &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando se tem apenas &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alento para viver &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É dado a alguém &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pai, onde estás? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Perdido &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A terra é vermelha &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E meus lábios estão se movendo &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No entanto, &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Você disse: "Seja forte" &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Você disse: "eu espero " &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desconhecido &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pai &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Onde você está? Pai, onde estás? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Perdido? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesta vida de cadeias &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Feridas e dores &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Insultos &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Você disse: "Seja duro" &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Você disse: "seja orgulhoso" &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Onde você está? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu espero por mais Eu não vou embora &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando se tem apenas &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alento para viver &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dá-me... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3696392869880246397-4582014988750208248?l=oalleoni.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/4582014988750208248/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3696392869880246397&amp;postID=4582014988750208248&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/4582014988750208248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/4582014988750208248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/2011/04/consideracoes-sobre-liberdade.html' title='&lt;strong&gt;Considerações sobre Liberdade&lt;/strong&gt;'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397.post-7760126242775740961</id><published>2011-04-07T20:22:00.000-07:00</published><updated>2011-04-08T14:21:19.704-07:00</updated><title type='text'>RECORDAÇÕES DE MINHA INFÂNCIA 6</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.digits.com/" target="_blank"&gt; &lt;img border="0" alt="Hit Counter by Digits" src="http://counter.digits.com/?counter={ea830013-9565-05b4-0d96-bf5d245c18bf}&amp;amp;template=simple" /&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-rrkqa_6Ta3M/TZ9jctPCWRI/AAAAAAAABAY/8AQi0gv5UY4/s1600/Grota.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 130px; FLOAT: left; HEIGHT: 166px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5593298607047596306" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-rrkqa_6Ta3M/TZ9jctPCWRI/AAAAAAAABAY/8AQi0gv5UY4/s200/Grota.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Minha infância sempre foi e ainda é recordada com prazer. O período em que morei no sítio, quando tinha meus quatro, cinco anos foi cheio de aventuras, como explorar uma grota que situava-se perto de casa. Era um local encantado, altas paredes laterais, com samambaias gigantes lado a lado, paredes de piçarra amarelo-avermelhada, da melhor qualidade para fazer minhas modelagens de moleque. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-53hQaBiOsNM/TZ9jqngWUfI/AAAAAAAABAg/aT9803Xs55Q/s1600/sac%25C3%25AD.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 115px; FLOAT: right; HEIGHT: 149px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5593298846027764210" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-53hQaBiOsNM/TZ9jqngWUfI/AAAAAAAABAg/aT9803Xs55Q/s200/sac%25C3%25AD.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outra coisa extremamente gostosa era caçar sacis com peneira. Era um eterno correr atrás dos redemoinhos com a peneira, onde não podia deixar de pintar uma cruz em seu centro. Não era difícil pegá-lo com a peneira. O grande problema era tirá-lo debaixo dela e colocá-lo dentro da garrafa. Era a hora onde sempre ele escapava... E eu sempre emburrado com meus eternos fracassos... Diziam que quando capturávamos um, todos os nossos desejos eram realizados, pois ele ficava doidinho para sair de dentro do vidro e fazia qualquer trato para isto... &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-MBACYWzjarQ/TZ9lBnREi6I/AAAAAAAABAo/39OwoxvIMZM/s1600/cavalo%2Btran%25C3%25A7a.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 152px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5593300340612303778" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-MBACYWzjarQ/TZ9lBnREi6I/AAAAAAAABAo/39OwoxvIMZM/s200/cavalo%2Btran%25C3%25A7a.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A grande prova de sua existência era a crina dos cavalos que eventualmente eram trançadas nas madrugadas enluaradas. Quando ouvíamos os animais inquietos durante a noite, sabíamos que quando levantássemos, encontraríamos diversas tranças em seus pescoços... &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-3BTG89qbxXA/TZ9lfjQzw4I/AAAAAAAABAw/nvxTbmToj5M/s1600/vagalume1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O mais gostoso realmente era sair de casa nas noites quentes e úmidas, &lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-3BTG89qbxXA/TZ9lfjQzw4I/AAAAAAAABAw/nvxTbmToj5M/s1600/vagalume1.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 169px; FLOAT: right; HEIGHT: 87px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5593300854933537666" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-3BTG89qbxXA/TZ9lfjQzw4I/AAAAAAAABAw/nvxTbmToj5M/s200/vagalume1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;um pequeno vidro na mão, e irmos caçar vagalumes. Aquelas pequenas “garrafinhas” de luzes esverdeadas fosforescentes eram uma a uma colocadas dentro da garrafa, e tínhamos então nossas lanternas mágicas, que iluminavam os caminhos que nos abriam as portas aos mais diversos reinos mágicos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Finalmente a noite caia, a canseira imperava, e, depois de lavarmos os pés, lá íamos nós para a &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-wSn-inGXtKE/TZ9mECOEBmI/AAAAAAAABA4/x9Keg-TKgB4/s1600/lamparina%2B%25C3%25B3leo.bmp"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 80px; FLOAT: left; HEIGHT: 80px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5593301481718810210" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-wSn-inGXtKE/TZ9mECOEBmI/AAAAAAAABA4/x9Keg-TKgB4/s200/lamparina%2B%25C3%25B3leo.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;cama, barulhenta com o colchão de palha, o véu estendido sobre a cama afastando os pernilongos. Mas o travesseiro de paina ou marcela era uma delícia e facilmente superava os incômodos barulhos da palha de milho. Na camiseira ao lado da cama, uma pequena lamparina a óleo fazia tremular uma pequena luz amarelada, que insistia em lutar contra o negrume da noite.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-nMzfIHZUZFg/TZ9mXnGyCoI/AAAAAAAABBA/mrmBc4knejs/s1600/arapuca.bmp"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 143px; FLOAT: right; HEIGHT: 103px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5593301818037897858" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-nMzfIHZUZFg/TZ9mXnGyCoI/AAAAAAAABBA/mrmBc4knejs/s200/arapuca.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois viria a diversão com o bodoque, o caçar de rolinhas com a peneira. Como todo moleque de sítio, não podia deixar de caçar passarinhos com a arapuca. Era só colocar esta ao lado da gaiola com um bom pássaro, e &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-TTzX_KnJF8g/TZ9mtsz_AdI/AAAAAAAABBI/jeCPTwMiYj8/s1600/arapuva%2B1.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 132px; FLOAT: left; HEIGHT: 108px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5593302197526790610" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-TTzX_KnJF8g/TZ9mtsz_AdI/AAAAAAAABBI/jeCPTwMiYj8/s200/arapuva%2B1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;depois de algumas horas sempre tínhamos capturado algum, que era levado para um grande viveiro, sob um pé de jambo... E assim sempre tínhamos músicas em casa, com os trinos que nos aveludavam aos ouvidos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma vez por semana passava o frangueiro com sua carrocinha recheada de mercadorias. Neste dia quase sempre ganhávamos doces. E naquele tempo, eles tinham &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-3Obl1iiY6ZI/TZ91bba2eoI/AAAAAAAABBg/jh3ndzynKbA/s1600/carro%2B1.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 151px; FLOAT: right; HEIGHT: 123px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5593318376294742658" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-3Obl1iiY6ZI/TZ91bba2eoI/AAAAAAAABBg/jh3ndzynKbA/s200/carro%2B1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;consigo pequenos brinquedos. Ainda alguns ainda restam daquele tempo. Se gostava de jambo e outras frutas, também gostava de limão. E nada como chupar limão com sal, debalde as palmadas que ganhávamos quando éramos descobertos em nossas travessuras. O melhor pé de limão estava no alto do morro, em pleno pasto, onde íamos sempre com cuidado, com medo das cobras. Sempre fomos protegidos, e graças a Deus nunca levamos uma picada deste réptil. Mas o gosto da reinação era alto, e umas palmadas a mais, umas a menos não nos inibiam em fazer as coisas proibidas... &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-8CfkvR6-UBs/TZ9wl3GzlSI/AAAAAAAABBQ/qdGaNqcAWfg/s1600/truco.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; FLOAT: right; HEIGHT: 150px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5593313057967412514" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-8CfkvR6-UBs/TZ9wl3GzlSI/AAAAAAAABBQ/qdGaNqcAWfg/s200/truco.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nas noites de lua cheia sempre íamos de uma casa a outra, onde ficávamos a contar casos, ouvir histórias. Outras vezes, nada como &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-2bJH0nDqSZg/TZ9xiZ_dqVI/AAAAAAAABBY/RoKSfLq57MQ/s1600/sanfona%255D.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 186px; FLOAT: left; HEIGHT: 142px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5593314098124007762" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-2bJH0nDqSZg/TZ9xiZ_dqVI/AAAAAAAABBY/RoKSfLq57MQ/s200/sanfona%255D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;um bom joguinho de baralho, como um rouba monte, ou mesmo um truco para boa diversão. Outras vezes, sentávamos apenas no terreiro, e ficávamos em silêncio ouvir a sanfona chorando ao fundo sua canção... &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando vim para a cidade com meus sete anos, minha irmã não deixava de trazer alguns&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-QC07sqtB1Sc/TZ94eOkRqnI/AAAAAAAABBo/oPEX7aKe7Hc/s1600/navio.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 251px; FLOAT: right; HEIGHT: 79px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5593321722919103090" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-QC07sqtB1Sc/TZ94eOkRqnI/AAAAAAAABBo/oPEX7aKe7Hc/s200/navio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; brinquedos, que eram adquiridos em São Paulo. E era de uma fase pós-guerra, onde tínhamos navios, aviões e outros objetos rememorando esta negra fase mundial. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-w98UQR51Eyw/TZ94ufo98vI/AAAAAAAABBw/GtzDvtGVkwA/s1600/coca%2Bcola.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 76px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5593322002380092146" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-w98UQR51Eyw/TZ94ufo98vI/AAAAAAAABBw/GtzDvtGVkwA/s200/coca%2Bcola.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Algumas vezes ainda nesta fase dos sete, oito anos, foi a Santos. Era uma aventura sair de Piracicaba, enfrentar uma viagem até São Paulo, depois tomarmos o o ônibus ou o trem e chegarmos ao litoral. Neste tempo foi que consegui estas garrafinhas de coca-cola (5 cm) bem como algumas figuras de Disney. Lá se vão mais de cinqüenta anos, para não falar sessenta... Novas diversões iniciaram-se nesta fase, mas nunca tiveram o sabor que tinham nossas aventuras pelo sítio. Muito da magia foi-se abrandando, mas nunca deixei de freqüentar ainda este mundo mágico de minha meninice, que trazem-me doces recordações de minha infância e meus genitores, que já se foram...&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3696392869880246397-7760126242775740961?l=oalleoni.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/7760126242775740961/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3696392869880246397&amp;postID=7760126242775740961&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/7760126242775740961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/7760126242775740961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/2011/04/recordacoes-de-minha-infancia-6.html' title='&lt;strong&gt;RECORDAÇÕES DE MINHA INFÂNCIA 6&lt;/strong&gt;'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-rrkqa_6Ta3M/TZ9jctPCWRI/AAAAAAAABAY/8AQi0gv5UY4/s72-c/Grota.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397.post-4696160237112826611</id><published>2010-11-23T08:52:00.000-08:00</published><updated>2011-04-01T16:16:53.649-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anhembi'/><title type='text'>VISLUMBRES DA INFÂNCIA  5</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.free-counters.co.uk/" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img title="counter" border="0" alt="counter" src="http://006.free-counters.co.uk/count-017.pl?count=oli18&amp;amp;type=links&amp;amp;prog=hit" width="150" height="26" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como era gostoso meu tempo de infância. Eu era feliz e não sabia. Gostaria de recordar outros fatos de minha meninice, de meus sete, oito anos de idade, além dos já abordados. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TOvzFS6wnXI/AAAAAAAAA6o/pdhqIJhdAvA/s1600/Moraes%2BBarros%2B1.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 222px; FLOAT: right; HEIGHT: 172px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5542791038712716658" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TOvzFS6wnXI/AAAAAAAAA6o/pdhqIJhdAvA/s200/Moraes%2BBarros%2B1.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Estava com esta idade no Grupo Escolar Moraes Barros. Naquele tempo, apesar de não termos mais a terrível palmatória (cujas histórias chegavam aos meus ouvidos por minha mãe, também professora escolar), ainda existia o hábito de, em alguns casos, ser colocado pelas antigas professoras, sentado ao lado da lousa, “de castigo”, quando éramos muito barulhentos, indisciplinaodos ou quando não conseguíamos escrever ou ler as palavras corretamente. Era uma situação vexatória, humilhante, mas com ótimos resultados. No dia seguinte sabíamos tudo o que era necessário para não incorrermos de novo naquela situação desagradável, e nos livrarmos das zombarias dos colegas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Também neste tempo as eleições eram um tempo de diversão. Muitas táticas, hoje totalmente proibidas eram utilizadas, e nós, crianças daquele tempo, não deixávamos de notar e tentar tirar alguma vantagem.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Próximo a minha casa quando era criança, uma série de políticos costumavam alugar imóveis, e faziam deste, seus currais eleitorais. Neste tempo o papel era caro, e nossa diversão era conseguir material para podermos colar ou recortar, usar em nossos bodoques de dedo ou tubos da folha de mamão ou mesmo fazermos nossos aviõezinhos de papel. E também não podíamos deixar de notar pessoas saindo com um pé de sapato, uma prótese dentária (geralmente a inferior) ou outros objetos. Eventualmente até com dinheiro saiam, somente que era apenas metade da nota. O que faltase deveria ir ser pega depois da eleição, desde que o político fosse eleito.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TOv3C8jLwlI/AAAAAAAAA6w/lt7O-Wh51ko/s1600/Transporte%2Beleitores.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 137px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5542795396395024978" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TOv3C8jLwlI/AAAAAAAAA6w/lt7O-Wh51ko/s200/Transporte%2Beleitores.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;No dia da eleição eram caminhões e mais caminhões que saiam indo buscar eleitores na área urbana e rural, distribuição de refrigerantes e lanches, “santinhos”, e todo o tipo de propaganda impressa. Bandeiras e mais bandeiras circulavam pela cidade, carregadas pelos militantes políticos, fossem a pé, fossem em veículos com grande alarde. Era uma verdadeira festa, que engajava a todos, eleitores e não eleitores. E é claro que havia também as discórdias que ocorriam quando grupos rivais se encontravam. Isto geralmente sucedia nos locais onde ocorriam as votações ou suas cercanias. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E depois da apuração, que demorava alguns dias, era uma verdadeira romaria destas pessoas vindo buscar a paridade do objeto antes conseguido...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TOv46wzzfII/AAAAAAAAA64/HXNXh6K-Qn8/s1600/Ademar.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img style="WIDTH: 178px; FLOAT: right; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5542797454827814018" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TOv46wzzfII/AAAAAAAAA64/HXNXh6K-Qn8/s200/Ademar.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Também nas cercanias havia sede de outros partidos. A sempre desculpa que usávamos era que eles queriam se fizéssemos propaganda para eles ou para os adversários. E assim além do almejado papel de propaganda, sempre conseguíamos obter mais alguma vantagem, que logo era convertida nas padarias em doces ou deliciosas balas, para o verdadeiro terror de nossas famílias. Quando descobertos, não raro acontecia alguns aconchegos (palmadas) em nossos traseiros. E destas terríveis travessuras infantis sobraram algumas recordações, como as que decoram este texto, do General Lott, de Adhemar de Barros, Juscelino Kubitschek, de Janio Quadros e outros.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TOv7rJJzcOI/AAAAAAAAA7A/OWk58nvZYuY/s1600/Janio.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 76px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5542800485019513058" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TOv7rJJzcOI/AAAAAAAAA7A/OWk58nvZYuY/s200/Janio.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com este e os outros textos de recordações já mostrados, não poderia deixar de relembrar uma clássica poesia, de Casimiro de Abreu, um pouco mais que sesquicentenária, que a grande maioria dos antigos alunos dos cursos de grupo, ginásio e colegial ainda devem tê-la guardada em algum canto sombrio, quase insondável da memória, e que transcrevemos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TOv9LL2QoAI/AAAAAAAAA7I/awo03jHf9_I/s1600/Janio%2BCarvalho%2BPinto.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 164px; FLOAT: right; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5542802135010287618" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TOv9LL2QoAI/AAAAAAAAA7I/awo03jHf9_I/s200/Janio%2BCarvalho%2BPinto.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Meus Oito Anos&lt;br /&gt;Oh ! que saudades que eu tenho&lt;br /&gt;Da aurora da minha vida,&lt;br /&gt;Da minha infância querida&lt;br /&gt;Que os anos não trazem mais !&lt;br /&gt;Que amor, que sonhos, que flores,&lt;br /&gt;Naquelas tardes fagueiras&lt;br /&gt;À sombra das bananeiras,&lt;br /&gt;Debaixo dos laranjais !&lt;br /&gt;Como são belos os dias&lt;br /&gt;Do despontar da existência !&lt;br /&gt;- Respira a alma inocência&lt;br /&gt;Como perfumes a flor;&lt;br /&gt;O mar é – lago sereno,&lt;br /&gt;O céu – um manto azulado,&lt;br /&gt;O mundo – um sonho dourado,&lt;br /&gt;A vida – um hino d’amor !&lt;br /&gt;Que auroras, que sol, que vida, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TOwAAm-SQzI/AAAAAAAAA7Q/XdBy4j34NIo/s1600/Jango.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; FLOAT: right; HEIGHT: 194px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5542805251848028978" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TOwAAm-SQzI/AAAAAAAAA7Q/XdBy4j34NIo/s200/Jango.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Que noites de melodia&lt;br /&gt;Naquela doce alegria,&lt;br /&gt;Naquele ingênuo folgar !&lt;br /&gt;O céu bordado d’estrelas,&lt;br /&gt;A terra de aromas cheia,&lt;br /&gt;As ondas beijando a areia&lt;br /&gt;E a lua beijando o mar !&lt;br /&gt;Oh ! dias de minha infância !&lt;br /&gt;Oh ! meu céu de primavera !&lt;br /&gt;Que doce a vida não era&lt;br /&gt;Nessa risonha manhã !&lt;br /&gt;Em vez de mágoas de agora,&lt;br /&gt;Eu tinha nessas delícias&lt;br /&gt;De minha mãe as carícias&lt;br /&gt;E beijos de minha irmã !&lt;br /&gt;Livre filho das montanhas, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TOwARs8o12I/AAAAAAAAA7Y/1pCeSFHvYCw/s1600/Ademar%2B2.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; FLOAT: right; HEIGHT: 194px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5542805545509508962" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TOwARs8o12I/AAAAAAAAA7Y/1pCeSFHvYCw/s200/Ademar%2B2.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Eu ia bem satisfeito,&lt;br /&gt;De camisa aberta ao peito,&lt;br /&gt;- Pés descalços, braços nus -&lt;br /&gt;Correndo pelas campinas&lt;br /&gt;À roda das cachoeiras,&lt;br /&gt;Atrás das asas ligeiras&lt;br /&gt;Das borboletas azuis !&lt;br /&gt;Naqueles tempos ditosos&lt;br /&gt;Ia colher as pitangas,&lt;br /&gt;Trepava a tirar as mangas,&lt;br /&gt;Brincava à beira do mar;&lt;br /&gt;Rezava às Ave-Marias,&lt;br /&gt;Achava o céu sempre lindo,&lt;br /&gt;Adormecia sorrindo,&lt;br /&gt;E despertava a cantar !&lt;br /&gt;Oh ! que saudades que eu tenho&lt;br /&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; FLOAT: right; HEIGHT: 194px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5542806042958101874" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TOwAuqFn_XI/AAAAAAAAA7g/ueOaX7yewHQ/s200/Janio%2B1.jpg" /&gt;Da aurora da minha vida&lt;br /&gt;Da minha infância querida&lt;br /&gt;Que os anos não trazem mais !&lt;br /&gt;- Que amor, que sonhos, que flores,&lt;br /&gt;Naquelas tardes fagueiras&lt;br /&gt;À sombra das bananeiras,&lt;br /&gt;Debaixo dos laranjais ! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 139px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5542892895303421058" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TOxPuISYzII/AAAAAAAAA70/Q8op7r0lCrM/s200/Lott1.jpg" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3696392869880246397-4696160237112826611?l=oalleoni.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/4696160237112826611/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3696392869880246397&amp;postID=4696160237112826611&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/4696160237112826611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/4696160237112826611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/2010/11/vislumbres-da-infancia-5.html' title='VISLUMBRES DA INFÂNCIA  5'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TOvzFS6wnXI/AAAAAAAAA6o/pdhqIJhdAvA/s72-c/Moraes%2BBarros%2B1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397.post-3276824411096563272</id><published>2010-09-25T08:28:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T16:16:53.650-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anhembi'/><title type='text'>RALPH, REQUIESCAT IN PACE</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TJ461Dnl8cI/AAAAAAAAAz0/HhoQKjqqQQY/s1600/Ralph+a.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 244px; FLOAT: left; HEIGHT: 179px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5520914876381655490" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TJ461Dnl8cI/AAAAAAAAAz0/HhoQKjqqQQY/s200/Ralph+a.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img title="site counters" border="0" alt="site counters" src="http://006.free-counters.co.uk/count-010.pl?count=oli16&amp;amp;type=links&amp;amp;prog=hit" width="150" height="26" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.free-counters.co.uk/" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;noscript&gt;&lt;/noscript&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje você se foi. Depois de um longo mês de sofrimentos, você nos abandonou. Todos sofremos demais assistindo sua passagem. Todos lutamos para que isto não viesse a se concretizar, mas não foi possível, o destino não quis que você ficasse entre nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o tempo que permaneceu conosco foi extremamente gratificante. Lembro-me a primeira vez que fomos apresentados. O responsável por isto foi meu sobrinho Ricardo, que o trouxe para casa de meus pais. Foi pelos idos de 1984. Ao inicio você era quase que totalmente branco, com algumas manchas pretas esparsas pelo corpo. Era extremamente pequeno e indefeso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha mãe não queria você por perto alegando que quando você fosse adulto, seria grande e daria por demais serviço. Mas apesar dos pesares de imediato nos cativou e de modo irreversível. Ao início mal ficava de pé, e cabia sobre a palma de minhas mãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguramente não teria mais que uma semana. A história é que foi achado na rua. Nunca acreditei nisto, mas também nunca quis saber de onde era originário. Sempre tive um medo medonho de perdê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando voce entrou em minha vida ainda tinha os olhos fechados e mal comia E o que sem duvidas sabia fazer, e com maestria era chorar a ausencia do calor do corpo de sua mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante um tempo isto atormentou a vida de muitas pessoas. Mas elas, as conhecidas bem como as desconhecidas tiveram a suficiente paciência para suportar suas lamúrias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O início foi difícil. Você não queria saber de comer, a realidade é que&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TJ47H2ffqZI/AAAAAAAAAz8/rDCF6q8cnqc/s1600/Ralph+2+a.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 180px; FLOAT: right; HEIGHT: 215px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5520915199275542930" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TJ47H2ffqZI/AAAAAAAAAz8/rDCF6q8cnqc/s200/Ralph+2+a.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; ainda nem sabia. Olha lá ainda se sabia mamar. Foi um começo de dar leite na boca, com colher, com mamadeira, protege-lo contra o frio e intempéries da natureza. Depois com os olhos abertos começou a identificar o leite, e a tomá-lo. Mas também nunca dispensou as belas “molhadas” nos locais e horas mais imprevisíveis. Às vezes, sua sede era grande. Não foi por uma só vez que você tomou cerveja, quando ainda era criança. E o pior era que você gostava e sempre queria mais. É claro que eu não podia dar. Era algo impróprio para você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o tempo correu. Você foi crescendo. Logo minha mão não era suficiente para conte-lo. Foi necessário arranjar uma pequena sacola. E você nunca gostou de ficar a sós. Quando percebia que ia sair, não tinha dúvidas, abria o maior berreiro. Quase sempre você podia acompanhar-me. Mas quando isto era impossível, aí as coisas eram difíceis para mim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para acostumá-lo a ficar no quintal, foi outro grande sacrifício. Não queria ficar. E o pânico nunca deixou de dominá-lo. Principalment4e nos dias de chuva, quando trovoadas e relâmpagos povoavam a noite escura. Aí o medo era por demais, e fez inclusive com suas unhas, a porta da cozinha fosse destruída. Isto me obrigou a recobri-la com folha de zinco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TJ47ae4OypI/AAAAAAAAA0E/L9K0uWvTgPA/s1600/Ralph+3+a.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 224px; FLOAT: left; HEIGHT: 168px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5520915519354358418" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TJ47ae4OypI/AAAAAAAAA0E/L9K0uWvTgPA/s200/Ralph+3+a.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;O tempo continuou a correr. O quintal já não era mais suficiente para seu tamanho. Todos os fins de semana, e sempre que podia, colocava-o no carro e íamos passear. Você sempre gostou de passear de carro. A sua alegria era incomensurável. Soltava ganidos de prazer. Latia para os animais. Desafiava-os com seus latidos. Quando solto nos campos, espraiava-se em loucas correrias, esbanjando sua saúde. Sempre foi um pouco desajeitado ao correr. Não só por uma vez tropeçou sobre suas próprias pernas. E aí caia gostoso, embolando-se pelo chão. Algumas vezes saia saltitante, outras, olhava-me com aqueles olhos, tentando entender o que havia acontecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca vou esquecer a primeira vez que você nadou. Ficou a olhar para aquele mundareu d’agua do lago da prefeitura. Depois olhou para mim, como que pedindo autorização. Entrou com muito cuidado ao inicio, como que para prová-la. Saiu, e depois de olhar-me, sem dúvidas com receios, deu um magnífico pulo dentro dela. E aí saiu a bater as patas dianteiras. E eu todo preocupado, porque era a primeira vez que escapulia de mim para as suas reinações. &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TJ470GHt0WI/AAAAAAAAA0M/gEt5JO36Ir0/s1600/Ralph+4+a.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 143px; FLOAT: right; HEIGHT: 228px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5520915959385018722" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TJ470GHt0WI/AAAAAAAAA0M/gEt5JO36Ir0/s200/Ralph+4+a.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este esquema continuou por algum tempo. Mas via que era impossível mante-lo. Você necessitava de mais espaço, de ter sua própria vida, seu mundo. Decidi-me então a deixá-lo na chácara. A primeira vez que o levei lá, fui buscá-lo logo à noite. Havia caído uma chuva por demais intensa. A inquietude foi demais. E ao chegar lá, em plena noite, fui encontrá-lo totalmente molhado, coberto de barro, tremendo de frio e de medo. Trouxe-o para casa. Foi uma noite longa, lavando-o no banheiro e secando-o com panos e depois com secador de cabelos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve um período em que você conseguiu viver lá, tendo sua própria vida e espaço. Mas por diversas vezes, o trouxe em péssimo estado para cá, pensando que você viesse a ir. Graças, sempre consegui recupera-lo. Sempre tive o cuidado que não passasse o inverno lá. Você nunca foi amigo do frio. Sempre sofria demais neste período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas sua idade foi avançando. Nestes dois últimos anos que você ficou conosco, senti que apesar de tudo, era preferível priva-lo de ir lá, e tê-lo comigo. Trouxe-o de novo para o pequeno quintal. Aí você dormia, no verão e no inverno, dentro de casa, sobre os tapetes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uns dois meses apresentou um sangramento nasal violento. Você sempre o teve, mas não significante. Fiquei assustado. Todo o quintal ficou lavado de sangue. Ignoro o que foi feito por quem o tratou, mas você nunca voltou bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o mês de maio foi terrível. Foi bem ao início. Um dia, você acordou sem poder andar. Suas pernas não obedeciam a seu desejo. Tentava andar, mas elas não se movimentavam adequadamente. E você esborrachava-se no chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As coisas não estavam nada bem. Eu estava preocupado. Já tinha notícias de muitos de sua raça que haviam tido problemas similares, e não haviam conseguido resistir. Lutamos, e com todos os recursos e forças possíveis. Por algumas vezes, pensei que fossemos ter sucesso. Mas depois as coisas permaneceriam, e você nada de sarar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diversos veterinários foram consultados, muitas medicações foram administradas. Mas não havia melhoras. Você continuava sem forças, sem ânimo. Olhava seu rosto, se sentia que você suplicava pelo auxílio que não poderia ser dado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na última noite que o vi conosco, senti em seu olhar a dor e tristeza estampada em seus olhos. Despedi-me, pensando qu&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TJ48JqRXjNI/AAAAAAAAA0U/5bPU2tnxj88/s1600/Ralph+5+a.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 217px; FLOAT: right; HEIGHT: 164px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5520916329866431698" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TJ48JqRXjNI/AAAAAAAAA0U/5bPU2tnxj88/s200/Ralph+5+a.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;e ainda o haveria de vê-lo no dia seguinte. Mas quando chegou de manhã, soube que você já tinha ido. Nada mais havia a ser feito, a não ser dar o devido repouso ao seu corpo cansado.&lt;br /&gt;Assim, no mesmo dia, você foi levado para ficar junto com ou outros, que muitas alegrias haviam trazido a mim e à minha família. E a única coisa que restou, e que acalentou sua ausência, foi a tenra lembrança de suas alegrias. Seu ânimo inquebrantável, e as sensações ímpares que transmitiu durante sua passagem conosco. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3696392869880246397-3276824411096563272?l=oalleoni.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/3276824411096563272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3696392869880246397&amp;postID=3276824411096563272&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/3276824411096563272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/3276824411096563272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/2010/09/ralph-requiescat-in-pace.html' title='RALPH, REQUIESCAT IN PACE'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TJ461Dnl8cI/AAAAAAAAAz0/HhoQKjqqQQY/s72-c/Ralph+a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397.post-7162289449861955192</id><published>2010-09-25T08:19:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T16:16:53.650-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anhembi'/><title type='text'>DIVAGAÇÕES</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.free-counters.co.uk/" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img title="myspace counter" border="0" alt="myspace counter" src="http://006.free-counters.co.uk/count-010.pl?count=oli15&amp;amp;type=links&amp;amp;prog=hit" width="150" height="26" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;noscript&gt;&lt;/noscript&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há momentos que, dentro de uma retrospectiva existencial, começamos a reavaliar série de fatos, alguns vivenciados, mas a grande maioria em que fomos testemunha durante nossa existência.&lt;br /&gt;Ontem surgiu a vontade em divagar sobre as experiências, implicações existenciais das gerações pós-guerra, e as mais diversas influências que foram submetidas. Oriundas basicamente de uma criação férrea, onde as rédeas familiares e sociais eram extremamente curtas, estas pessoas, devido a uma série de fatores, que citaremos alguns, despiram-se do bridão que eram submetidas, e começaram a andar cada um em seu próprio passo e pelos locais que lhe mais apetecessem.&lt;br /&gt;Há 50 anos iniciou-se um movimento de contra cultura, com a formação de comunidades hippies, que foram sedimentados com o “Summer of Love” (1967) e o Festival de Woodstock (1969).&lt;br /&gt;Há aproximadamente 40 anos, quando entrou no circuito “Satyricon”, de Frederico Fellini (1920-1993), obra que ressalta os costumes sobre a Roma antiga. Seguramente o caráter de exposição deste filme, associados a outros contemporâneos, como “Laranja Mecânica”, de Stanley Kubrick (1928-1999), foram importantes na modificação existencial dentro de uma juventude que via em “Hair”, “Oh Calcutá”, dos movimentos contra culturais já mencionados e outros, novas formas de se encarar a motivação existencial como uma busca de novos objetivos, valores e sensações (muito diferentes dos impingidos pelos genitores e a sociedade), em que viessem a constituir em mundo onírico, a busca ilimitada pelo prazer descompromissado, tendo como apoio “As Portas da Percepção” (1954) de Aldous Huxley, Trópico de Câncer e Trópico de Capricórnio (1939) de Henry Miller (1892-1980), os 120 dias de Sodoma do Marques de Sade (1740-1814), e ainda solidificados nas conseqüências diretas e indiretas na juventude, da Segunda Guerra Mundial, da Guerra da Coréia e incluso a Guerra do Vietnam. Assim como o livro 120 dias de Sodoma, Laranja Mecânica ousou a esboçar os “deleites” criminosos de agressão, estupro e assassinato, ignorando o sofrimento das vítimas e desrespeitando o mínimo da dignidade e dos direitos humanos, mas também não deixou de retratar a resposta de uma sociedade vingativa, malévola e cruel com seu algoz, e tudo isto regado ao som do 4º movimento da 9ª Sinfonia de Beethoven. Se fosse apenas para se mostrar condicionamentos psicológicos, haveria outras formas mais acessíveis que esta contínua violência grátis. Só nos resta lembrar sua última parte da 9ª de Beethoven, onde está colocado o Ode à Alegria, de Schiller (1875), que tem significado extremamente profundo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh amigos, mudemos de tom!&lt;br /&gt;Entoemos algo mais agradável&lt;br /&gt;E cheio de alegria!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alegria, mais belo fulgor divino,&lt;br /&gt;Filha de Elíseo,&lt;br /&gt;Ébrios de fogo entramos&lt;br /&gt;Em teu santuário celeste!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teus encantos unem novamente&lt;br /&gt;O que o rigor da moda separou.&lt;br /&gt;Todos os homens se irmanam&lt;br /&gt;Onde pairar teu vôo suave.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quem a boa sorte tenha favorecido&lt;br /&gt;De ser amigo de um amigo,&lt;br /&gt;Quem já conquistou uma doce companheira&lt;br /&gt;Rejubile-se connosco!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, também aquele que apenas uma alma,&lt;br /&gt;possa chamar de sua sobre a Terra.&lt;br /&gt;Mas quem nunca o tenha podido&lt;br /&gt;Livre de seu pranto esta Aliança!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alegria bebem todos os seres&lt;br /&gt;No seio da Natureza:&lt;br /&gt;Todos os bons, todos os maus,&lt;br /&gt;Seguem seu rastro de rosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela nos dá beijos e as vinhas&lt;br /&gt;Um amigo provado até a morte;&lt;br /&gt;A volúpia foi concedida ao verme&lt;br /&gt;E o Querubim está diante de Deus!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alegres, como voam seus sóis&lt;br /&gt;Através da esplêndida abóboda celeste&lt;br /&gt;Sigam irmãos sua rota&lt;br /&gt;Gozosos como o herói para a vitória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abracem-se milhões de seres!&lt;br /&gt;Enviem este beijo para todo o mundo!&lt;br /&gt;Irmãos! Sobre a abóboda estrelada&lt;br /&gt;Deve morar o Pai Amado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vos prosternais, Multidões?&lt;br /&gt;Mundo, pressentes ao Criador?&lt;br /&gt;Buscais além da abóboda estrelada!&lt;br /&gt;Sobre as estrelas Ele deve morar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A “descoberta” ou melhor dizendo, a conscientização da presença de um novo mundo, basicamente onírico, mas passível de ser saboreado parcialmente, paralelo com o nosso, já era referida por William Blake (1757-1827) no conceito que "Se as portas da percepção estivessem limpas, tudo apareceria para o homem tal como é: infinito". Esta será uma das bases para a concepção de “As Portas da Persepção”. Sigmund Freud (1856 1939) e Carl Gustav Jung (1875-1961) também enveredaram-se pelo mundo onírico para análise e entendimento de distúrbios mentais. Esta foi a justificativa para o uso de drogas, fosse como uma chave que abrisse porta para novos mundos, seja para o uso psiquiátrico das drogas, processo atualmente não mais aceitos.&lt;br /&gt;Poderíamos classificar no mínimo como surrealista todas estas colocações anteriormente citadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Independente de seus personagens centrais Encolpio, Gitone e Ascilto (de Satyricon), que fundamentam as aventuras dos personagens e seus valores morais, que oscilam dentro da liberdade irrestrita e vivência de libertinagem sem limites, da lauta refeição celebrando a morte, do minotauro e todos os outros conceitos expressos por Gaius Petrônius Arbiter (27-66) em plena época de Nero, da visão de Kubrick, de Blake, de James Rado (1932-) e outros (Hair), de Kenneth Tynan (1927-1980) (Oh Calcutta), o que realmente observamos é um eterno ciclo existencial dos fatos, da busca do prazer, de “novas experiências” repetitivas, onde os antigos conhecimentos caem no esquecimento e são “reinventados” posteriormente por outras pessoas, até a real tomada de consciência dos fatos, como o narrado no excepcional texto de Fernando Pessoa, no Cancioneiro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conta a lenda que dormia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conta a lenda que dormia&lt;br /&gt;Uma Princesa encantada&lt;br /&gt;A quem só despertaria&lt;br /&gt;Um Infante, que viria&lt;br /&gt;De além do muro da estrada.&lt;br /&gt;Ele tinha que, tentado,&lt;br /&gt;Vencer o mal e o bem,&lt;br /&gt;Antes que, já libertado,&lt;br /&gt;Deixasse o caminho errado&lt;br /&gt;Por o que à Princesa vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Princesa Adormecida,&lt;br /&gt;Se espera, dormindo espera.&lt;br /&gt;Sonha em morte a sua vida,&lt;br /&gt;E orna-lhe a fronte esquecida,&lt;br /&gt;Verde, uma grinalda de hera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Longe o Infante, esforçado,&lt;br /&gt;Sem saber que intuito tem,&lt;br /&gt;Rompe o caminho fadado.&lt;br /&gt;Ele dela é ignorado.&lt;br /&gt;Ela para ele é ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas cada um cumpre o Destino -&lt;br /&gt;Ela dormindo encantada,&lt;br /&gt;Ele buscando-a sem tino&lt;br /&gt;Pelo processo divino&lt;br /&gt;Que faz existir a estrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, se bem que seja obscuro&lt;br /&gt;Tudo pela estrada fora,&lt;br /&gt;E falso, ele vem seguro,&lt;br /&gt;E, vencendo estrada e muro,&lt;br /&gt;Chega onde em sono ela mora.&lt;br /&gt;E, inda tonto do que houvera,&lt;br /&gt;A cabeça, em maresia,&lt;br /&gt;Ergue a mão, e encontra hera,&lt;br /&gt;E vê que ele mesmo era&lt;br /&gt;A Princesa que dormia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se falarmos sobre vida e morte, ambivalências e receios do ser humano, sobre incapacidade de enfrentarmos situações do sol nascente, da inquietação de que depois do poético pôr do astro rei, que este não mais venha a brilhar nos céus, se desejamos moldar o amor homoerótico como forma homofóbica de relacionamento, de termos medo dos “elefantes” e desejarmos ser simples “formiguinhas” dentro do mundo de “Cléo e Daniel” (Roberto Freire 1927-2008), bem como enfrentamos o papel de Gaby ou Benjamim, tudo isto são opções que nascem e se exteriorizam, que se moldam quando de posse de nossas vivências e experiências, quando atingimos a capacidade de, controlando o superego, mesclarmos o ego e o id de forma mais harmoniosa possível. Reprimindo o superego ao maior nível até o ponto de aniquilá-lo, poderíamos desfrutar de realizações de nossas maiores realidades íntimas de uma forma mais e mais crescente até atingirmos um ápice, onde se encontram, quase sempre escondidos dentro do mais profundo âmago do labirinto de nossas mentes, nossas mais secretas ambições, mas sempre se constituirão de experiências extremamente perigosas, de conseqüências totalmente imprevisíveis. Existem, pois, dentro de cada um de nós, inúmeros Mazzaropi, John Wayne e outras miríades de pessoas, todas com seus grllhões. Existe Dr. Jekyll e Mr. Hyde. Mas não dão vislumbres de viverem a não ser em nossos maiores e soturnos pesadelos. Basta apenas, dentro da realidade diária, termos a capacidade e coragem de entreabrirmos as portas onde moram para ver o que ocorre... Seguramente não iremos encontrar muitos “Sidarta”, mas seguramente diversos “Lobos da Estepe”. Se ousarmos escancarar as portas e rompermos as amarras, primeiramente iremos ver, observar, sentir, e seguramente depois seremos obrigados a conviver, se não formos englobados e até mesmo totalmente dominados por todos estes demônios libertos que habitam no nosso íntimo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não devemos esquecer que o ser humano tem ódio e medo do homem total e irrestrito, pois constitui a medida de sua própria ineficiência e frustração interior. Constitui este último a âncora e ponto referencial onde se cria a possibilidade de avaliar a medida da incapacidade de cada ser humano, o que é intolerável, pois o conscientiza de seus próprios valores íntimos, muitos dos quais seguramente obscuros e violentamente reprimidos. Exemplificando o fato, entre múltipos exemplos plausíveis, basta relembrar Édipo Rei (Sófocles), Electra (Sófocles), Relatório Kinsey (Alfred Charles Kinsey 1894-1956) entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez Joseph Rudyard Kipling (1865-1936) tenha a mais significativa colocação existencial quando se refere em “Kim” à “Roda da Vida” (Bhavachakra) e introduz este conceito criado pela extinta escola Savastivada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se desejarmos avançar mais dentro do estado metafísico do espírito, mas descompromissado dos valores religiosos passados ou atuais, nada melhor que o “Bardo Thödol”, para vislumbrar valores etéreos que se sublimam, e como nuvens de fumaça, sobem esvoaçantes pelo ar, mesclando-se com ele até desaparecerem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, se podemos analisar ocorrências sob um prisma material, mesclando as observações de fatos passados sob a visão atual (independente de sua validade), em hipótese alguma podemos olvidar o exame dos mesmos sob o prisma psicológico, conseqüência acarretadas pela mescla das vivências das realidades existenciais com o mais profundo de nosso interior.&lt;br /&gt;Dentro da maturidade que se segue ao se varrer quase todas as experiências possíveis, quando atingimos a fase de “espectador como Sidarta, vendo o rio passar...”, acordamos para algumas realidades que não conseguimos ver dentro da impetuosidade anterior, que reza “um povo sem passado é um povo sem futuro”, e o mesmo se aplica ao conceito de família, e mesmo ao próprio conceito pessoal.&lt;br /&gt;Uma última consideração que não poderia furtar-me a fazer em relação a tudo que foi abrangido neste ensaio, como disse Antoine de Saint Exupéry (1900-1944) em sua imbatível obra “O Pequeno Príncipe”, “o essencial é invisível aos olhos”. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3696392869880246397-7162289449861955192?l=oalleoni.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/7162289449861955192/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3696392869880246397&amp;postID=7162289449861955192&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/7162289449861955192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/7162289449861955192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/2010/09/divagacoes.html' title='&lt;strong&gt;DIVAGAÇÕES&lt;/strong&gt;'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397.post-280970556972284298</id><published>2010-08-24T19:22:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T16:16:53.651-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anhembi'/><title type='text'>DIVAGAÇÕES SOBRE O FENÔMENO HUMANO -1-</title><content type='html'>&lt;a href="http://oalleoni.blogspot.com/2010/08/divagacoes-sobre-o-fenomeno-humano-1.html"&gt;BLOG OALLEONI: DIVAGAÇÕES SOBRE O FENÔMENO HUMANO -1-&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3696392869880246397-280970556972284298?l=oalleoni.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://oalleoni.blogspot.com/2010/08/divagacoes-sobre-o-fenomeno-humano-1.html' title='DIVAGAÇÕES SOBRE O FENÔMENO HUMANO -1-'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/280970556972284298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3696392869880246397&amp;postID=280970556972284298&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/280970556972284298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/280970556972284298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/2010/08/blog-oalleoni-divagacoes-sobre-o.html' title='DIVAGAÇÕES SOBRE O FENÔMENO HUMANO -1-'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397.post-2459233811574688093</id><published>2010-08-23T19:34:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T16:16:53.652-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anhembi'/><title type='text'>DIVAGAÇÕES SOBRE O FENÔMENO HUMANO -1-</title><content type='html'>&lt;!-- Start of Globel Code --&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.free-counters.co.uk" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://006.free-counters.co.uk/count-007.pl?count=olivio14&amp;type=links&amp;prog=hit" width="150" height="26" border="0" alt="Free Counters" title="Free Counters"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;noscript&gt;The following text will not be seen after you upload your website,&lt;br /&gt;please keep it in order to retain your counter functionality &lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.free-counters.co.uk" target="_blank"&gt;Free Trackers&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;a href="http://www.free-counters.co.uk" target="_blank"&gt;Help&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;/noscript&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- End of Globel Code --&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;"A força não provém da capacidade e sim de uma vontade indomável." Gandhi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/THMz2nh4cZI/AAAAAAAAAyw/pKaUtfM0_8s/s1600/aguiagalinha.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 219px; FLOAT: left; HEIGHT: 183px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5508803782621294994" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/THMz2nh4cZI/AAAAAAAAAyw/pKaUtfM0_8s/s200/aguiagalinha.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 194px; FLOAT: right; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5508803983590844642" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/THM0CUMwaOI/AAAAAAAAAy4/OEUgvCcOsik/s200/formiga.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há um motivo para iniciar o texto com uma águia e formigas. São os dois extremos típicos de comportamento, o primeiro em sua altivez única, um elemento que vive no máximo com sua companheira, e formigas do outro lado, uma sociedade altamente desenvolvida onde cada elemento executa sua função por toda a existência, do nascimento até a morte. Cabe ao homem, como ser racional, e com direito de opção a escolher as tendências que mais aprecie dentro de sua vida, cada uma com suas vantagens e desvantagens.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tentaremos dentro desta série de divagações, a flutuar entre uma e outra situação, tanto no aspécto material como no filosófico. Não há intenção de se elogiar ou criticar fatos, situações, opções e mesmo a religiosidade de cada um. Unicamente de se criar o motivo de consciência e discussão do ser humano sob o aspécto material e sobre sua visão metafísica . &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/THM4jI0fJ9I/AAAAAAAAAzA/qlIKohyO8Ik/s1600/gramofone1.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 138px; FLOAT: left; HEIGHT: 176px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5508808945518454738" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/THM4jI0fJ9I/AAAAAAAAAzA/qlIKohyO8Ik/s200/gramofone1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Os olhos estão marejados. O fonógrafo esgana-se, insiste em fazer-nos ouvir músicas que nossos ouvidos e mente negam-se a querer reconhecê-las, mas em nossa pele produzem calafrios enquanto vagas e distantes lembranças, esvanecidas em brumas, insistem em se fazer presentes. Falam de assuntos onde há a sensação que passamos por eles há muito tempo. Fazem-nos começar a aflorar à lembrança coisas há muito esquecidas. O corpo treme ao entrechoque destes valores, ora quando a mente tenta se fundir com elas e fazê-las vivas, ora renegá-las, fazendo com que permaneçam perdidas dentro do mais absoluto nada. Mas a curiosidade vai vencendo a nulidade e tomando forma. São sons que falam de valores morais, de hombridades, de compromissos assumidos não somente com outros, mas principalmente conosco próprio. São hinos que enaltecem valores civis, valores morais, da verdade e retidão humana, que se situam acima do próprio valor do existir, que envolvem a nós e todos os outros.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/THQxtVfwP-I/AAAAAAAAAzI/r10qydYiWGU/s1600/fantasma+evasnescente.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 176px; FLOAT: right; HEIGHT: 210px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5509082899115163618" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/THQxtVfwP-I/AAAAAAAAAzI/r10qydYiWGU/s200/fantasma+evasnescente.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A voz rouca continua a exprimir noções onde a vida pouco ou nada significa, mas os valores absolutos que falam de uma existência nova, de liberdade, de uma comunhão total entre as metas existenciais, onde qualquer outro valor que se interponha contra ela torna-se insignificante ou nulo. Ela é como um respirar onde não tema-se fazer qualquer tipo de ruído. Respira-se fundo, e sente-se a massa gasosa passar pelo nariz e lábios, invadir os brônquios, e finalmente chegar até o fundo da alma. Ela escorre livre, sem dificuldades, lisa e uniforme. Nada detém seu fluxo. Esta sensação incute que, qualquer que seja o preço pago para chegar a este ponto sempre é muito caro, chegando mesmo até valores que seja dado o próprio sangue como remuneração.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/THQ4U__O-KI/AAAAAAAAAzQ/DLdm99yLvm8/s1600/dormindo+1.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 195px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5509090177606154402" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/THQ4U__O-KI/AAAAAAAAAzQ/DLdm99yLvm8/s200/dormindo+1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Mas súbito, mesmo com as canções continuando em sua cascata exibicionista e demagógica, eis que brota do nada um momento de absoluta calmaria, quando o som do violão rompe todas as canções, e fazendo eco com o silêncio, suas cordas murmuram promessas de recompensas impagáveis, onde a paz e satisfação totais imperam. E, em um momento espástico, parece que a ilusão e realidade se fundem, tornando-se um novo elemento, desconhecido, que nos leva a um amplexo totalmente desconhecido, gozo sublime, total e infinito. Ele não passa nunca, e derrama sobre nosso corpo novas sensações antes escondidas e totalmente desconhecidas. Deixemos nosso corpo relaxar, e nos mesclemos com esta nova percepção, deixando com que ela nos impregne, entremeie-se por nossas carnes e ossos. Fechemos os olhos e deixemo-nos ser envolvido por ela, e de repente estaremos como que voando, apenas uma consciência flutuando, liberta da massa carnal. Estaremos observando primeiramente locais habituais, como o quarto que estamos, e deitado sobre a cadeira, nós mesmo. Depois, dependendo da habilidade e capacidade, iremos nos afastando deste ambiente, e o limite onde se ir é o imponderável. Nós somos o limite. &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/THQ7rwCiVrI/AAAAAAAAAzY/PbDC3nlJovs/s1600/arte+moderna+1.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 251px; FLOAT: right; HEIGHT: 198px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5509093866996913842" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/THQ7rwCiVrI/AAAAAAAAAzY/PbDC3nlJovs/s200/arte+moderna+1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nunca diga que o desconhecido existe, ele só é uma verdade se nossa mente não for capaz de interagir com as novas realidades ou elaborar fantasias, que divirjam da linha de raciocínio habitual, lógico. No momento que a mente consegue vagar isolada do corpo e do coerente por novos caminhos desconhecidos, rompida de uma forma quase que total com o que denominados de lógica habitual, estará andando em novas terras, novos mundos. Aí realmente poderemos ter a percepção e falar em como o mundo é gigantesco, senão infinito. Tudo dependerá do nosso pensamento cognitivo. E teremos certeza e convicção da colocação: o homem é imortal e infinito. E, por incrível que possa parecer, teremos a sensação intuitiva que algumas coisas não existem mais, como o espaço, o tempo. Todos estes são recursos fugazes para se enfrentar nossas realidades mundanas. Como parte de algo superior, temos o “dèjà vu” destas outras verdades. Infelizmente as necessidades do dia a dia fazem embotar a capacidade em as ver e as sentir. Mas se reservarmos um tempo diário a avaliar estes valores, conseguiremos vislumbrar estas verdades por um novo prisma. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Deus nunca faria uma criação para que simplesmente surgisse e desaparecesse depois de algum tempo, num estalar de dedos. Toda criação existe por uma finalidade, a de mostrar a capacidade que temos em a executar. Acreditamos que corpo e alma são manifestações diferentes de um mesmo objeto, o homem. Se o corpo é finito, o mesmo não acontece com a alma. Ela, desprendida de seus grilhões, quiçá irá para lugar especial até que seja o momento dela ligar-se novamente com um outro, e repetir o ciclo, Realidade ou fantasia, expectativa de um sonho de imortalidade e resquício da esperança de quinhão da eternidade, a certeza deste conhecimento não nos pertence nem nunca pertencerá. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se os momentos de “déjà vu” muitas vezes beiram as raias da irracionalidade, tendem a mostrar sempre que o contato entre o passado e o presente se faz de uma forma incoordenada, esporádica e espástica. O mesmo acontece com o “déjà senti“ e o “déjá visité”. E por similaridade podemos até cogitar em contatos entre o presente e futuro e até mesmo entre o passado e futuro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cremos fielmente que somos frutos de algo que transcende o próprio homem, que temos um passado, presente e futuro, e que desta linha existencial amanhã teremos de dar conta ao nosso Criador. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3696392869880246397-2459233811574688093?l=oalleoni.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/2459233811574688093/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3696392869880246397&amp;postID=2459233811574688093&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/2459233811574688093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/2459233811574688093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/2010/08/divagacoes-sobre-o-fenomeno-humano-1.html' title='DIVAGAÇÕES SOBRE O FENÔMENO HUMANO -1-'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/THMz2nh4cZI/AAAAAAAAAyw/pKaUtfM0_8s/s72-c/aguiagalinha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397.post-3312033695806828173</id><published>2010-08-07T18:15:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T16:16:53.652-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anhembi'/><title type='text'>VISLUMBRES DA INFÂNCIA  4</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- Start of Globel Code --&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.free-counters.co.uk/" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://006.free-counters.co.uk/count-006.pl?count=olivio13&amp;type=links&amp;prog=hit" width="150" height="26" border="0" alt="webpage counters" title="webpage counters"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;noscript&gt;The following text will not be seen after you upload your website,&lt;br /&gt;please keep it in order to retain your counter functionality &lt;br /&gt;&lt;br&gt;Ever watched the high rollers betting in the casinos? and nothing can be considered as ultimate alternative for &lt;a href="www.unveil.com/online-slots/2006/07/27/wheel-of-fortune-slot-machines" target="_blank"&gt;wheel of fortune slots&lt;/a&gt;&lt;br&gt; which seems to be necessary in modern life. Even the high rollers do their betting in casinos. &lt;a href="http://www.free-counters.co.uk/" target="_blank"&gt;Free Counters&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;/noscript&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TF4JymUYLxI/AAAAAAAAAxQ/IjUYP-bsIBg/s1600/ROSA.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 107px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5502846559577452306" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TF4JymUYLxI/AAAAAAAAAxQ/IjUYP-bsIBg/s200/ROSA.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O MAIS PROFUNDO DOS AMORES&lt;br /&gt;(Todas estas obras são de ficção e fruto de sua imaginação. Toda e qualquer eventual semelhança com fatos da vida real, passados ou presentes não passa de mera coincidência)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Há momentos que fico assustado em como as idéias voam, deslizam sobre o tempo, indo buscar fatos perdidos dentro da obscuridade existencial do ontem.&lt;br /&gt;Hoje escrevia para uma pessoa que gosto demais, e relembrei-me do caso V... /Maf... Não menos que 40 anos passados já se vão desde que este fato assediou minha existência. Realmente as primeiras raízes tiveram início quando teria eu meus sete, oito anos. V... era uma garota que eu havia aprendido a ver com carinho todo especial já em minha tenra idade. Além de subir em árvores, brincar com meus amigos, falar sobre garotas, as imagens de sua casa, pequena, mas sempre bem arrumada por sua mãe, nunca me deixaram minha mente. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TF4F_vWtZrI/AAAAAAAAAxA/zPDRIJLabTM/s1600/1+casa+velha.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 247px; FLOAT: left; HEIGHT: 201px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5502842387294938802" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TF4F_vWtZrI/AAAAAAAAAxA/zPDRIJLabTM/s200/1+casa+velha.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Não ficava ela mais do que quatro ou cinco quarteirões da minha. Uma porta dando diretamente para a rua, uma janela antiga, com vidraças em guilhotina, vidros impecavelmente limpos, onde quase sempre cortinas e sombras insistiam em ocultar seu interior. Esporadicamente podíamos vislumbrar nesta sala duas cadeiras e um canapé impecavelmente revestidos de palhinha. Alguns quadros ornavam as paredes e um espesso tapete que forrava o piso. Uma pequena casa, com paredes raramente caiadas, prensada entre uma padaria e uma casa de ferragens. Ora chegavam os odores de saborosos doces, Ora chegava o cáustico de produtos químicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas apesar disto tudo, eu não consigo me recordar delas sem ver estampado no rosto das&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TF4HBENtJlI/AAAAAAAAAxI/ohh2cxhHUow/s1600/2+cabe%C3%A7a.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 233px; FLOAT: right; HEIGHT: 246px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5502843509585815122" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TF4HBENtJlI/AAAAAAAAAxI/ohh2cxhHUow/s200/2+cabe%C3%A7a.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; duas os eternos sorrisos que ali habitavam. E, dentro de minha infância e juventude, chamava-me a atenção a ausência da imagem masculina dentro daquelas singelas paredes.&lt;br /&gt;Aos meus catorze, quinze anos, com o aumentar dos hormônios, sentia-me muito mais atraído por ela. Tornara-se um de meus amores juvenis, senão dos muitos, o primeiro. Ao abandonar Piracicaba para dar continuidade aos estudos, nos distanciamos, perdemos aquele contato mais profundo, mas não o relacionamento esporádico.&lt;br /&gt;Ele foi reatado após umas dez primaveras. Com meu retorno à velha cidade, comecei demonstrar vislumbres de meu íntimo à ela. Correspondências foram trocadas, idéias foram discutidas, e tinha eu meus sonhos que talvez o futuro viesse a reservar alguma coisa em comum para nós. Agora elas já moravam em um sobrado espaçoso, longe daqueles odores enjoativos. V... já não era mais aquela meninota, mas sim uma mulher, com valores e idéias perfeitamente definidas.. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TF4Nx5KkiJI/AAAAAAAAAxY/ZDp4xkZPBbI/s1600/4+moto.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 156px; FLOAT: left; HEIGHT: 220px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5502850945503234194" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TF4Nx5KkiJI/AAAAAAAAAxY/ZDp4xkZPBbI/s200/4+moto.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Mas nesta fase o surgiu o “moço da moto”, com sua roupa negra de couro, suas canções de Hair, falando respeito do doce amor a primeira vista e chegou conquistando seu coração, interpondo-se entre nós. Explosivamente foi tomando conta do espaço, e quando tomei consciência, vi que todo meu esforço havia sido perdido. Foi no dia que V., toda alegre, dengosa, veio correndo beijar-me, dizendo que agora sua vida estava de novo completa, pois amava perdidamente o rapaz da moto. E lá se foram meus sonhos água abaixo. Cabisbaixo no meu interior, mas negando-se a demonstrar a derrota, com sorrisos nos lábios, nada mais restou que dar os parabéns por sua escolha.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesta fase ainda ela falava em Maf... O significado deste nome é variado&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TF4OZD3XLMI/AAAAAAAAAxg/cRvFSIwVLcs/s1600/6+Cabisbaixo.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 223px; FLOAT: right; HEIGHT: 223px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5502851618390355138" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TF4OZD3XLMI/AAAAAAAAAxg/cRvFSIwVLcs/s200/6+Cabisbaixo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;. Alguns falavam que dizia respeito a um tratamento carinhoso, outros a respeito ao seu verdadeiro nome. Seja como for, seu real significado está perdido no tempo e espaço. Todos os envolvidos há muito já deixaram definitivamente estas plagas e não sei dizer se andam pelas brumas do purgatório ou entre os fogos do inferno. Pode ser que se encontrem também entre as nuvens do céu. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando se ama por amor, os sentimentos são essencialmente profundos. Não há cobranças, mas aceitação e impulsão de um querer complementar mais ainda o cônjuge. Mas quando se ama comparando uma pessoa com outra, isto não é bem amor, e os fatos tomam inexoravelmente outro rumo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TF4O-HR_IXI/AAAAAAAAAxo/_E0exCAQnPk/s1600/3amor1%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 176px; FLOAT: left; HEIGHT: 225px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5502852254962491762" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TF4O-HR_IXI/AAAAAAAAAxo/_E0exCAQnPk/s200/3amor1%5B1%5D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;E foi este quase que seguramente o último amor de V... por Maf... , fogo de palha, explosivo, mas que não se acabava nunca porque tinha toda a palha do mundão para queimar. Cada passo dado entre os dois era muito mais uma promessa de consolidação do relacionamento que um mero e especulativo motivo para eventual separação.&lt;br /&gt;Esta foi a verdadeira perdição de V... Assim como se amaram com violência e possessivamente, sem limite algum para dar vazão aos seus sentimentos, também este fato constituiu a âncora para uma série de acontecimentos seqüenciais. Maf... mergulhando em seus pingões cada vez maiores, com sua ambivalência sexual oscilando entre o amor por V... e por seu amante, cada vez mais foi deixando a angústia tomar conta de sua pessoa. O amor por ela podia quebrar todos seus valores, criar novas metas existenciais, criar mundos e mais mundos, mas não conseguia fazer dela a única pessoa que amasse em sua vida. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Queria ter o sol nas mãos para tecer com seus raios dourados uma eterna renda de luz, onde descansaria meus pensamentos tristes. E nesta infinita rede ilusória, deixaria meus olhos abertos até que cansassem de ver miríades de estrelas cintilantes repletas de longínquas e inatingíveis felicidades”.&lt;br /&gt;Tinha ele a capacidade de mergulhar no improvável, e sair descrevendo as belezas existentes em todos os lados antípodas, de extrair amor do ódio, e ver e construir uma amizade na incompreensão e desprezo de outro. &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TF4P7vbz9OI/AAAAAAAAAxw/4Tc3OkyZoiQ/s1600/8+suicidio.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 222px; FLOAT: right; HEIGHT: 208px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5502853313713140962" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TF4P7vbz9OI/AAAAAAAAAxw/4Tc3OkyZoiQ/s200/8+suicidio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Houve um momento que as coisas ficaram tão difíceis que, dentro da conturbação que enfrentava, pressão social, pressão familiar, dos amigos, a própria ambivalência, que a depressão tomou conta dele integralmente, e o escape mais fácil e simples para todo o caos foi um só. E até hoje os seus antigos amigos, aqueles mais chegados, quando esporadicamente relembram do áspero e indigesto assunto, discutem se chegou ele realmente a ouvir ou não o disparo da arma antes do projétil lhe fragmentasse o crânio.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esta foi a separação e perda brutal para todos. Para um o cemitério, para outra o chorar pelo amor definitivamente perdido, isto sem falar nos sentimentos familiares. E foi também o começo de sua loucura. Para todos os que tentassem se aproximar dela vislumbrando um relacionamento afetivo, a eterna comparação de seus novos sentimentos com os que tinha para Maf é o que se fazia presente. Tal qual pêndulo que oscila entre um e outro lado, lento mas sempre no implacável movimento, assim também sua idéia abrochava. Tão certo como o vai e vem, a comparação acabava por preencher todo o seu ser, fazendo arvorecer todas suas dúvidas, suas insatisfações, que culminavam com o afastar de todos os que se aproximassem dela.&lt;br /&gt;Lenta, mas inexoravelmente, o amor em palha pelo rapaz da moto ardeu e também faleceu na comparação.&lt;br /&gt;V... depois de algum tempo, ignorando seus mais profundos sentimentos, deixando-os firmemente relegados e encarcerados em segundo plano, simplesmente preferiu se tornar a “Grande Senhora”, unindo-se pelo matrimônio a um dos filhos de um dos homens “poderosos” da cidade.&lt;br /&gt;Mas, lentamente foi consumindo-se, tanto na pessoa como na união em que não era feliz. Não era de sua feitura ser a grande matriarca, ainda mais que não tinha ao seu lado a quem verdadeiramente amar. Por fim seu casamento também acabou. O marido junto com o filho, mudaram-se para terras não antes navegadas. A ela, restou ficar jogada à solidão dentro da gaiola de ouro que vivia e havia restado, sem mais ninguém ao lado que pudesse receber ou externar seu amor e carinho. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TF4T4SCzt0I/AAAAAAAAAx4/HsOXl7ZlXv4/s1600/5+++bebado.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 177px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5502857652330542914" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TF4T4SCzt0I/AAAAAAAAAx4/HsOXl7ZlXv4/s200/5+++bebado.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Infeliz do pobre Maf... e seu círculo vicioso. O contínuo ascendente de sua sensibilidade fez aumentar a bolha de sensações que lhe envolviam o corpo, mente e os sentimentos, e a impossibilidade de dar vazão aos pressentimentos e sensações que se acumulavam e o envolviam, foi fazendo ampliar em seu interior a bomba da incompreensão e da insatisfação, que se avolumavam com o não exato entendimento de sua compreensão e sensibilidade.&lt;br /&gt;Houve um momento impossível de se conter. Queria se doar e todos davam risadas de sua pessoa, uns disfarçadamente, outros de forma totalmente petulante. Queria amar, e quanto mais tentava mostrar o quanto era profundo seu sentimento por todos e tudo, mas isto se constituía em regalo para suas cínicas amizades. Perdeu todos seus amores e suas estimas, tanto internas como externas.. O que nunca deixou de cultivar, brotar e florescer em seus relacionamentos, a que devotava o maior carinho e respeito foi o eterno e silencioso desprezo devotado por aqueles que se negavam a entendê-lo, que nada faziam para ampará-lo.&lt;br /&gt;De forma cada vez mais avassaladora as indecisões, angústias e ambivalências foram tomando volume até que a espoleta detonou aquele pobre corpo e alma.&lt;br /&gt;Apesar de todos os esforços para permanecer existindo, as forças foram exaurindo continuamente, as motivações se evanescendo e acabou ela pela triste decisão de encontrar-se novamente com Maf... , seu eterno e realmente único amor, para além deste mundo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 107px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5502841918083471442" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TF4FkbZ-mFI/AAAAAAAAAw4/qcw8eltT-64/s200/ROSA.jpg" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3696392869880246397-3312033695806828173?l=oalleoni.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/3312033695806828173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3696392869880246397&amp;postID=3312033695806828173&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/3312033695806828173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/3312033695806828173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/2010/08/vislumbres-da-infancia-4.html' title='VISLUMBRES DA INFÂNCIA  4'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/TF4JymUYLxI/AAAAAAAAAxQ/IjUYP-bsIBg/s72-c/ROSA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397.post-8958271283467060450</id><published>2010-04-21T10:15:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T16:16:53.653-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anhembi'/><title type='text'>VISLUMBRES DA INFÂNCIA: 3</title><content type='html'>&lt;div&gt;A Espingarda e a Vocação Médica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- Start of Globel Code --&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.free-counters.co.uk/" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img title="web page counters" border="0" alt="web page counters" src="http://006.free-counters.co.uk/count-062.pl?count=olivio11&amp;amp;type=links&amp;amp;prog=hit" width="150" height="26" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;noscript&gt;&lt;/noscript&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- End of Globel Code --&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S9BpObWsKeI/AAAAAAAAAsY/8CXXJVX24P0/s1600/Faz.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 233px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462982044582423010" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S9BpObWsKeI/AAAAAAAAAsY/8CXXJVX24P0/s320/Faz.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S88zY3Rj0XI/AAAAAAAAAro/I3BFKUvd1jg/s1600/radio-antigo.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 156px; FLOAT: left; HEIGHT: 121px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462641375271178610" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S88zY3Rj0XI/AAAAAAAAAro/I3BFKUvd1jg/s320/radio-antigo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Antigamente, quando morávamos em área rural, nossa formação - em contato contínuo com a natureza - tinha características peculiares. Acordava-se cedo, até mesmo antes do raiar do sol. A primeira coisa a ser feita era ligar o rádio, pois assim ouvíamos algumas músicas, e também recados que eram enviados da cidade para nós. É bom rememorar que tneste tempo não tínhamos energia elétrica. Quem fornecia energia para o rádio era a velha bateria (acumulador) de carros.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aí o fogão a lenha era aceso, para preparo da primeira refeição. Após o café, ajudava-se a revolver a &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S88z0D2QECI/AAAAAAAAArw/DUeOthUIgzc/s1600/fogao-a-lenha800.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 157px; FLOAT: right; HEIGHT: 116px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462641842502766626" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S88z0D2QECI/AAAAAAAAArw/DUeOthUIgzc/s320/fogao-a-lenha800.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;palha dos colchões enquanto outra pessoa ia estendendo as camas. Cuidava-se dos animais, ao cair da tarde saía-se em busca dos ovos de galinha e de gravetos secos para acender o fogão a lenha na madrugada seguinte. Sacrificava-se esporadicamente algum animal para poder dele fazer a refeição. Moía-se a carne de porco para fazer lingüiças, que ficavam semanas secando. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S88079qIILI/AAAAAAAAAr4/5jFz1cpZihE/s1600/Ferro+passar+roupa.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 179px; FLOAT: left; HEIGHT: 121px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462643077791883442" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S88079qIILI/AAAAAAAAAr4/5jFz1cpZihE/s320/Ferro+passar+roupa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Trocavam-se os ferros de brasas esfriando com outro de rubras para passar roupas. Desde criança, incutia-se o conceito de responsabilidade e de divisão de trabalho. Para podermos exigir no futuro um serviço bem feito, tínhamos desde a infância a saber como fazê-lo bem feito. E ainda sobrava tempo para subir nas árvores e deliciar-se com as frutas, bem como correr no final da tarde para o rio tomar banho com os outras pessoas e nadar. E não se podia esquecer de lavar os pés antes de deitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ir à roça de feijão ou de algodão eram coisas também proibidas, quando meninos. O risco de ser&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S9Bm1zNVW4I/AAAAAAAAAsA/xhc7ZPxFW9U/s1600/algodao+c.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 161px; FLOAT: right; HEIGHT: 107px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462979422465645442" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S9Bm1zNVW4I/AAAAAAAAAsA/xhc7ZPxFW9U/s320/algodao+c.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; picado por cobras era muito grande. Também tínhamos de olhar com cuidado as árvores, pois muitas vezes aí também estavam as víboras. Por diversas vezes na infância colhi flores para enfeitar a urna de alguém que havia partido em virtude disto. Tínhamos de ficar sempre atentos a qualquer coisa diferente. Se estivéssemos de cavalo, o perigo era pisar em algum enxu de vespas. E neste caso a ordem era pular do animal e ficar deitado quieto no chão até que o enxame fosse embora. Levava-se menos picadas. A realidade é que a mínima distração poderia causar a morte. Poderia não haver uma segunda oportunidade. Desde a infância era imprimido de modo indelével o conceito do perigo e da morte. Somente assim é que teríamos mais possibilidades de sobreviver.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S9BnWTemctI/AAAAAAAAAsI/ORJOfOpWPr0/s1600/lampiao+querosene.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 119px; FLOAT: left; HEIGHT: 167px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462979980883817170" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S9BnWTemctI/AAAAAAAAAsI/ORJOfOpWPr0/s320/lampiao+querosene.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;À noite, o lampião de querosene, espraiando sua luz amarelada, criando sombras fantasmagóricas, iluminava o jogo de baralho, enquanto a sanfona (ou harmônica) arrancava seus sons à distância. Outras vezes sua luz tremulante, se fazia presente para podermos ler algum livro, ou era quando meu pai sentava-se em sua mesa e fazia a escrituração diária. Mas habitualmente dormia-se cedo. A eletricidade, gerada a custa de baterias, era somente utilizada para o rádio. No restante da noite, quebrando a escuridão negra tal breu, uma pequena lamparina a óleo se fazia presente, rasgando o negrume noturno.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Meu pai se faz ainda presente em minhas recordações quando andávamos pelo sítio, ou à noite,&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S9Bn93kKL7I/AAAAAAAAAsQ/I3pgIQGCfHA/s1600/sombras_parede3.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 146px; FLOAT: right; HEIGHT: 157px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462980660585705394" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S9Bn93kKL7I/AAAAAAAAAsQ/I3pgIQGCfHA/s320/sombras_parede3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; contava histórias ou fazia com as mãos as mais diversas sombras serem projetadas na parede do quarto. Eram quando víamos cabeça de cachorros, pássaros, rostos humanos e as mais diferentes formas imagináveis tomarem vida na parede caiada. Outras vezes sentava-se nos troncos de madeira no terreiro e ficava-se jogando conversa fora com os outros moradores do sítio. Dou graças de ter tido esta experiência fantástica que meus pais possibilitaram. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S9Bpue287WI/AAAAAAAAAsg/_zPd4L8yT4E/s1600/carro-rolima1.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 165px; FLOAT: left; HEIGHT: 116px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462982595278859618" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S9Bpue287WI/AAAAAAAAAsg/_zPd4L8yT4E/s320/carro-rolima1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Eram valores bem diferentes que existiam na área urbana. Agora aqui se andava de carrinho de rolimã, jogava-se futebol na rua, divertíamos com brinquedos mais sofisticados, tínhamos que colocar calça azul e camisa branca para ir à escola. Tínhamos de preparar as lições, estudar... estudar... estudar... &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas tínhamos nossas molecagens. E a mais gostosa, que vem à mente, era colocar um prego de pé entre os paralelepípedos da rua, e ficar apostando que carro iria passar em cima dele e ficar com o pneu furado... tudo ia bem até que nossos pais descobriam a reinação, e acabávamos com algumas chineladas em nosso traseiro.&lt;br /&gt;Mas chegavam as férias. E corríamos de novo para a área rural. No sítio havia lugares que éramos proibidos de irmos a sós. A água era um grande atrativo, mas tínhamos de ter sempre alguém conosco. E para não esquecermos, sabíamos que esta era a lei. Primeiro era o aviso, depois... a cinta bem aplicada na bunda era a certeza absoluta de nossos pais que a lição não seria mais esquecida.&lt;br /&gt;Foi assim que descobri que era proibido brincar no paiol de milho. Também era proibido ir onde se guardava algodão... mas era tão gostoso ficar pulando nele... (onde se podia até vir a morrer sufocado se afundássemos demais). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Havia o quarto de ferramentas. Também era proibido entrar nele. Era ali que ficavam as&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S9BqQV0rEUI/AAAAAAAAAso/5MhM3p4zm8s/s1600/Serra+antiga.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 159px; FLOAT: right; HEIGHT: 162px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462983176968933698" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S9BqQV0rEUI/AAAAAAAAAso/5MhM3p4zm8s/s320/Serra+antiga.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; ferramentas de corte, bem como os venenos utilizados. Geralmente ficavam muito bem fechados.&lt;br /&gt;Era proibido brincar com a lanterna. Ela era reservada para iluminar à noite algum animal selvagem que atacasse as galinhas ou outras criações. E também havia a terrível espingarda, pendurada atrás da porta, coisa sempre cobiçada de se ter às mãos. Ela era quem liquidava estes intrusos noturnos. E era o maior atrativo dentro da casa grande e a peça que mais nos enamorávamos para ter em nossas mãos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S9BquoaOwiI/AAAAAAAAAsw/v6VB-r3Ngco/s1600/ni_espingarda.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 168px; FLOAT: left; HEIGHT: 160px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462983697354375714" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S9BquoaOwiI/AAAAAAAAAsw/v6VB-r3Ngco/s320/ni_espingarda.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Tinha eu meus seis ou sete anos, quando meu pai resolveu me ensinar a atirar e algumas coisas a mais. Um belo dia pegou a cartucheira, explicou como funcionava. Depois orientou a firmá-la com toda a força contra meu ombro, mirar no animal e puxar o gatilho.&lt;br /&gt;Assim o fiz. O tiro foi de um lado, e eu caí de costas com a violência da explosão. Com o ombro dolorido, levantei-me e fui ver minha primeira caça. Um pobre passarinho estava caído no chão, debatendo-se entre a vida e a morte, piando sem parar. E eu não podia entender comigo mesmo o porque que havia feito aquilo... fiquei vendo a agonia do pobre pássaro, até que cessaram seus movimentos e calou-se seu trino. Olhava para meu pai ao meu lado pedindo ajuda, e ele quieto, sem falar uma única palavra ou fazer um único gesto. Foi uma ótima lição de ele me deu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este foi meu primeiro e último tiro contra alguma coisa viva que dei em minha vida. E foi também, seguramente o que criou uma verdadeira obsessão, apesar de ter alta inclinação por matemática e física, a dedicar minha existência a cuidar de doentes. Foi assim que optei por ser médico. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3696392869880246397-8958271283467060450?l=oalleoni.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/8958271283467060450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3696392869880246397&amp;postID=8958271283467060450&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/8958271283467060450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/8958271283467060450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/2010/04/vislumbres-da-infancia-3.html' title='VISLUMBRES DA INFÂNCIA: 3'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S9BpObWsKeI/AAAAAAAAAsY/8CXXJVX24P0/s72-c/Faz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397.post-1144489778272334257</id><published>2010-04-02T06:41:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T16:16:53.654-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anhembi'/><title type='text'>BRASÍLIA:  Vislumbres de Infância 02</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.free-counters.co.uk/" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img title="counters" border="0" alt="counters" src="http://006.free-counters.co.uk/count-057.pl?count=olivio10&amp;amp;type=links&amp;amp;prog=hit" width="150" height="26" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;noscript&gt;&lt;/noscript&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Há coisas interessantes que ocorrem durante nossa existência. Há fatos corriqueiramente repetitivos e os habituais, que são a grande maioria das ocorrências. Mas também há os raros, como ver ser fundada uma cidade, e ainda raríssimo, como ver uma capital de um país ser mudada, como o foi a do nosso país para o vasto sertão central do Brasil.&lt;br /&gt;Independente de seu contexto político bem como de todas as iniciativas que ocorreram para sua existência, bem como conseqüências de sua nova localização e atuação, a realidade é que pouquíssimas gerações (e pessoas) tiveram a oportunidade de ver um fato desta magnitude acontecer. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E neste aspecto, seguramente a fundação de Brasília é única. A grandeza inerente de ver uma nova cidade desabrochando em pleno sertão, a segunda mudança de capital ocorrida no Brasil, é sensação única e inexplicável a não ser para quem teve esta oportunidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nos tempos que a Capital Federal se situava em Salvador, ocorreram invasões por estrangeiros (ingleses e holandeses).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S7X00NBGG1I/AAAAAAAAAp8/4QAwxd3PwlI/s1600/Brasilia+Marques+Pombal+Sebastiao+Jose+Carvalho+e+Melo+Conde+Oeiras.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 168px; FLOAT: left; HEIGHT: 149px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5455535701313854290" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S7X00NBGG1I/AAAAAAAAAp8/4QAwxd3PwlI/s320/Brasilia+Marques+Pombal+Sebastiao+Jose+Carvalho+e+Melo+Conde+Oeiras.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;A idéia de sua mudança para a área central (1761) já era defendida pelo Marquês de Pombal (1699-1782) e pela Inconfidência Mineira (1789). Em 1823 José Bonifácio (1763-1838) defendia a transferência da Capital para uma área central. Em 1891 a Assembléia Constituinte&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S7X1Msnl0OI/AAAAAAAAAqE/BbGE7dRpLH0/s1600/Brasilia+Luis+Crulz+eng+belga+chefe+miss%C3%A3o+Crulz+Cr%C3%A9dito+CEFET+CAMPOS.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 131px; FLOAT: right; HEIGHT: 192px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5455536122113675490" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S7X1Msnl0OI/AAAAAAAAAqE/BbGE7dRpLH0/s320/Brasilia+Luis+Crulz+eng+belga+chefe+miss%C3%A3o+Crulz+Cr%C3%A9dito+CEFET+CAMPOS.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; aprovou a mudança de Capital, que foi demarcada por Luis Crulz (1848-1908), Diretor do Observatório Astronômico do Rio de Janeiro. Mas, as tormentas governamentais que ocorreram nos anos vindouros fizeram com que a idéia permanecesse adormecida. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S7X1s1Qz6gI/AAAAAAAAAqM/hvymcz5uQF0/s1600/Brasilia+Juscelino+Kubtscheck.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 81px; FLOAT: left; HEIGHT: 143px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5455536674189863426" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S7X1s1Qz6gI/AAAAAAAAAqM/hvymcz5uQF0/s320/Brasilia+Juscelino+Kubtscheck.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Ela foi despertada novamente com a entrada de Juscelino Kubtscheck de Oliveira na Presidência da República. E a coroação da idéia ocorreu precisamente em 21 de abril de 1960, com a inauguração de Brasília. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Retornando a idéia inicial, há oportunidades únicas da vida de algumas pessoas. E minha família não poderia deixar de testemunhar tal fato. Independentemente das dificuldades a se enfrentar, seríamos testemunhas da fundação de Brasília.&lt;br /&gt;Minha mãe Antonieta, minha irmã Maria Ruth, meu irmão Rossini com sua esposa Neyde e eu nos mobilizamos para esta viagem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S7X3LJU2yTI/AAAAAAAAAqU/BCx60NWkwiY/s1600/Bras+02a.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 210px; FLOAT: left; HEIGHT: 220px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5455538294483241266" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S7X3LJU2yTI/AAAAAAAAAqU/BCx60NWkwiY/s320/Bras+02a.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Saímos de Piracicaba três dias antes da inauguração, indo para Brasília em um Jeep. Nas cidades dormíamos em hotéis, e quando estes não existiam, repousávamos como os outros, na beira das estradas. Enfrentamos o asfalto, as estradas de terra e chegamos um dia antes da inauguração. Em Brasília não havia restaurantes onde se fazer as refeições. A alimentação era distribuída pelo Exército, em caixas de papelão, com dois lanches, dois ovos cozidos, uma fruta e um pequeno pacote de sal em seu interior. Não faltava ampla distribuição de leite e água. Também estava lá o sino que badalou anunciando a morte de Tiradentes (1746-1792), agora anunciando com suas badaladas a nova Capital Federal. &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S7X4AkC7gPI/AAAAAAAAAqc/Ogb0HbYaNsw/s1600/Bras+05a.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 141px; FLOAT: right; HEIGHT: 245px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5455539212188877042" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S7X4AkC7gPI/AAAAAAAAAqc/Ogb0HbYaNsw/s320/Bras+05a.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;E assim fomos testemunhas junto com candangos e outras pessoas de ver surgir uma nova cidade e Capital do Brasil. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E de toda esta experiência, algumas palavras ficaram indelevelmente marcadas em nossas mentes: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S7X4eG3vjrI/AAAAAAAAAqk/UuNZXoX6N94/s1600/Bras+03a.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; FLOAT: left; HEIGHT: 223px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5455539719753404082" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S7X4eG3vjrI/AAAAAAAAAqk/UuNZXoX6N94/s320/Bras+03a.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;"Deste Planalto Central, desta solidão em que breve se transformará em cérebro das mais altas decisões nacionais, lanço os olhos mais uma vez sobre o amanhã do meu país e antevejo esta alvorada, com uma fé inquebrantável e uma confiança sem limites no seu grande destino".&lt;br /&gt;Juscelino Kubistchek&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os maiores agradecimentos à família, que nunca deixou de ter o espírito de conhecimento no sangue, permitindo que em minha infância conhecesse o Brasil. &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S7X5IRmko-I/AAAAAAAAAqs/iNxo9SXBawQ/s1600/Bras+01a.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 204px; FLOAT: right; HEIGHT: 156px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5455540444188681186" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S7X5IRmko-I/AAAAAAAAAqs/iNxo9SXBawQ/s320/Bras+01a.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E, de todas as recordações, a mais palpável é um pedaço de mármore arrendodado, branco, onde, com a letra de minha mãe, esta escrito: Brasília, 21 4 1961.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3696392869880246397-1144489778272334257?l=oalleoni.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/1144489778272334257/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3696392869880246397&amp;postID=1144489778272334257&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/1144489778272334257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/1144489778272334257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/2010/04/brasilia-lembrancas-de-infancia-02.html' title='BRASÍLIA:  Vislumbres de Infância 02'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S7X00NBGG1I/AAAAAAAAAp8/4QAwxd3PwlI/s72-c/Brasilia+Marques+Pombal+Sebastiao+Jose+Carvalho+e+Melo+Conde+Oeiras.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397.post-9117306766668515244</id><published>2010-03-23T13:53:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T16:16:53.655-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anhembi'/><title type='text'>Retorno à década de 1950</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;VISLUMBRES DA INFÂNCIA&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- Start of Globel Code --&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.free-counters.co.uk/" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://006.free-counters.co.uk/count-126.pl?count=olivio8&amp;type=links&amp;prog=hit" width="150" height="26" border="0" alt="counter" title="counter"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;noscript&gt;The following text will not be seen after you upload your website,&lt;br /&gt;please keep it in order to retain your counter functionality &lt;br /&gt;&lt;br&gt;I prefer to do my betting in real casinos. by getting &lt;a href="http://pachisloshop.com" target="_blank"&gt;online slots&lt;/a&gt;&lt;br&gt; from reliable entities one can gain a great benefit. 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Era um tempo repleto de atividades físicas e fantasias. Se nada havia para fazer, deitava-se no chão, se ficava a ver as nuvens passarem. E logo vinham as semelhanças com objetos do cotidiano... &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Hoje, o computador e os jogos eletrônicos tomaram conta de toda a atividade. O importante é a telinha em frente ao rosto. O resto é resto... &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se de um lado temos pessoas com maior grau de cultura, de outro temos jovens que deixaram de ter infância. São os tempos modernos e o preço que pagamos por eles. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas eis que de repente, mergulhamos neste mundo já superado (segundo alguns) e encontramos o antigo ar de magia quando criança, do cabo de uma vassoura surgiam os melhores alazões ou picaços. As peladas eram inevitáveis ao final da tarde e aos fins de semana. Deliciávamos vendo, por exemplo, o carrinho que se aproximava da beirada da mesa e mudava de direção, não caindo. O mais importante era o imaginário, e não o objeto em si.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo isto está sendo dito para enaltecer um casal que conheci esta semana, o Sr. Francisco Joaquim... e sua esposa. Além das atividades profissionais, também dedicam parte de seu tempo a conservação de seus pequenos objetos, hoje raridades. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Este ambiente, como que fazendo um retorno aos primórdios da infância e juventude das décadas de 50 e 60, teve como conseqüência recordações de fatos dos tempos que já se foram. Além das divagações das mais diversas e antigas brincadeiras infantis, muitos outros assuntos foram ventilados, como os mais diversos tipos de coleção, como de lápis, de flâmulas e muitas outras. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Abrindo a intimidade de seu lar, logo apareceram discos dos mais diversos, muitos autografados pelo próprio cantor. Musicas antigas também se faziam presentes, algumas com cantores que há muito se foram. Desfilavam discos de 33 RPM (bolachão), compactos simples e duplos. Até os antigos discos de massa de 78 RPM foram vistos. Desfilaram coleção de caixas de fósforos, uma bicicleta antiga, ainda com dínamo ainda funcionando e mais objetos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seguramente o ponto alto foi quando apresentou um brinquedo, segundo ele de 1949, que cuida e mantém com todo o carinho. É um brinquedo americano, ainda a corda, onde diversos carrinhos movem-se por uma pista.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não pudemos deixar de tomar imagens deste objeto que já ultrapassou seus 60 anos, e permanece praticamente ainda novo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Só podemos agradecer ao Sr. Francisco José e esposa pela gentileza do atendimento, e enaltecer a sua dedicação a manutenção de objetos, que seguramente são parte da história. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Veja as imagens em: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=IRRZh7ld4kk"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=IRRZh7ld4kk&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3696392869880246397-9117306766668515244?l=oalleoni.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/9117306766668515244/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3696392869880246397&amp;postID=9117306766668515244&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/9117306766668515244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/9117306766668515244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/2010/03/retorno-decada-de-1950.html' title='&lt;strong&gt;Retorno à década de 1950&lt;/strong&gt;'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397.post-8377555170391226509</id><published>2010-01-14T06:09:00.000-08:00</published><updated>2011-04-01T16:16:53.655-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anhembi'/><title type='text'>A LIÇÃO</title><content type='html'>&lt;!-- Start of Globel Code --&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.free-counters.co.uk/" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://008.free-counters.co.uk/count-115.pl?count=z7eo73bq74kktl9jwcor&amp;type=links&amp;prog=hit" width="150" height="26" border="0" alt="counter" title="counter"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;noscript&gt;The following text will not be seen after you upload your website,&lt;br /&gt;please keep it in order to retain your counter functionality &lt;br /&gt;&lt;br&gt; Online sources for &lt;a href="http://www.acsr.com/news-home.htm" target="_blank"&gt;die besten online casinos&lt;/a&gt;&lt;br&gt; are very effective sources to start with.  &lt;a href="http://www.free-counters.co.uk/" target="_blank"&gt;counters&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;/noscript&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- End of Globel Code --&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Piracicaba é detentora de múltiplas entidades assistenciais, algumas seculares. E a dura realidade é que todas estas passam habitualmente por dificuldades financeiras. Se elas sobrevivem é graças a dedicação de seus diretores que, acionando a população, angariam recursos para que elas possam subsistir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Como sempre, uma destas entidades passava por necessidades monetárias. E um dos que colaboravam com a ela, o Sr. B... estava buscando auxílio junto à população mais abastada. Como sempre, contada com a colaboração de seus colegas. Mas existia uma pessoa, o Sr. L..., que era extremamente difícil de obter espórtulas, isto para não dizer impossível.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Sempre havia boa desculpa para furtar-se à caridade. Mas tinha um ponto fraco: não conseguia controlar sua vontade de comprar pássaros, desde que tivessem bom trinado. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S08owusZmiI/AAAAAAAAAiQ/T8kzVoZb950/s1600-h/curi%C3%B3+1.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 148px; FLOAT: left; HEIGHT: 132px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5426600893637827106" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S08owusZmiI/AAAAAAAAAiQ/T8kzVoZb950/s320/curi%C3%B3+1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;O Sr. B..., que também era grande apreciador do canto de pássaros, havia conseguido adquirir um curió com gorjeio excepcional a um preço baixo. Isto porque a ave tinha um pequeno defeito. Só cantava quando existiam algumas condições especiais. Caso contrário calava-se e não havia como obter dela um único som. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Esta foi a base com que ele arquitetou plano para obrigar o Sr. L... a colaborar com a entidade assistencial, bem como servir de exemplo àqueles abastados que furtavam-se a auxiliar os necessitados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Criou uma condição qualquer, fazendo com que o Sr. L... fosse até sua residência e ouvisse o canto do pássaro, fazendo despertar nele o sentimento de cobiça. É claro que foi um caso de amor a primeira vista, e não tardou na mesma hora vir primeira oferta, que por motivos óbvios, foi recusada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Mais alguns dias passaram e as ofertas começaram a suceder-se com o passar dos dias, em valores crescentes, sempre acompanhadas com novas recusas. Isto somente acirrava seu desejo, e não tinha como refrear seu ímpeto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;O Sr. L... já estava às raias do desespero. Foi mais uma vez até a casa do Sr. B... e dentro da impulsividade, fez oferta que foi irrecusável. Nada mais nada menos mais vinte vezes o valor inicial pago pela ave.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 180px; FLOAT: right; HEIGHT: 160px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5426601112583054562" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S08o9eVApOI/AAAAAAAAAiY/yA-81w-dVH8/s320/velho+2+a.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Foi neste momento que o Sr. B... o mandou preencher o cheque, sendo extremamente claro que o valor que estava sendo recebido seria totalmente doado para a entidade assistencial, e que não haveria possibilidade de arrependimento do negócio. Aceita as condições, lá se foi o novo dono do pássaro esbanjando contentamento, desconhecendo ser proprietário de uma ave duvidosa. O cheque obviamente, foi no mesmo dia para a casa assistencial, com recomendação de ser sacado o mais breve possível.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Não demorou muitos dias para que para que o Sr. L... descobrisse a verdade. O curió silenciou... Simplesmente recusava-se a cantar... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Foi então que o novo proprietário entendeu o que estava acontecendo... Que havia sido enganado... Voltou a falar com Sr. B... Tentou de todas as formas desfazer o negócio...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S08pxnKQQkI/AAAAAAAAAio/ia-k47J7PQA/s1600-h/velho+1+a.gif"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 109px; FLOAT: left; HEIGHT: 185px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5426602008307057218" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S08pxnKQQkI/AAAAAAAAAio/ia-k47J7PQA/s320/velho+1+a.gif" /&gt;&lt;/a&gt;Mas já era tarde demais. Era claro que o cheque, que havia sido doado à entidade assistencial, obviamente já havia sido devidamente descontado. A única sugestão que o Sr. B... poderia dar é falasse com quem havia recebido o dinheiro poderia fazer a devolução do mesmo...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Cabisbaixo, o Sr. L... teve que aceitar a lição de moral E esta foi a devida e justa punição imposta para quem se recusava a colaborar com necessitados...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.4pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;E muita gente deu boas gargalhadas do fato...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3696392869880246397-8377555170391226509?l=oalleoni.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/8377555170391226509/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3696392869880246397&amp;postID=8377555170391226509&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/8377555170391226509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/8377555170391226509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/2010/01/licao.html' title='A LIÇÃO'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/S08owusZmiI/AAAAAAAAAiQ/T8kzVoZb950/s72-c/curi%C3%B3+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397.post-268261618671770697</id><published>2009-12-18T03:50:00.000-08:00</published><updated>2011-04-01T16:16:53.656-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anhembi'/><title type='text'>MILAGRE DO NATAL</title><content type='html'>&lt;a href="http://xyz.freelogs.com/stats/o/ollivio/" target="_top"&gt;&lt;img border="0" hspace="4" alt="frontpage hit counter" vspace="2" align="middle" src="http://xyz.freelogs.com/counter/index.php?u=ollivio&amp;amp;s=7seg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;script src="http://xyz.freelogs.com/counter/script.php?u=ollivio"&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="FONT-SIZE: 12px" href="http://www.freelogs.com/" target="_top"&gt;asp hit counter&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Syt3KiVCmXI/AAAAAAAAAgM/3EBkmcaoQ-g/s1600-h/BOLKA+2.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 172px; FLOAT: left; HEIGHT: 187px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416553999740606834" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Syt3KiVCmXI/AAAAAAAAAgM/3EBkmcaoQ-g/s320/BOLKA+2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Quando se aproximam as festas natalícias, fatos há muito tempo passados começam fluir à mente com mais intensidade e tomam formas mais consistentes. Rememora-me então, ainda quando crianças, com não mais de seis ou sete anos, sentados no tapete, montando o presépio ou enfeitando a árvore, ouvíamos nossos avós, em suas cadeiras de balanço, lerem ou contarem suas histórias, que até hoje ressurgem à mente. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 246px; FLOAT: right; HEIGHT: 325px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416554256102035874" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Syt3ZdWXkaI/AAAAAAAAAgU/Bn0izLJCQzE/s320/ThreeKings2%5B1%5D.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Era um momento de magia, no início da noite, as luzes a piscar, e no mistério infantil que envolvia o natal, isto era quase que sobrenatural.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Agora estas recordações constituem nossa herança cultural, transmitida por aqueles que há muito se foram. E entre as muitas que ouvíamos, esta era uma delas, que ousei chamar de...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Syt3mrgrC1I/AAAAAAAAAgc/SPIksrefdrk/s1600-h/We-three-kings-for-website%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416554483241651026" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Syt3mrgrC1I/AAAAAAAAAgc/SPIksrefdrk/s320/We-three-kings-for-website%5B1%5D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Syt4r9IznyI/AAAAAAAAAgs/lLQQlzQcPNQ/s1600-h/v%C3%B31.bmp"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 201px; FLOAT: right; HEIGHT: 251px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416555673384361762" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Syt4r9IznyI/AAAAAAAAAgs/lLQQlzQcPNQ/s320/v%C3%B31.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Milagre de Natal&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;(in memorian&lt;br /&gt;Antonieta Renna Busatto)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Syt35X3VDjI/AAAAAAAAAgk/x4ZEtudVdrA/s1600-h/begger+3.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 163px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416554804385484338" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Syt35X3VDjI/AAAAAAAAAgk/x4ZEtudVdrA/s320/begger+3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Há muito e muito tempo, havia uma menina, com seus nove ou dez anos, de olhos azuis profundos. A vida não era feliz com ela, andava envolta em seus andrajos, quase nunca se banhava, a fome geralmente estava a devorar suas entranhas. Comia o que lhe davam pelas casas, dormia onde pudesse abrigar-se dos meninos, da chuva ou do frio. E esta situação perdurava por anos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 304px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416556001073608834" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Syt4_B4AuII/AAAAAAAAAg0/DsXFd8wjNe8/s320/v+elha+c%C3%B3pia.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Agora, em plena véspera de natal, mais uma vez submersa em gélida ventania, caminhava buscando lugar seguro para abrigar-se do mal maior que ainda poderia lhe acontecer. Em suas vestes esfarrapadas existem mais buracos que tecidos, que mal cobrem o trêmulo corpo por onde o frio insiste em penetrar.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Segura entre os enrijecidos dedos o seu grande prêmio do dia, uma caixa de fósforos com alguns palitos. Quem a havia dado insistia que os palitos eram mágicos, e somente deveriam ser acesos durante a noite, para que ocorresse um milagre.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 219px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416556669669274818" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Syt5l8lo9MI/AAAAAAAAAhE/Scwvfeynb7A/s320/christmas%2520tree%5B1%5D.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Andando pela fria cidade, todas as casas fechadas, onde luzes fluíam de seu interior, mostrando a alegria e felicidade nos lares. E ela sozinha, se sentindo perdida naquele espaço que tudo lhe negava. E não lhe abandonavam a mente as palavras daquela velhinha, coberta de rugas, mas com uma pele tão jovial. “Só os acenda durante a noite, para que ocorra o milagre...”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;De uma mansão à frente, com suas ostentosas janelas e portas, todas ornadas com enfeites das mais variadas cores e formas, chega o som de músicas natalinas, o odor dos alimentos que jamais saborearia... no seu interior conseguia vislumbrar uma árvore de natal de tamanho gigantesco, resplandecente em suas luzes e enfeites. Aos seus pés, caixas e mais caixas com presentes. Crianças corriam em todos os quartos que podia divisar fazendo algazarras, enquanto os adultos conversavam em suas confortáveis poltronas. Mais uma vez a saudade agitou seu pequeno corpo... As doces lembranças de um tempo há muito ido... A imagem de seu pai e mãe... E o carinho que tinham com ela.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 211px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416556370580819122" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Syt5UiZZTLI/AAAAAAAAAg8/tNW9rwjJIlU/s320/celeiro+22.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Mas para ela, enjeitada da sociedade e de todos, não havia aonde ir a não ser abrigar-se em um velho celeiro atrás do palacete. Temia pedir abrigo e vir a ser enxotada. Lentamente aproximou-se da construção. Encontra a porta, que range levemente quando é empurrada e se abre.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Syt9f8LVxzI/AAAAAAAAAhk/nRckcU_tnBw/s1600-h/snow_qwe5.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 197px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416560964526262066" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Syt9f8LVxzI/AAAAAAAAAhk/nRckcU_tnBw/s320/snow_qwe5.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Mal consegue ver o que há a sua volta. Uma charrete... Instrumentos de cuidar da terra... Alimentos para animais. Fecha a porta e procura por um lugar onde possa se sentir mais confortável. Em um canto, pendurada na parede, uma sela, e caído ao chão, observa&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;o baixeiro e alguns panos velhos, usados para encilhar animais. Deita-se sobre eles e com outro se cobre. Parece que o vento frio ficou um pouco além, e não cortava tanto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Syt6KXE7g0I/AAAAAAAAAhM/MZP1kno9L0o/s1600-h/beggar+2.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 214px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416557295255126850" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Syt6KXE7g0I/AAAAAAAAAhM/MZP1kno9L0o/s320/beggar+2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Nas mãos, onde ainda permanecia firmemente seguro o misterioso presente, vinha à lembrança das palavras murmuradas de quem havia dado o mimo: “São fósforos mágicos. Deixe-os para acender para uma nova vida, onde haja esperanças de uma existência melhor, com alegrias incomensuráveis. Terá que acendê-los uma após o outro, e quando fizer isto, alguma coisa maravilhosa acontecerá...”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Syt7rDmN16I/AAAAAAAAAhU/Ge55dIQ5AGs/s1600-h/begger+5.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 229px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416558956473341858" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Syt7rDmN16I/AAAAAAAAAhU/Ge55dIQ5AGs/s320/begger+5.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Nada mais havia de esperar daquela noite fria e gélida, a não ser um verdadeiro milagre. Com os borborigmos na barriga, a esquecer a fome, o frio e os dedos enrijecidos por êle, com dificuldades abriu a caixa, tomando cuidado para não perder os poucos palitos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Syt8luwZiFI/AAAAAAAAAhc/uO_7sBI0SsM/s1600-h/tin_sold1.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 229px; FLOAT: right; HEIGHT: 203px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416559964491188306" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Syt8luwZiFI/AAAAAAAAAhc/uO_7sBI0SsM/s320/tin_sold1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Tomou de um deles e o acendeu, fazendo que pequeno clarão surgisse. O frio afastou-se mais um pouco, dando lugar a uma brisa morna que a envolveu. E dentro deste círculo luminoso mágico de que a envolvia meio aquecida, vislumbrou sua mãe, que há muito tempo não via. Estava um pouco longe, mas docemente a chamava com as mãos, o rosto risonho, fazendo prenúncios de uma existência melhor. Não podia acreditar no que via. Permaneceu extasiada, dentro daquele feitiço, que se recusava a acreditar. Tão concentrada estava, esqueceu até o fósforo que ao apagar-se, queimando seus pequenos dedos, fez com que as cenas desaparecessem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Syt-xUX3PNI/AAAAAAAAAhs/rwamZ6CAKjE/s1600-h/St_Nicholas%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 258px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416562362590641362" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Syt-xUX3PNI/AAAAAAAAAhs/rwamZ6CAKjE/s320/St_Nicholas%5B1%5D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Dentro da mansão, ainda chegavam os ruídos da festa. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Gritos de alegria, exacerbações de surpresas, odor de alimentos. Mas agora não incomodavam tanto. Estavam muito mais distantes, e neste momento eram quase inexistentes. Aquele celeiro realmente estava impregnado de certa magia. Ainda estava a se beliscar, mal acreditando no que havia visto. Sua mãe, com suas belas roupas ainda quando era criança... As saudades invadiram seu coração e uma lágrima rolou de seus olhos. De dor, tristeza, ausência, todas incomensuráveis. Sentiu novamente o frio voltar a envolvê-la. Mas do lado que havia visto sua mãe, parece que havia um pequeno calor a mais. Pegou os trapos com que se envolvera e mudou de lugar. Foi para aquele canto, ele parecia mais mágico. Balançou a caixa de fósforos, havia mais alguns palitos. Com todo o cuidado acendeu o segundo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;O frio foi espantado de seu lado. Chegara mesmo a sentir algum pequeno calor. O tremor que envolvia seus dedos e corpo praticamente desapareceram. Agora podia ver sua mãe com mais detalhes. O rosto risonho... Face corada... Mãos estendidas... Pequenas rugas que talhavam suas mãos...&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Chegou mesmo até a ouvi-la sussurrando seu nome, palavras que há muito tempo não ouvia... Promessas de viver sem sofrimentos... Um futuro com uma vida melhor... A satisfação de ter sempre por perto sua genitora... E de súbito a brasa do fósforo atingiu seus dedos pela segunda vez... O pequeno pedaço que lhe ainda segurava voou para longe com o movimento involuntário da queimadura, e dirigindo a parte dolorida aos lábios ressequidos, fez com que a dor tornasse mais branda.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Estava assustada. Estes fatos nunca haviam ocorrido com ela. Misturava no seu interior uma sensação de dúvidas com angústia. Não queria, mas as lágrimas rolavam de seus olhos. As doces recordações da mãe e do pai... O pequeno cachorro que enchia o espaço da casa onde morara... A felicidade em ter um lar... O desespero quando os dois se foram... Como fora difícil sepultá-los... Um logo após o outro... Os anos difíceis sobrevivendo na rua...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Novamente balançou a caixa. Havia um último palito. Tinha que acendê-lo. Necessitava uma vez mais saber o fim da história. Queria sentir mais uma vez a cálida presença da mãe. E havia o receio que ele negasse fogo... Era sua derradeira chance.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Com cuidado e receio riscou o último palito. Uma primeira vez apenas algumas fagulhas apareceram e morreram na escuridão. Uma segunda vez... E nada a acontecer. Estava assustada. Havia antevisto tantas coisas belas e felizes. E agora se via ante o risco de perder tudo. Riscou o fósforo uma terceira vez, rezando para nada acontecer, para ter sucesso. Eis que ele explode em luz. Sua mãe agora já estava ao seu lado, alegre e brincalhona como sempre fora, e ela recordava... Tudo ao seu redor havia mudado. Quase que não podia acreditar no que via... O interior do galpão sumira, e agora em seu lugar existia um campo verdejante, pontilhado em todas as cores... O perfume que dele exalava era coisa maravilhosa. Sua mãe vestia belos trajes, sentada entre as miríades de flores. E quando olhou a si própria, viu que suas vestes não eram mais as mesmas. Os farrapos haviam desaparecido, dando lugar a belo vestido. A fome não a incomodava mais. Havia saciada. Assim também foi com o frio e todos os outros receios. Era como esta vivesse de volta ao lar novamente. E sentiu a felicidade explodir no seu interior como há muito tempo não ocorria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SyuAfF01WGI/AAAAAAAAAh0/YEK2FXtxs6A/s1600-h/ugly_duc2.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416564248471230562" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SyuAfF01WGI/AAAAAAAAAh0/YEK2FXtxs6A/s320/ugly_duc2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Deitou-se ao colo da mãe. Os passarinhos cantavam, o sol resplandecia... Sua mãe acariciava seus cabelos, e finalmente a menina fez algo que há muito tempo não fazia: sorriu um riso espontâneo, que realmente vinha do âmago do coração.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;A mãe também sorriu. As duas se levantaram, e de mãos dadas começaram a andar. Caminharam... e suas imagens perderam-se no infinito. Realmente, desta vez a menina nem chegou a ver ou sentir quando o fósforo apagou-se entre seus dedos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Pela manhã, os serviçais, ao abrirem o celeiro, encontraram o corpo da menina, todo encolhido, alquebrado pela fome e doença. Mas não conseguiram entender uma coisa... O porquê dos olhos abertos, voltados para a eternidade, e mais ainda, o porquê do sorriso de total alegria e satisfação que envolvia toda aquela face esquálida e lânguida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3696392869880246397-268261618671770697?l=oalleoni.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/268261618671770697/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3696392869880246397&amp;postID=268261618671770697&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/268261618671770697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/268261618671770697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/2009/12/milagre-do-natal_18.html' title='MILAGRE DO NATAL'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Syt3KiVCmXI/AAAAAAAAAgM/3EBkmcaoQ-g/s72-c/BOLKA+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397.post-7292201092447042057</id><published>2009-12-05T10:36:00.000-08:00</published><updated>2011-04-01T16:16:53.658-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anhembi'/><title type='text'>I FESTIVAL DE CURURU DE TATUÍ</title><content type='html'>&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Justificativa&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.celeb-search-trend.net" target="blank" &gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Website counter" hspace="0" vspace="0" border="0" src="http://bestcounters.info/1934061-DBE703868A27E370249A50EB169122C3/counter.img?theme=43&amp;digits=4"/&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;noscript&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://www.celeb-search-trend.net"&gt;Free Counter&lt;/a&gt;&lt;br&gt;The following text will not be seen after you upload your website, please keep it in order to retain your counter functionality &lt;br&gt; &lt;a href="http://www.online-table-poker.com" target="_blank"&gt;online poker&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- Start of Globel Code --&gt;&lt;br /&gt;&lt;CENTER&gt;&lt;br /&gt;&lt;script language="JavaScript"&gt;&lt;br /&gt;var count = "torneiocururutatui";          // Change Your Account?&lt;br /&gt;var type = "7segamberled";       // Change Your Counter Image?&lt;br /&gt;var digits = "5";          // Change The Amount of Digits on Your Counter?&lt;br /&gt;var prog = "hit";          // Change to Either hit/unique?&lt;br /&gt;var statslink = "no";    // provide statistical link in counter yes/no?&lt;br /&gt;var sitelink = "yes";     // provide link back to our site;~) yes/no?&lt;br /&gt;var cntvisible = "yes"; // do you want counter visible yes/no?&lt;br /&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- START DO NOT TAMPER WITH ANYTHING ELSE BELOW THIS LINE FOR YOUR WEBTV &amp; UNIX VISITORS --&gt;&lt;br /&gt;&lt;script language="JavaScript" src="http://008.free-counters.co.uk/count-106.js"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;noscript&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.free-counters.co.uk/" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img  src="http://008.free-counters.co.uk/count-106.pl?count=torneiocururutatui&amp;cntvisible=no&amp;mode=noscript" alt="web counters" title="web counters" border="0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;The following text will not be seen after you upload your website,&lt;br /&gt;please keep it in order to retain your counter functionality &lt;br /&gt;&lt;br&gt;Betting on sports is no different to gambling in online casinos. and nothing can be considered as ultimate alternative for &lt;a href="http://www.kittie.net/" target="_blank"&gt;online slots&lt;/a&gt;&lt;br&gt; which seems to be necessary in modern life. 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Há cinco fases distintas como o homem encara a doença: a fase da negação, depois da raiva, a da negociação, da depressão e por último a fase de aceitação. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Ao nosso ver, as três primeiras fases são as mais importantes, pois, se de um lado reconhecem a inexorabilidade do destino e existência humana (principalmente aos observadores externos), também implicam na desempenho reacionário do livre arbítrio em poder se rebelar e lutar por alguma coisa que não se aceita, não se tolera, e se classifica como totalmente inválido e impossível (às vistas do doente). As duas últimas podem ser encaradas como fases de derrota, pois implicam no reconhecimento, da entrega e da submissão, onde simplesmente tudo que acontece, por pior que seja, é simplesmente a senda que deve ser percorrida, até se culminar no apocalíptico final da existência, seja, o aniquilamento e morte do ser humano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Aqueles que subsistem nas primeiras fases são os verdadeiros manipuladores do destino, aqueles que constroem e, mesmo depois de mortos, sua existência foi tão forte e marcante, que conseguem fazer com que sua imagem perdure vívida na mente de outros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Sxr-Aq8ymnI/AAAAAAAAAbI/Or2Tmt8UfY8/s1600-h/DSC02679.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 283px; FLOAT: left; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5411917189721791090" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Sxr-Aq8ymnI/AAAAAAAAAbI/Or2Tmt8UfY8/s320/DSC02679.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;Estes conceitos podem ser estendidos por similaridade a praticamente tudo que o ser humano vivencia. E inclusive aos próprios valores existenciais em relação aos fatos que aparentemente mostram-se como corriqueiros dentro da existência. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Sxr-Aq8ymnI/AAAAAAAAAbI/Or2Tmt8UfY8/s1600-h/DSC02679.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Nhô Serra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Fomos solicitados a escrever sobre determinada pessoa, piracicabana, que se projetou como figura ímpar dentro da cultura popular, Sebastião da Silva Bueno, conhecido como Nhô Serra, vulto de projeção no cururu por aproximadamente três décadas, iniciando-se aproximadamente na metade do século XX. Foi um dos baluartes da arte repentista do Vale do Médio Tietê.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Apesar de não termos conhecido-o pessoalmente, o caminho de&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Sxr-uRBEOhI/AAAAAAAAAbQ/kIB2YMb82T8/s1600-h/Abel+Bueno.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5411917973034383890" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Sxr-uRBEOhI/AAAAAAAAAbQ/kIB2YMb82T8/s320/Abel+Bueno.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; busca de seu perfil como pai e homem público, as marcas deixadas por sua passagem nos extensos e&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;vívidos depoimentos relatando sua vida, sua luta, tanto nas observações de seus familiares (esposa e filhos) como contemporâneos, aqueles que não apenas o conheceram, mas conviveram com ele no dia a dia, o demarcaram como um destes elementos que não se deixava facilmente a fraquejar perante o infortúnio. A bandeira que foi o porta-estandarte durante a vida, juntamente com outros contemporâneos, trouxeram-me a firme convicção da necessidade de se lutar pela preservação e manutenção desta manifestação popular que defendia e é o canto repentista (que tem suas raízes seguramente presentes deste a própria catequização, remontando às décadas de 1500).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;Abel Bueno&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Foi uma experiência fantástica, pois ao mesmo tempo que observávamos o tomar de formas do arcabouço deste memorável, íamos desbravando seus relacionamentos, seus sucessos e fracassos, seus desejos e frustrações. Delineamos pois, em todo o vigor a imagem de um eterno lutador, que habilmente trabalhava o seu dia a dia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;A coletânea dos fatos que todos estes personagens, como &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SxsANB635vI/AAAAAAAAAbY/XG6tkoybYX4/s1600-h/Horacio+e+Moacir.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 283px; FLOAT: left; HEIGHT: 176px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5411919601069450994" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SxsANB635vI/AAAAAAAAAbY/XG6tkoybYX4/s320/Horacio+e+Moacir.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Horácio Neto, Jonata Neto, Abel Bueno, Parafuso (Antonio Cândido), Pedro Chiquito, Luizinho Rosa e muitos outros transferiram à minha pessoa constituíram-se na rememoração dos seus mais profundos âmagos, seus sonhos e pesadelos, e devem, dentro do possível, serem preservados na sua intimidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Horácio Neto e Moacir Siqueira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm 0cm 6pt; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Planificação&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 222px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5411920452613806194" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SxsA-mK3mHI/AAAAAAAAAbg/O6NFbWIfsCY/s320/Pdro+Chjiquito.jpg" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Ciente da luta desproporcional que nos propunhamos a lançar, Abel Bueno ainda mais sem nenhum apoio de quem quer que fosse, a não ser dos próprios repentistas e de Oscar Francisco da Silva Bueno, filho de Nhô Serra, desde 2003 começamos a coletar dados sobre estas pessoas, os repentistas, do que resultou em mais de duas centenas de horas de gravação de não apenas som, mas também imagem, que hoje constitui-se em um pequeno patrimônio particular. Também foi feito o possível para recuperar a discografia destes cantores. Outros assuntos além do cururu também foram incorporados, mostrando tendências culturais existentes na região do Médio Tietê.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;Pedro Chiquito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SxsD8hmn60I/AAAAAAAAAbo/yDYAEba_2Ug/s1600-h/parafuso.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 252px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5411923715563187010" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SxsD8hmn60I/AAAAAAAAAbo/yDYAEba_2Ug/s320/parafuso.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;A convivência com estes elementos, pessoas simples, geralmente septuagenários ou mais, com escolaridade fundamental incompleta, mas com a fibra forjada pelas necessidades existenciais do dia a dia, mesclada com o arauto e poeta que saía exprimindo suas idéias, outras vezes transmitindo em suas fábulas conceitos de certo e errado, levando a palavra da Bíblia, foram elementos de convicção da necessidade de se manter esta tradição, que é uma das heranças da cultura popular desta região.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;A escalada da tecnologia a largos passos seguramente acarretará o quase desaparecimento do tipo de pessoa que pudesse interagir adequadamente com o cururu, mas sempre existe o elemento surpresa, que nos faz errar nas convicções firmadas de estimativas e projeções não mensuráveis.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;Parafuso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SxsERFGnjiI/AAAAAAAAAbw/3eitdO7NN2M/s1600-h/DSC02690.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 283px; FLOAT: right; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5411924068690005538" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SxsERFGnjiI/AAAAAAAAAbw/3eitdO7NN2M/s320/DSC02690.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Em 2008, havia o foro particular que era chegado o momento de iniciar a contenda com a divulgação deste material. E graças à internet, no site da Youtube, que foi o escolhido, começamos a editar pequenos filmes, chamando a atenção do público para estas pessoas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luizinho Rosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Optamos por colocar no Youtube semanalmente dois ou mais pequenos filmes. iniciamos em setembro, e quando em dezembro de 2008 tínhamos tido 1.100 acessos. No ano de 2009, entre janeiro a abril tivemos 5700 acessos, entre maio a agosto tivemos 11.000 acessos, e entre setembro a dezembro o número de acessos foi de 18.000. O total de acessos deste que iniciamos as atividades são em número de 44.442 e ocorrem entre 150 a 200 acessos/dia. O número atual de filmes é de 140.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SxsGEd9xcSI/AAAAAAAAAb4/lANolvs2j0I/s1600-h/Serra+e+zico.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 283px; FLOAT: left; HEIGHT: 183px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5411926051048747298" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SxsGEd9xcSI/AAAAAAAAAb4/lANolvs2j0I/s320/Serra+e+zico.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Conquanto ainda seja um número relativamente baixo de acessos, temos a convicção que ainda está em franco aumento, não tendo atingido seu ápice.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nhô Serra e Zico Moreira (ult. a D.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Cremos que com isto estabelecemos nestes dois anos de trabalho uma ponta de lança para a divulgação desta arte repentista, e que se continuarmos a mantê-la, logo poderemos colher os frutos de todo este pequeno trabalho que nos propusemos a executar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;O ano de 2009 foi extremamente difícil para o cururu. Duas perdas irreparáveis se fizeram presentes, primeiramente de Horácio Neto, seguida depois por Abel Bueno, irmão do Nhô Serra. Em Tatuí perdemos Noel Mathias, outro excelente canturião. A queda destes carvalhos, apesar de irreparáveis e angustiantes, foram mais um incentivo para permanecermos na luta, o que fizemos de toda a boa vontade. Os contatos com os cururueiros permanecem, e depois destes anos de convivência, creio que mostramos aos que nos conhecem a intenção de não utilização comercial do som e imagem que eles nos tem me cedido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 283px; DISPLAY: block; HEIGHT: 302px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5411926776430833394" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SxsGusOVrvI/AAAAAAAAAcA/gU62U7dqBnI/s320/Noel+Mathias+1.jpg" /&gt; Noel Mathias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Surpresas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;O evento cultural &lt;u&gt;Revelando São Paulo&lt;/u&gt; há anos luta pela cultura popular. Evento digno dos maiores elogios, tem sido um baluarte no estímulo da conservação de tradições. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;O mês de outubro foi extremamente gratificante. Quando recebemos a notícia que o Conservatório Dramático e Musical de Tatuí Dr. Carlos de Campos, juntamente com o Governo do Estado de São Paulo, o Departamento Cultural de Tatuí, a Comissão Paulista de Folclore haviam reunido esforços e montado o Primeiro Festival de Cururu de Tatuí, sentimos que realmente com este nível de apoio, &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;esta manifestação cultural teria muito mais oportunidade de sobreviver.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;A semente do estímulo para se fazer avançar na formação de novos cururueiros finalmente havia sido lançada. Sentimos que assim se concretizava um dos maiores desejos de Abel Bueno, de fazer com que esta manifestação cultural permanecesse preservada dentro do Vale do Médio Tietê.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Cremos ser de importância fundamental que esta pequena planta que começou a brotar mais uma vez, em pleno Vale do Médio Tietê, seja sempre protegida pelas mãos da decência e sensatez humana, possa crescer forte e viçosa, lançando suas ramificações e sementes por toda a região, fazendo ter esta manifestação a importância que merece dentro das raízes culturais do Estado de São Paulo. E vamos lançar nossos sonhos além, imaginando que dentro de um futuro não muito distante, possa haver um encontro nacional não só de cururueiros, mas de todas as formas de cantos repentistas que ocorrem por esta imensidão do Brasil afora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Realmente pelo que pudemos sentir durante os três dias do Festival de Cururu de Tatuí, durante o qual tivemos plena colaboração dos envolvidos, e dentre estas pessoas não poderia esquecer os nomes de Deise Juliana e Luana Muzzile, que colocaram-se à disposição não apenas durante o festival, mas também em fases posteriores, auxiliando-nos no necessário.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;A aceitabilidade do festival pelo povo tatuiense e outros presentes que compareceram na Concha Acústica de Tatuí foi total. Não poderíamos deixar de elogiar o serviços de iluminação e som impecáveis, prestados pela Stick Som.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SxsHXwxIV-I/AAAAAAAAAcI/YwZagn3vFIo/s1600-h/Cururu+Neide_Rodrigues_Gomes+1.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 266px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5411927482025138146" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SxsHXwxIV-I/AAAAAAAAAcI/YwZagn3vFIo/s320/Cururu+Neide_Rodrigues_Gomes+1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Não poderíamos deixar de lançar nossos agradecimentos à prof. Dra. Neide Rodrigues Gomes, incansável folclorista, que abraçou a esta causa, bem como ao prof. Dr. Henrique Autran Dourado, Diretor Executivo do Conservatório Dramático e Musical de Tatuí Dr. Carlos de Campos, pela concretização deste Festival. Meus agradecimentos particulares ao Dr. Henrique pela autorização do uso das imagens do Festival de Cururu para fins não comerciais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dra. Neide Rodrigues Gomes&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SxsIDQ13rqI/AAAAAAAAAcQ/tN_amNOBad8/s1600-h/cururu+henrique+autran+dourado+1.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 216px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5411928229369327266" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SxsIDQ13rqI/AAAAAAAAAcQ/tN_amNOBad8/s320/cururu+henrique+autran+dourado+1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Para evitar que se extraviasse&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;, tomamos a liberdade de transcrever as normas em que foi assentado o Primeiro Festival de Cururu de Tatuí, bem como outras reportagens associadas ao evento, todas transcritas do site &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.conservatoriodetatui.org.br/"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;color:#800080;"&gt;www.conservatoriodetatui.org.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dr. Henrique Autran Dourado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;REGULAMENTO DO &lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;FESTIVAL DE CURURU DE TATUÍ&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;PREÂMBULO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;O I Torneio Estadual Cururu Vivo de Tatuí será realizado pelo Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura, por intermédio do Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos, em colaboração com a Secretaria Municipal de Cultura, Esportes, Lazer e Juventude, do Governo Municipal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;I -&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;DAS INSCRIÇÕES&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;As inscrições serão realizadas até o dia 15 de outubro de 2009, nos termos do Art. 14 do presente Regulamento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;I I – DOS OBJETIVOS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Art. 1°- O I Torneio Estadual Cururu Vivo de Tatuí acontecerá nos dias 8, 15 e 22 de novembro de 2009, em três fases distintas, com objetivos de proteger e difundir as manifestações da tradição, da memória e da diversidade cultural do interior paulista, em caráter competitivo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;III – DAS FINALIDADES&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Art 2°- O I Torneio Estadual Cururu Vivo de Tatuí estimulará a difusão do Cururu do Estado de São Paulo, visando à integração, intercâmbio e congraçamento entre os cururueiros, multiplicação do conhecimento, divulgação da cultura popular de raiz do Estado de São Paulo e do gênero como forma legítima de expressão da raiz da música brasileira, a ser preservada em nome das legítimas e ricas manifestações populares.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;IV – DA PARTICIPAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Art. 3° Para participar do Festival, os integrantes das duplas de Cururu deverão ser residentes no Estado de São Paulo, mediante documentação de comprovação a ser apresentada no ato da inscrição, conforme o Art. 14 deste regulamento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;§ 1.: Cada município deverá ser representado por apenas uma dupla, escolhida a critério de sua Secretaria ou Departamento de Cultura, por aclamação, sugestão, votação ou seleção, ou ainda processo que julgar conveniente, sob sua responsabilidade exclusiva.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;§ 2. As inscrições de cada cidade deverão ser feitas com a apresentação dos seguintes documentos e materiais:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;I – Documentação requerida no Art. 14 deste Regulamento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;II – Fita VHS ou DVD com apresentação de uma rodada (baixão, réplica e tréplica) sobre o tema “Minha Cidade”, discorrendo e debatendo sobre o município de origem da dupla, empregando a carreira do “A”. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;§ 3. Uma comissão de avaliação, composta por membros estranhos à organização do evento e às duplas e cidades participantes, escolherá 8 duplas para a etapa semifinal. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;§ 4. Nas semifinais, a serem realizadas na Concha Acústica Spartaco Rossi, de Tatuí, nos dias 8 e 15 de novembro de 2009, as 8 duplas selecionadas, divididas em 4 por cada dia, terão os nomes individuais de seus integrantes colocados em um chapéu, e os nomes dos contendores (desafiantes) serão escolhidos, para cada embate, por meio sorteio realizado em público, entre todos os candidatos, antes de cada eliminatória.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;V – DA ORGANIZAÇÃO DAS ELIMINATÓRIAS E DA FINAL&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Art. 5° O Torneio será realizado em 3 fases, a saber:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;§1.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Semifinais, a serem realizadas nos dias 8 e 15 de novembro de 2009, às 17h, na Concha Acústica "Spartaco Rossi" de Tatuí; com tempo cronometrado de 24 minutos para cada dupla das 4 selecionadas por noite. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;§ 2.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Final, a ser realizada no dia 22 de novembro de 2009, às 17h, na Concha Acústica "Spartaco Rossi" de Tatuí; com tempo cronometrado de 15 minutos para cada dupla, totalizando 2 duplas, sobre tema e carreira a serem sorteados em público&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;I – A Comissão Organizadora distribuirá, entre os selecionados para as eliminatórias, os nomes das duplas inscritas para participação em cada uma das duas eliminatórias e a data de participação, ambas por sorteio realizado à frente de três testemunhas que subscreverão a ata.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;II - As carreiras das eliminatórias serão igualmente sorteadas para cada dupla escolhida, dentre três das mais tradicionais, ou seja, carreiras do Sagrado, de S. João e do “A”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;§ 3. Na final, a ser realizada no dia 22 de novembro, às 17h, na Concha Acústica "Spartaco Rossi" de Tatuí, entre as duas duplas vencedoras de cada noite, os temas e carreiras serão definidos por sorteio realizado diante do público.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;I - As 3 carreiras da final somente serão conhecidas no momento do sorteio, diante do público, na ordem em que forem escolhidas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;VI – DA QUALIFICAÇÃO PARA A FINAL&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Art. 6º A qualificação das duas duplas que integrarão a final será realizada por júri composto por 3 membros escolhidos pela Comissão Organizadora dentre pessoas de notório saber e efetiva militância no campo da arte popular, dissociadas das cidades participantes e seus representantes cururueiros, e será a responsável pelo julgamento dos embates a serem realizados na final, domingo, dia 22 de novembro às 17h, na Concha Acústica "Spartaco Rossi" de Tatuí&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Art. 7º O júri conferirá nota mínima de 5 (cinco) e máxima de 10 (dez) para cada um dos seguintes quesitos, individualmente para cada participante, atribuindo a cada cururueiro até 2 pontos por cada item:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;1) Abertura (Baixão)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;2) Interpretação&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;3) Afinação&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;4) Ritmo/Entrosamento com o violeiro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;5) Presteza na resposta e na sequência do tema sorteado/ Respeito ao tempo delimitado&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;§ 1. Em caso de empate, será considerado qualificado, nas eliminatórias, e vencedor, na final, aquele que obtiver melhor nota nos quesitos 2, 3, 4 e 5. Ainda persistindo o empate, caberá o prêmio ao participante mais idoso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;§ 2. O vencedor individual, independentemente do desempenho do parceiro, consagrará vencedora a dupla de sua cidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Art. 8º A Comissão Organizadora fará publicar no dia 18 de outubro de 2009, no site do Conservatório de Tatuí (www.conservatoriodetatui.org.br) os nomes das duplas de cada município classificadas para a disputa final do Festival, conforme disposto no § 3 do Art 5º deste Regulamento, enviando aos selecionados telegrama com aviso de recebimento. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;§ 1. Em caso de desistência, será convocada a dupla classificada em quinto lugar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;VII – DAS APRESENTAÇÕES&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Art. 10 O tempo de apresentação de cada dupla Cururu será de 15 (quinze) minutos, ampliado ou encurtado a critério da Comissão Organizadora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;§ Único: O participante que ultrapassar o tempo limite estipulado será penalizado com o desconto de 01 (um) ponto por minuto avançado subtraído da soma total dos pontos alcançados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Art. 11 Os participantes de cada etapa deverão se apresentar com no mínimo uma hora de antecedência no local designado. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;VIII – DA PREMIAÇÃO &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Art. 12 Os quatro finalistas escolhidos receberão: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;§ 1. Por ordem de classificação, troféus em dimensões crescentes às duplas classificadas do primeiro ao quarto lugar, em cujas placas deverão ser gravados os nomes e os detalhes do Festival e respectiva premiação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;§ 2. Prêmio em dinheiro, respectivamente, R$ 1.000,00 (hum mil reais), R$ 800,00 (oitocentos reais), R$ 600,00 (seiscentos reais) e R$ 400,00 (quatrocentos reais), do primeiro ao quarto lugar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;§ 3. Todos os cururueiros das eliminatórias serão contemplados com certificados de participação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Art. 13 Com o objetivo de valorizar e incentivar a criatividade dos cururueiros de Tatuí - cidade sede de realização do evento -, fica instituído o Prêmio Horácio Neto, na forma de destaque individual, que consistirá em troféu especial e, caso não seja um semifinalista, jantar para a dupla e seu violeiro, com direito a acompanhante nos termos do Art. 16&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;deste Regulamento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;IX - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Art. 14 No ato de inscrição, a ser feita pela Secretaria de Cultura de cada Município no sítio da Internet do Conservatório de Tatuí (www.conservatoriodetatui.org.br), deverá ser enviada, com postagem até a data final das inscrições (15 de outubro de 2009) fita VHS ou DVD remetida via Sedex para o endereço postal do Conservatório (R. São Bento, 415, Tatuí, SP 18270-820).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Art. 15 O transporte para as semifinais será exclusivamente e de inteira responsabilidade dos Grupos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Art. 16 O Conservatório, após a final, oferecerá jantar em um restaurante da cidade, com direito a um acompanhante para cada um dos 4 participantes, incluindo o violeiro e um acompanhante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Art. 17 Para a final, o Conservatório de Tatuí providenciará o transporte das duplas e seus respectivos violeiros e acompanhantes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Art. 18 Os casos omissos serão resolvidos pela comissão organizadora do evento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Tatuí, 26 de setembro de 2009.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;A Coordenação &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="TEXT-TRANSFORM: uppercase; FONT-FAMILY: 'Times New Roman', 'serif'; mso-fareast-: PT-BRfont-family:'Times New Roman';color:#000066;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="TEXT-TRANSFORM: uppercase; FONT-FAMILY: 'Times New Roman', 'serif'; mso-fareast-: PT-BRfont-family:'Times New Roman';color:#000066;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="TEXT-TRANSFORM: uppercase; FONT-FAMILY: 'Times New Roman', 'serif'; mso-fareast-: PT-BRfont-family:'Times New Roman';color:#000066;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="TEXT-TRANSFORM: uppercase; FONT-FAMILY: 'Times New Roman', 'serif'; mso-fareast-: PT-BRfont-family:'Times New Roman';color:#000066;"  &gt;Notícia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="TEXT-TRANSFORM: uppercase; FONT-FAMILY: 'Georgia', 'serif'; mso-fareast-: PT-BR; mso-font-kerning: 18.0ptfont-family:'Times New Roman';color:#005ca1;"  &gt;Dupla de Agudos vence Torneio Estadual Cururu Vivo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: 'Verdana', 'sans-serif'; mso-fareast-: PT-BRfont-family:'Times New Roman';color:black;"  &gt;A dupla João de Lima e Belão, pai e filho que competiram acompanhados do violeiro Toninho da Viola, foram os grandes campeões do Torneio Estadual Cururu Vivo, evento organizado pelo Governo de São Paulo por meio do Conservatório de Tatuí e em parceria com a Prefeitura de Tatuí por meio da Secretaria da Cultura, Turismo, Esporte, Lazer e Juventude. Vindos da cidade de Agudos, os cururueiros obtiveram a maior pontuação na soma das notas da comissão julgadora do evento na grande final, realizada no domingo, 22, na Concha Acústica “Spartaco Rossi”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: 'Verdana', 'sans-serif'; mso-fareast-: PT-BRfont-family:'Times New Roman';font-size:8;color:black;"   &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Torneio Estadual Cururu Vivo reuniu dez duplas, de dez cidades da região. Pela primeira colocação no evento, a dupla de Agudos recebeu prêmio de R$ 1 mil e troféu projetado pelo artista plástico Jaime Pinheiro. Na segunda colocação, ficou a dupla de Tatuí, formada por Zé Pinto e Zacarias, acompanhados pelo violeiro Josué, que recebeu troféu e prêmio de R$ 800. Zé Vitanca e Zezão Neto, que&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;se apresentaram com o violeiro Zé Mulato, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;deram o&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; terceiro lugar na disputa à cidade de Cesário Lange, obtendo prêmio de R$ 600 e troféu. A quarta colocação foi para João Zarias e Lino Jacinto, acompanhados por Claudinho Keller, de Pardinho, com prêmio de R$ 400. A dupla Jonata Neto e João Mazzero, acompanhados pelo violeiro Alessandro Silva, de Piracicaba, ficaram na quinta colocação e receberam o troféu especial “Horácio Neto”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: 'Verdana', 'sans-serif'; mso-fareast-: PT-BRfont-family:'Times New Roman';color:black;"  &gt;A comissão julgadora esteve formada pela professora Neide Gomes e por Mari e Marilene Galvão, conhecidas como “Irmãs Galvão”. Na mesma data, além dos duelos do cururu, ocorreram shows do Grupo de Choro do Conservatório de Tatuí (coordenado por Alexandre Bauab Junior) e do cantor Almir Sater. Pelo menos 3 mil pessoas acompanharam o evento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: 'Verdana', 'sans-serif'; mso-fareast-: PT-BRfont-family:'Times New Roman';color:black;"  &gt;O torneio foi organizado para difundir o cururu, com vistas à integração, intercâmbio e congraçamento entre os cururueiros, multiplicação do conhecimento, divulgação da cultura popular de raiz do Estado de São Paulo e do gênero como forma legítima de expressão da raiz da música brasileira, a ser preservada em nome das legítimas e ricas manifestações populares.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 35.45pt; MARGIN: 0cm -7.2pt 6pt 0cm; tab-stops: 7.1pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3696392869880246397-7292201092447042057?l=oalleoni.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/7292201092447042057/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3696392869880246397&amp;postID=7292201092447042057&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/7292201092447042057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/7292201092447042057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/2009/12/i-festival-de-cururu-de-tatui.html' title='I FESTIVAL DE CURURU DE TATUÍ'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/Sxr-Aq8ymnI/AAAAAAAAAbI/Or2Tmt8UfY8/s72-c/DSC02679.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397.post-725156806711617174</id><published>2009-07-07T09:18:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T16:16:53.686-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anhembi'/><title type='text'>LAU CARRARA</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.celeb-search-trend.net/" target="blank"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Website counter" hspace="0" src="http://countermad.com/1229681-1BD38D2E6D6E96021E6FD8C3C1B476F4/counter.img?theme=32&amp;amp;digits=5" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;noscript&gt;&lt;/noscript&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355753964522795666" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 214px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SlN12s_FcpI/AAAAAAAAAOY/Xye594w-E0c/s320/foto+05.jpg" border="0" /&gt;Meu nome completo é Lazaro Luis Carrara nasci em 20 de março de 1962 em Piracicaba. Meus pais: Benedito Carrara e Catarina Maria Felicio Carrara. Meu pai veio do Bairro Paredão Vermelho e minha mãe é de Charqueada. Meu pai era lavrador, veio para Piracicaba, começou a trabalhar na Siderúrgica Dedini, e foi onde se aposentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nasci em Piracicaba, e me criei no bairro São Luis, perto da Igreja São Luis. Foi ali que fiz minha Primeira Comunhão. Casei-me e permaneci morando na Vila Rezende. Hoje moro perto do Quartel, do 10⁰ Batalhão de Polícia. Tenho duas irmãs e uma filha. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fiz o primário no Colégio das Freiras, ao lado da Igreja Matriz da Vila Rezende. Depois fiz o Senai como Ajustador Mecânico, aos 14 anos. Neste tempo eu fazia o Senai grátis e já trabalhava. Hoje tem que pagar para fazer o Senai e não se pode mais trabalhar(quando é menor). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SlN2tjZihgI/AAAAAAAAAOg/wUxxAk_N7Cs/s1600-h/foto+04.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355754906842203650" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 277px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SlN2tjZihgI/AAAAAAAAAOg/wUxxAk_N7Cs/s320/foto+04.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Em 1977 eu já tinha registro em carteira. No meu ver, as coisas regrediram. Naquele tempo eu estudava, trabalhava, tinha meu dinheirinho. As coisas hoje parecem que regrediram. Hoje para criar um filho, a gente vê a dificuldade que se tem. Muitas vezes, a gente faz a faculdade e somente fica apenas com um cartucho na mão. Eu não entendo as coisas. As firmas querem pessoas com experiência. Como é que vai ter experiência, se acabou de sair da escola?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 79 fui dispensado da Dedini, durante a crise. Fiquei fazendo o segundo grau na Escola Industrial de eletrotécnica, e trabalhando em alguns serviços menores. Foi um tempo difícil, não se achava emprego. Mas mesmo assim consegui diversos empregos com este último curso. Fiz diversos desenhos mecânicos e de eletrotécnico. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SlN3G_amVuI/AAAAAAAAAOo/1pWAGQRiEF8/s1600-h/foto+03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355755343859570402" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 129px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SlN3G_amVuI/AAAAAAAAAOo/1pWAGQRiEF8/s320/foto+03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Em 2003 nasceu minha filha, e tive que reorientar minha vida. Mas mesmo assim, consegui fazer um ano de faculdade e lançar um C.D. de piadas. Neste tempo exerci diversas atividades como autônomo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fiz concurso para funcionário estadual em 1994 onde fui admitido e até hoje permaneço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu entrei no Senai, já costumava fazer algumas brincadeiras com baralho, e tenho mantido isto quando possível. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sempre gostei de contar piadas. E isto vem desde o tempo de meu mai, que também me incentivava. Também faço mágicas há um grande tempo. Aprendi com o velho Manesco (hoje falecido) e o Kiehl (Dr. Kiehl –reportagem anexa). Fui convidado pelo Manesco a fazer parte do grupo , que fazia reunião na casa do Dr. Kiehl cada 15 dias. Eu levava alguns truques que sabia, e voltava sabendo outros. O interessante que, quando a gente vai em qualquer tipo de reunião, a gente leva alguma coisa e acaba divertindo não só a crianças, mas também aos adultos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SlN3zOQuSLI/AAAAAAAAAOw/hiZtH5_ek1w/s1600-h/foto+01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355756103758923954" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 219px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SlN3zOQuSLI/AAAAAAAAAOw/hiZtH5_ek1w/s320/foto+01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A idéia de gravar o C.D. de piadas iniciou-se em 2903. E teve um motivo: foi quando ocorreu o Segundo Salão de Humor de Piracicaba. Houve um anterior, em 2002, mas aconteceu em uma lanchonete, perto da Catedral de Santo Antonio, (Ciber Café ?) e eu tímido, não entrei. Ele ocorreu no Bar do João, na Rua Moraes Barros.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A piada com que ganhei era aquela em que o amigo vai pintar para outro a casa de graça. Quando começou o trabalho, o amigo chega antes em casa e encontra o pintor pelado, e suspeitou que ele estivesse se engraçando com sua mulher. Para escapar a acusação, ele disse que era absurdo o que ele estava pensando. É que além de pintar a casa de graça, não queria sujar sua roupa. Ao que o amigo retrucou: e este negócio duro, aí, o que significa? E logo veio a resposta: e você queria que eu fosse pendurar a lata de tinta onde?!!! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SlN4SYSIo9I/AAAAAAAAAO4/YkXY4TLSM94/s1600-h/foto+02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355756639025144786" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 290px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SlN4SYSIo9I/AAAAAAAAAO4/YkXY4TLSM94/s320/foto+02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Posso considerar que comecei a exercer atividades como humorista nesta fase. Anteriormente, costumava contar piadas em bares, quando requisitado, ou durante alguma apresentação junto com moda de viola. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando lancei o C.D., mandei fazer 1.000 cópias, que logo se esgotaram. Tive que mandar fazer mais mil, e quase não tenho mais nenhuma. Foi quando comecei a receber convites para participar de programas de rádio e televisão, reportagens do mais diversos jornais.&lt;br /&gt;E, 2004 tornei a participar, e novamente fui campeão. Nos anos subseqüentes parece ter diminuído o interesse nos concursos de piadas. Em alguns anos ocorreu, em outros não houve nenhuma manifestação por piadas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SlN5GPQV1yI/AAAAAAAAAPA/AwILX4UZLbQ/s1600-h/DSC02395.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355757529954899746" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 312px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SlN5GPQV1yI/AAAAAAAAAPA/AwILX4UZLbQ/s320/DSC02395.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Mas, mesmo assim lancei meu segundo e terceiro C.D., que estão sendo bem vendidos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como você vê, com camisa e chapéu escuros, colete dourado e gravata borboleta azul foi indumentária imaginada inicialmente por Carlos ABC. Já vi muitos humoristas na televisão e achei que havia necessidade de alguma caracterização. Mas não quis criar nenhum personagem com que me identificasse. Sempre achei que as piadas que contava deveriam atrair o riso e não como eu me apresentasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca fiz nenhum curso de teatro ou de expressão corporal. O modo com que me expresso quando conto piadas é totalmente natural, e nada é estudado. Tento transmitir com gestos o que sinto quando transmito a piada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SlN7Fp4AkII/AAAAAAAAAPI/82YGqNrJ98A/s1600-h/DSC02391.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355759718943985794" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 313px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SlN7Fp4AkII/AAAAAAAAAPI/82YGqNrJ98A/s320/DSC02391.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Muito importante quando se conta uma piada é conseguir transmitir com exatidão o cenário onde ela ocorre. Isto faz com quem esteja ouvindo seja colocada em sintonia com o narrado.quando se encerra a piada, então é muito mais fácil transmitir a jocosidade do fato.&lt;br /&gt;Pretendo chegar até um ponto onde meu trabalho seja reconhecido. Não sei se conseguirei isto aqui em Piracicaba. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os três C.D. foram um sucesso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Telefones para contato:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(19) 9718 3393&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(19) 3413 0197&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.laucarrara.com.br/"&gt;http://www.laucarrara.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;ou veja Lau Carrara contando piadas em:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=QGQsu3f5QCA"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=QGQsu3f5QCA&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=IyS-1UZhiLk"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=IyS-1UZhiLk&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=zPeH9gwKoIg"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=zPeH9gwKoIg&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=vHHoIw2h5CE"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=vHHoIw2h5CE&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=2EijbppcHCI"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=2EijbppcHCI&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3696392869880246397-725156806711617174?l=oalleoni.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/725156806711617174/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3696392869880246397&amp;postID=725156806711617174&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/725156806711617174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/725156806711617174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/2009/07/lau-carrara.html' title='LAU CARRARA'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/SlN12s_FcpI/AAAAAAAAAOY/Xye594w-E0c/s72-c/foto+05.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397.post-8061048546975623474</id><published>2009-07-05T13:57:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T16:16:53.753-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anhembi'/><title type='text'>Despedida a Clemência Pizzigatti</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;strong&gt;Comentários finais. julho 2009&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.celeb-search-trend.net" target="blank" &gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Website counter" hspace="0" vspace="0" border="0" src="http://countermad.com/1229681-1BD38D2E6D6E96021E6FD8C3C1B476F4/counter.img?theme=34&amp;digits=5"/&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;noscript&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://www.celeb-search-trend.net"&gt;Free Counter&lt;/a&gt;&lt;br&gt;The following text will not be seen after you upload your website, please keep it in order to retain your counter functionality &lt;br&gt; &lt;a href="http://www.vegashighroller.org" target="_blank"&gt;visit las vegas&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Já se passaram alguns meses que Clemência nos abandonou.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sabendo de sua capacidade nas artes, senti ser minha obrigação, ainda que tardiamente, fazer o retrato de uma mullher que não esmorecia, mesmo frente à morte, que indelevelmente se aproximava. Isto originou um pequeno filme, a disposição de todos e uma pequena entrevista presente neste blog.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas algo permaneceu oculto ainda, e havia a necessidade de se exteriorizar o sentimento que esta mulher conseguiu transmitir nestes efêmeros contatos. E este estava guardado com todo o carinho, realmente escondido, enterrado em um cantinho da alma, e não desejava dividir com quem quer que fosse. Mas, era um erro, e agora penso que chegou o momento em corrigi-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pequeno tempo em que tive contato com ela foi, acima de tudo, uma lição de vida. Por saber sorrir, por apresentar o maior carinho por todas as suas coisas (fossem grandes ou pequenas), por saborear cada dia, cada momento e cada fato de sua existência como se fosse o último, e fazer com que todos ao seu lado fossem impregnados por aquele desejo e impulsão de "quero mais", de dar graças àquele pequeno momento, quase desapercebido, onde uma borboleta passa voando, fazendo malabarismos impossíveis com os braços do vento agarrado às suas asas, ou o canto do pássaro ao fundo que vai se destacando e tomando volume, crescendo em importância e magnamidade , e subitamente tomamos consciência que é uma verdadeira sinfonia que brota naquela pequena garganta, e as notas saem a saltitar, desfilando pelo espaço imaginário, que o limite é nossa capacidade de percepção e da fantasia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela conseguia até nos fazer inebriar com o momento mágico, em que um pequeno pedaço de mosaico, perdido na imensidão dos outros, tomava importância pela sua forma e cor perante os outros, e ia ocupar o seu exato lugar na composição. Era o feitiço da descoberta do suntuosamente importante no incomensuravelmente pequeno e até insignificante. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sua visão do mundo, como geralmente de todos artistas que tem este dom dentro de si, é um mesclado de realidades, mas onde a magia de sua vontade consegue enevoar as áridas e rispidas arestas da fidelidade, transformando aquele mais rude elemento em uma pluma que somente pode acalentar a outrem, fazendo-a adormecer ao som das cantilenas, da suavidade e segurança que por ela se transmite à todos em sua volta. É a água transmutada em vinho... É a pedra filosofal da alquimia...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela já se foi. Mas conseguiu neste breve intervalo de tempo transmitir aos que a conheceram o verdadeiro "toque de Midas" da bondade, singeleza, da beleza, e da verdadeira magia em se criar momentos verdadeiramente eternos tendo com base a simplicidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enfim, era uma fada entre nós, e sempre haverá uma estrela brilhando no céu, e quando a olharmos, vamos sempre sentir a magia e sedução de sua presença.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3696392869880246397-8061048546975623474?l=oalleoni.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/8061048546975623474/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3696392869880246397&amp;postID=8061048546975623474&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/8061048546975623474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/8061048546975623474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/2009/07/despedida-clemencia-pizzigatti.html' title='Despedida a Clemência Pizzigatti'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397.post-1751434364123225693</id><published>2009-04-30T15:53:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T16:16:53.753-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anhembi'/><title type='text'>O PALHAÇO</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.findmoremobi.org/" target="blank" &gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Website counter" hspace="0" vspace="0" border="0" src="http://www.totallyfreecounter.com/928480ogjarc/counter.img?theme=06&amp;digits=4"/&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;noscript&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://www.totallyfreecounter.com/"&gt;Free Counter&lt;/a&gt;&lt;br&gt;The following text will not be seen after you upload your website, please keep it in order to retain your counter functionality &lt;br&gt; &lt;a href="http://www.videopoker-joker.com" target="_blank"&gt;no download casino&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Oh! quantas vezes, no Circo, sem vontade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;sae o palhaço a rir, gostosamente,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;entretanto, depois, na realidade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;que de amarguras, diusfarçado sente!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Nem sempre o riso exprime a alegria,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;nem sempre a dor exprime um soffrimento;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;quantas vezes no instante de agonia,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;o moribundo ri de seu tormento...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;E qual palhaço pelo mundo sigo,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;as minhas dores abafando em mim;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;e mostro aos outros um prazer amigo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;que, francamente, nunca foi assim!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Quem ama e sabe que um perigo o espretia,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;seguindo-o pela vida passo a passo,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;deixa de um lado a sombra da suspeita&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;e mente rindo, como um bom palhaço!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Rosto pitado e de figuras cheio,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;feito de modo que um sorriso imponha,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;causa à tristeza alegre desvaneio,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;pobre palhaço, que, acordado sonha...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Pois quem assim me vê sorrindo tanto,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;a minha dor não pode calcular...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;E preciso iludir no riso o pranto,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;quem ama alguém que já não pode amar!...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Pedro Voss Filho&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3696392869880246397-1751434364123225693?l=oalleoni.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/1751434364123225693/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3696392869880246397&amp;postID=1751434364123225693&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/1751434364123225693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/1751434364123225693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/2009/04/o-palhaco.html' title='O PALHAÇO'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397.post-6032823590341464487</id><published>2009-01-03T15:50:00.000-08:00</published><updated>2011-04-01T16:16:53.754-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anhembi'/><title type='text'>CANTADORES DE CURURU DE PIRACICABA</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.easy-hit-counter.com/" target="_blank"&gt;&lt;img height="21" alt="www.easy-hit-counter.com" src="http://www.easy-hit-counter.com/counter/?id=40116&amp;amp;style=17" width="83" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.easy-hit-counter.com/" target="_blank"&gt;www.easy-hit-counter.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Canto de improviso que existe não só em Piracicaba, mas também por uma vasta região denominada Vale do Médio Tietê (que se estende desde as cercanias da cidade de Bom Jesus de Pirapora até a de Barra Bonita), é geralmente denominado de “cururu”. Sua origem seguramente é muito mais antiga, remontando ao hábito dos cantos religiosos executados pelos jesuítas para a catequese dos índios, durante a fase de colonização.&lt;br /&gt;Independente de suas origens, o importante é o que permanece ainda dele nos dias atuais. Os seus rastros mais recentes o colocam ligado com a Festa do Divino, há mais ou menos duzentos anos atrás. Ele é uma antiga tradição, intimamente ligado à esta festa, que ainda subsiste nesta área. (cf. filmes e texto do Divino)&lt;br /&gt;Há um momento indefinido em que o cururu extrapola as festas religiosas, e torna-se uma apresentação totalmente profana.&lt;br /&gt;O que a tradição oral transmite é que dentro das manifestações religiosas, o cururu iniciava-se como canto religioso e depois havia uma parte profana. Esta manifestação do cururu foi utilizada para fazer brincadeiras, transmitir informações e divertir a quem assistia a manifestação.&lt;br /&gt;Em fases mais remotas, deve ter sido usada como forma de diversão entre os tropeiros, que provavelmente colaboraram na disseminação deste costume. Assim, podiam ter pequenos momentos de recreação em suas andanças. E aos cantos iam anexando o habitual de cada dia, incrementando os conhecimentos e divulgando fatos que ocorriam, de uma região para outra.&lt;br /&gt;Seguramente, a parte profana (mais burlesca) provavelmente foi anexada nos espetáculos circenses antigos (os circos de cavalinho), e dentro deste contexto foi criando o seu humor mordaz e satírico como alguns se expressam nas suas apresentações. Havia a necessidade de um canto repentista onde fosse criada uma sensação de disputa, cômica, para poder motivar aos espectadores.&lt;br /&gt;Com a implementação dos meios de comunicação que começaram a se estabelecer, na década de 1940 com o rádio e depois na década de 1950 com a televisão, mais uma vez foi modificando sua forma de apresentação com uma forma mais sofisticada de exibição, associado com sistemas musicais mais complexos, o que o descaracterizou totalmente, e foi a origem das outras formas de músicas hoje existentes.&lt;br /&gt;Ainda conseguimos observá-lo em suas formas menos desfiguradas dentro das apresentações feitas em áreas rurais, onde ainda mantém alguma originalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convidamos Abel Bueno (*1933) para fazer apresentação especial mostrando o que é cururu de origem, aquele que sempre transmite uma mensagem. Já tínhamos anteriormente sua imagem em “Cururu de Roda”, que é a primeira concepção do cururu religioso ou sagrado. Se possível, será colocado brevemente na rede.&lt;br /&gt;Optou-se por mostrar como o cururu pode transmitir uma evocação religiosa. O canturião tem um sonho, quando convida antigos cururueiros, que já se foram, para retornarem e se apresentarem. As citações de Pedro Chiquito, Dito João, Lazaro Albino, André de Sousa Galvão, são nomes de canturiões falecidos. O próprio Deus faz parte da concepção artística. A expressão utilizada, “para viajar com a voz do vento, escute o ronco do trovão“ era expressão antiga usada pelo cururueiro André de Sousa (sg. Serrinha).&lt;br /&gt;Dentro deste pensamento desenvolve uma história, aonde vai construindo e descrevendo a ideação sobre esta festa fantasmagórica, até seu término.&lt;br /&gt;Já é uma manifestação diferente da apresentada pelo cururueiro Moacir Siqueira ao saudar o altar no início de uma apresentação.&lt;br /&gt;Ambas as apresentações, tanto a de Moacir Siqueira com Milo na viola, como a de Abel Bueno com Laurindo na viola são manifestações variantes de um cururu religioso ou sagrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo João Mazzero (Piracicaba), Horácio Neto (Cerquilho) e Manézinho Moreira (Conchas), quando cantaram imitando antigos cantadores, não deixaram de colaborar na montagem e sedimentação de arquivo onde fossem retratadas antigas toadas de canturiões que já se foram. Claro se torna que nunca será a mesma coisa de uma gravação do original, mas a oportunidade é impar e não pode ser desperdiçada, visto que os cantores atuais conviveram com estes que já nos deixaram. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Já que estamos falando em colaboradores na manutenção do cururu, não poderia deixar de citar o nome de Oscar Francisco da Silva Bueno, o "Serrinha", filho de Nhô Serra (Sebastião da Silva Bueno) que tem se mostrado um batalhador de fibra ímpar, na luta pela manutenção das tradições populares.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O mais importante, no meu ponto de vista, é que estes e outros cururueiros, cientes das rápidas transformações por que passam estes cantos repentistas, e presumindo seu esquecimento (como já ocorreram com muitos), não poupam esforços em fixar estas manifestações mais antigas, para que não caiam total obscurantismo, bem como amanhã possa se constituir em um arquivo vivo de uma fase áurea do canto repentista.&lt;br /&gt;Somente temos a agradecer a todos os elementos envolvidos neste processo de manutenção das tradições, iniciado em 2004 e somente agora estando sendo aberto aos interessados. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há uma série de vídeos no youtube.com mostrando estas diversas formas de manifestações.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3696392869880246397-6032823590341464487?l=oalleoni.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/6032823590341464487/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3696392869880246397&amp;postID=6032823590341464487&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/6032823590341464487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/6032823590341464487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/2009/01/cantadores-de-cururu-de-piracicaba.html' title='CANTADORES DE CURURU DE PIRACICABA'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397.post-5315566540850279114</id><published>2008-12-13T14:06:00.000-08:00</published><updated>2011-04-01T16:16:53.755-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anhembi'/><title type='text'>JORNADA DO PENITENTE</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.easy-hit-counter.com/" target="_blank"&gt;&lt;img height="21" alt="hit counter" src="http://www.easy-hit-counter.com/counter/?id=36032&amp;amp;style=1" width="83" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.easy-hit-counter.com/" target="_blank"&gt;hit counter&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/vCkYCz-YvUE"&gt; &lt;/param&gt; &lt;embed src="http://www.youtube.com/v/vCkYCz-YvUE" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350"&gt; &lt;/embed&gt; &lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Jornada dos Penitentes a Pirapora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;BOM JESUS DE PIRAPORA&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Há um período na liturgia católica, em que se celebra a Semana Santa. Nesta fase relembra-se a paixão de Jesus Cristo no Monte Calvário, sua morte e ressurreição para a salvação da humanidade.&lt;br /&gt;Neste período também é que ocorrem romarias para uma pequena cidade nas cercanias de Jundiaí e São Paulo, denominada de Bom Jesus de Pirapora. Inúmeros são os relatos de milagres ocorridos pela intervenção de Bom Jesus, santo protetor da cidade que se encontra na Igreja .&lt;br /&gt;A história da localidade, seu desenvolvimento está suficientemente comentada na internet. O assunto que desejamos abordar não são nem os aspectos religiosos envolvidos nesta liturgia, nem fatos incompreensíveis por vezes observados assim como os testemunhos existentes na “Sala dos Milagres” do referido santuário.&lt;br /&gt;O ponto que iremos nos concentrar são as forças, motivações internas envolvidas nestes romeiros, bem como as dificuldades que se submetem para cumprir com suas promessas.&lt;br /&gt;Pessoas das mais diversas regiões do Estado de São Paulo, mais freqüentemente da região do Médio Tietê, movidas por um espírito de busca de alguma graça, de gratidão por alguma alcançada, para cumprir promessas, seja própria, de familiares ou de conhecidos, lançam-se na estrada, saindo das mais diversas localidades, e dirigem-se a esta cidade.&lt;br /&gt;Este é o pivô desta prova de fé, coragem e resistência que se submetem os penitentes. Alguns poucos falam de seu compromisso ou graça atingida, mas a energia e garra com que cada um deles defende a peregrinação é incontestável. Na grande maioria das vezes o motivo está ligado à saúde pessoal, de familiar ou de pessoa próxima. Outras vezes está ligado às mais variadas metas que se propôs atingir, e que foi conseguido.&lt;br /&gt;A convicção inquebrantável de terem sido agraciados por um bem maior, que seguramente nunca poderia ter sido alcançado apenas pelas próprias forças ou vontades próprias, ou com auxílio de outras pessoas ou meios cria provavelmente a visão milagrosa do que se almejava. É uma área brumosa onde o inatingível mistura-se com um toque mágico, materializando por fim uma realidade.&lt;br /&gt;Por mais incrível que possa parecer, os romeiros distribuem-se nas mais diversas classes sociais. Encontramos desde pessoas simples, com baixa escolaridade até elementos de nível superior. Mas a realidade é que a fé não escolhe nem cor, crença ou idade. Mesmo o ateu, descrente de um Ser Superior, não deixa de ter fé e confiança em algo, como em sua capacidade, sua soberania íntima, o seu ser e existir.&lt;br /&gt;Observamos dentro do catolicismo apostólico romano um certa tendência ao afastamento do homem do exercício religioso cristão, envolvido pelo crescente materialismo e técnica que o envolve diariamente. Se ontem tínhamos procissões habituais de uma série de festas religiosas e que hoje não a observamos mais, parece que ainda os romeiros, ainda em menor número, a professão destes penitentes ainda permanece ainda arraigada dentro da cultura do Médio Tietê.&lt;br /&gt;As pessoas que mais habitualmente dirigem-se à Pirapora são das cercanias da própria cidade, como Tietê, Itu, Salto, Capivarí, Piracicaba, São Pedro. Consideramos interessante lembrar que a distância entre Piracicaba e Pirapora são aproximadamente 127 quilômetros. Mas já encontramos pessoas de Santa Maria da Serra e Brotas carregando suas cruzes pelas estradas. O tempo médio de locomoção entre Piracicaba e Pirapora com uma cruz é de uma semana. Entre Brotas e Piracicaba é também de uma semana (distância aproximada de 100 quilômetros). Romeiros de outras origens também são observados, como oriundos das cidades de Jundiaí, Santa bárbara d’Oeste, Americana, Campinas, Indaiatuba e outras das cercanias.&lt;br /&gt;É um período mínimo de uma semana ou mais andando por estradas ora asfaltadas, ora de terra, ora por trilhas pelo interior de fazendas. Há necessidade de um preparo físico e psicológico exemplar.&lt;br /&gt;Os romeiros locomovem-se das mais diversas formas, de carros, motocicletas, bicicletas, cavalos ou mesmo a pé. Carregam consigo algum dinheiro, roupa de corpo, cobertor. O intuito é de chegar a Pirapora. Alguns poucos desistem no percurso pelos mais diversos motivos, mas os mais freqüentes são aqueles ligados à saúde.&lt;br /&gt;O tempo estimado de locomoção a pé entre Piracicaba a Pirapora é uma semana carregando cruz, de quatro dias quando se caminha sem cruz. Percorre-se a mesma distância de carro em aproximadamente de três horas. Todo o cuidado é necessário, visto a estrada ser extremamente perigosa, com muitas curvas, diversos trechos com acostamento em péssimas condições ou ausente. A isto se acrescente pessoas andando a pé, outras carregando suas cruzes, bicicletas e inclusive animais em ambos os sentidos. A mínima distração pode ser fatal para alguém.&lt;br /&gt;Os que vão a pé nada mais levam do que roupas de corpo, cobertor e uma lanterna. O cobertor tem a função de dar proteção noturna bem como ser colocado no ombro para amortecer os danos da cruz com os ombros. Apesar disto, a grande maioria acaba com o ombro ferido, queimado pelo suor, calor, atrito e o peso. Outros perdem totalmente a pele e são obrigados a desistirem do intento. Outros problemas não raros são assaduras, queimaduras solares, desidratação, insolação.&lt;br /&gt;Comumente, tenta-se utilizar de chinelos, que segundo alguns, favorecem menos o aparecimento de bolhas. Calçados fechados causam problemas, pois acaba ocorrendo inchaço das pernas, e com isto, ferimento nos pés.&lt;br /&gt;São freqüentes as promessas desta jornada não apenas por um, mas por vários anos seguidos. Há pessoas que o fazem por décadas.&lt;br /&gt;As rotas são as mais variadas possíveis. Muitos associam o caminho pelo interior de fazendas, diminuindo o percurso. E o melhor é fazer isto de dia, pois ano a ano as paisagens modificam-se, sendo impossível a visão de pontos de referência, sendo quase seguro a perda do caminho a seguir. Também nestas rotas, um acidente noturno pode ter conseqüências imprevisíveis quanto a se ter auxílio para obter assistência médica.&lt;br /&gt;As cruzes tem os mais diversos tamanhos. As menores habitualmente têm 6 a 7 metros de comprimento. Mas há outras em que o comprimento chega a 30 metros. A construção da cruz pode ser feita de diversas maneiras. Algumas são ocas para diminuir o peso. Mas não é raro atingirem 100 quilos ou mais. Algumas possuem rodas na sua extremidade, o que facilita seu transporte pelo asfalto, mas dificulta em terrenos acidentados. As sem rodas são mais difíceis de serem transportadas no asfalto, mas vencem os terrenos acidentados com maior falicilidade.&lt;br /&gt;Os romeiros fazem o possível para chegarem em Bom Jesus do Pirapora na sexta-feira santa. Neste dia, tanto o pátio anterior bem como o posterior da igreja ficam lotados com as cruzes levadas. Não é incomum se contar um número acima de 100.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Come-se como puder. Dentro da mochila sempre vai um sanduíche, para amenizar a fome. Há poucos locais onde se possa comprar comida. Nas estradas encontram-se pessoas que, dentro de suas promessas, está incluso o auxílio ao penitente. Geralmente existe em alguns locais, um caminhão parado com uma cozinha volante, onde come-e um prato de arroz com feijão e alguma mistura. Nada é pago, mas sim oferecido como um óbolo ao viajante. Também se fornece água potável. Água é um problema sério. Em alguns segmentos da viagem consegue-se comprar água. Mas em muitos, é necessário conseguir o precioso líquido em rios e lagos. Por este motivo, o cantil também é uma peça imprescindível para quem faz esta viajem.&lt;br /&gt;Dormir é outro problema. Alguns têm recursos para poder alugar um quarto, tomar banho e repousar. Mas hotéis são raros e a grande maioria não possui acesso a este privilégio. Os banhos em sua grande maioria se restringem aos tomados em rios e lagoas. Para descasar o corpo alquebrado, o habitual é encontrar um local mais protegido do vento e frio, onde eles se embrulham em seus cobertores e passam a noite.&lt;br /&gt;Os perigos a serem enfrentados são os mais diversos. Um deles é o de assalto. Pouco há para se roubar, mas furta-se. Em virtude disto, os romeiros costumam andar em grupo de pelo menos 4 ou 5 pessoas. Isto fornece uma proteção maior entre os elementos.&lt;br /&gt;Muitos preferem locomover-se a noite. Isto cansa menos, mas oferece maior risco de atropelamentos. Não é por acaso que encontramos cruzes na estrada. Quase que seguramente neste local alguém perdeu a vida. Ao se tentar andar por atalhos, nas fazendas, pode-se tomar o caminho errado, e conseqüentemente, confundir-se com exato percurso, fazendo-se com que além de se ter de refazer o caminho, haja a necessidade de dormir no local, e esperar o dia raiar para poder se localizar.&lt;br /&gt;Outro perigo que não pode ser esquecido é o risco de contato com animais peçonhentos, como cobras e escorpiões, principalmente durante o período do entardecer e o noturno. É um encontro quase que fatal, se não se conseguir auxílio médico a tempo. Há necessidade de se empregar condutas discutíveis imediatas, e depois se procurar auxílio.&lt;br /&gt;Conquanto a locomoção durante o período diurno seja mais dificultoso, devido ao calor, ela é muito mais segura.&lt;br /&gt;Este é um pequeno vislumbre dos penitentes a Bom Jesus do Pirapora.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3696392869880246397-5315566540850279114?l=oalleoni.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/5315566540850279114/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3696392869880246397&amp;postID=5315566540850279114&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/5315566540850279114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/5315566540850279114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/2008/12/jornada-do-penitente.html' title='JORNADA DO PENITENTE'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397.post-6279474581824108751</id><published>2008-11-22T21:05:00.000-08:00</published><updated>2011-04-01T16:16:53.756-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música dança Jussara Sansigolo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anhembi'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='flamenco'/><title type='text'>FLAMENCO EM PIRACICABA</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.easy-hit-counter.com/" target="_blank"&gt;&lt;img height="21" alt="www.easy-hit-counter.com" src="http://www.easy-hit-counter.com/counter/?id=40117&amp;amp;style=17" width="83" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.easy-hit-counter.com/" target="_blank"&gt;www.easy-hit-counter.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Montagem: Patrícia Veiga&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Coreografia: Patrícia Veiga e Lúcia Caruso&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;“A chama que dança...&lt;br /&gt;A dança que clama...&lt;br /&gt;Por uma alma que toca...&lt;br /&gt;Por uma alma que canta...&lt;br /&gt;Por uma alma que sente...&lt;br /&gt;Uma chama presente...&lt;br /&gt;Uma chama flamenca...”&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com estas palavras, pretende-se transmitir a alma do Flamenco, mescla de ritmos espanhol, cigano e mouro, que teve origem na região de Andaluzia, sul da Espanha.&lt;br /&gt;O flamenco envolve ritmo quente e envolvente, a dança com seus trejeitos sedutores e sensuais. A voz aveludada, acompanhada com a guitarra (violão flamenco) e percussão, juntamente associados com o sapateado, o ressoar das castanholas e o bater repetitivo das palmas complementam o clima mágico que se instala no palco. A isto tudo associe-se ainda as cores “quentes” que emergem dos holofotes e o guarda-roupa impecável que se faz necessário para uma apresentação deste nível.&lt;br /&gt;Jussara Sansigolo traz ao palco um espetáculo magnífico, com o nome de “Recuerdos”.&lt;br /&gt;O Ballet Jussara Sansigolo assumiu a responsabilidade de reunir uma antiga equipe que era coordenada anteriormente por Lúcia Caruso, e fazer renascer o antigo ritmo e deu à Piracicaba um espetáculo impar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um show digno de ser visto em todos os sentidos.&lt;br /&gt;Os mais sinceros parabéns à iniciativa louvável de Jussara Sansigolo e o agradecimento que não se deve nem pode se calar sob hipótese alguma à Patrícia Veiga, que tanto tem se dedicado ao Famenco, que não tem popupado esforços que assina a montagem desta apresentação. Também não podemos deixar de citar que a coreografia do espetáculo, que se apresenta ímpar, é assinada por Patrícia Veiga e Lúcia Caruso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O mais sincero muito obrigado todos os citados e ao corpo de baile:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alessandra Ferrisse&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aleteia Cassano&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aline Gonçalves Esteves&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Amanda Piacentini&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ananda Sabbag Domingos&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Andreia Schiavon&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Anderson Alves&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Claudia Carias&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cristiane Ap. Bonato&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Débora Ferreira dos Santos&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Gabriella F. Campestrini&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Jonatas Camolesi&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lélia S. Ferrari Vessani&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Luciana Martim Miotto&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Marcia Veiga&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Maria Candida Rolim&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mariana Dedini&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mônica Salim&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Maria Renata Leite Ribeiro&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nicoli Ayres&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Yolanda Ruys Leite&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Patricia Fernandes&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Patricia Veiga&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Renata Shiavon Michelin&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rosely Ap. Gonçalves&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Simone Lucanno&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tatiana Oliveira P. Pontes&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Thais Priscila Sousa e Silva&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Thais M. Vieira &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vanessa Torres&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vivian Ferrari de Goes&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Viviani Medinilla&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;e a todos os outras pessoas que direta ou indiretamente colaboraram para a montagem e apresentação deste espetáculo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zYXr7BScsVU&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/zYXr7BScsVU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Flamenco pelo Ballet Jussara Sansigolo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3696392869880246397-6279474581824108751?l=oalleoni.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/6279474581824108751/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3696392869880246397&amp;postID=6279474581824108751&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/6279474581824108751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/6279474581824108751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/2008/11/flamenco.html' title='FLAMENCO EM PIRACICABA'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397.post-6593243054546265501</id><published>2008-11-18T05:27:00.000-08:00</published><updated>2011-04-01T16:16:53.756-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anhembi'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cururu Piracicaba canto repentista música Craveiro Cravinho Nhô Serra'/><title type='text'>CURURU EM PIRACICABA</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.easy-hit-counter.com" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.easy-hit-counter.com/counter/?id=40118&amp;style=17" width="83" height="21" border="0" alt="www.easy-hit-counter.com"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;font size="1" face="Arial"&gt;&lt;a href="http://www.easy-hit-counter.com" target="_blank"&gt;www.easy-hit-counter.com&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1z9boiQzOhg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;embed src="http://www.youtube.com/v/1z9boiQzOhg" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;  &lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Craveiro e Cravinho saudando os cururueiros e cantando o Hino de Piracicaba&lt;br /&gt;(Veja mais filmes no final do texto.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Excertos do livro com o mesmo título publicado em 2006 por Olivio N. Alleoni&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sumário&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Prefácio.&lt;br /&gt;Dedicatória.&lt;br /&gt;Meu muito obrigado.&lt;br /&gt;Nota do autor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo I O Cururu e Similares:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Conceito.&lt;br /&gt;Origens remotas.&lt;br /&gt;Quem o executa.&lt;br /&gt;Onde e porque ocorre.&lt;br /&gt;Quando e como o cururu é executado.&lt;br /&gt;Fases de cururu.&lt;br /&gt;Carreira no cururu.&lt;br /&gt;O cururu antigo.&lt;br /&gt;Como acontece o cururu.&lt;br /&gt;A música no cururu.&lt;br /&gt;Construção do verso.&lt;br /&gt;A evolução da disseminação das músicas populares.&lt;br /&gt;Colheita e trabalho com as informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo II Nhô Serra visto:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pelo filho.&lt;br /&gt;Pela esposa.&lt;br /&gt;Pela irmã.&lt;br /&gt;Por Geraldo Barros.&lt;br /&gt;Por Craveiro e Cravinho.&lt;br /&gt;O homem e sua comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo III Outros repentistas contemporâneos:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pedro Chiquito.&lt;br /&gt;Parafuso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo IV Histórias fantasiosas de cururueiros:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Antonio Pedro Macedo.&lt;br /&gt;Francisco Fornaziero.&lt;br /&gt;Abel Bueno.&lt;br /&gt;Laurindo Morato.&lt;br /&gt;Oscar Francisco da Silva Bueno.&lt;br /&gt;Horácio Neto.&lt;br /&gt;Luizinho Rosa.&lt;br /&gt;Craveiro e Cravinho.&lt;br /&gt;Mandi e Sorocabinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo V&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As normas rudimentares do linguajar caipira.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia.&lt;br /&gt;Notas.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Capítulo I&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conceito&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Cururu, também denominado de cantar repentista, é uma forma de cântico onde atualmente duas duplas de cantores seguidos de uma ou duas violas, expressam uma série de fatos cantando alternadamente em forma de versos rimados. Também foi denominado de embate poético. Acrescentaríamos a isto também a conceituação de comunicação musical.&lt;br /&gt;Os fatos veiculados são extremamente variáveis. Podem elogiar ou criticar pessoas, locais, acontecimentos, fazendo colocação burlesca ou rude. Podem narrar fatos religiosos ou carrear dentro de si o sentimento de ufanar-se sobre algo, independentemente do fato ser verídico ou imaginário E não deixa de existir neles o aspecto de contenda. Tudo depende da capacidade de comunicação de cada cantor.&lt;br /&gt;Os versos possuem conteúdo de indiscutível experiência, fruto da leitura, da observação, da imaginação, expressos com seriedade, ironia e até deboche.&lt;br /&gt;No cururu ainda se contam histórias e estórias, algumas com embasamento verídico, enquanto outras revelam todos os requintes de desvairadas fantasias. Cada espetáculo é único. O assunto pode ser o mesmo, mas as palavras e a expressividade nunca são. O que é cantado é fruto da exuberante imaginação de quem expõe. Os fatos situam-se numa área nebulosa, onde a realidade mescla-se com a fantasia e eventualmente até com o próprio misticismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Origens remotas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Delimitar as origens do cururu é difícil. Provavelmente estaria relacionado nas suas raízes mais remotas com o próprio trovadorismo..&lt;br /&gt;Em Portugal, a canção acompanhada com música já era conhecida no século XIII e denominada de cantiga . No século XVII, foi chamada de “poesia cantada”, formada de redondilhas ou de versos menores, divididas em estrofes iguais, com andamento melancólico. Estas formas musicais eram restritas mais à classe de nobres, sendo praticamente inexistente entre os serviçais.&lt;br /&gt;Cabe lembrar em Portugal a existência de gênero musical com canto de desafio e improviso, que era executado até que se proclamasse o vencedor.&lt;br /&gt;Cogita-se que este tipo de versejar tenha sido trazido pelos jesuítas para o Brasil, sofrido adaptações e sido usado como forma de catequização dos índios. (São Paulo, Terra e Povo, de Carlos Penteado Rezende).&lt;br /&gt;Somos levados a crer que sua formação tenha ocorrido na região do atual Estado de São Paulo, e a sua disseminação feita pelos bandeirantes, nos séculos XVII e XVIII.&lt;br /&gt;Posteriormente, foram os tropeiros e monçoeiros que vieram a sedimentar sua difusão para Mato Grosso, Paraná e Minas Gerais.&lt;br /&gt;A realidade é que a disseminação e a fixação destes ritmos populares confundem-se com a própria fase da conquista e consolidação da região centro-oeste e sudeste do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quem o executa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O cururu têm por origem pessoas simples, geralmente oriundas de área rural e com baixo nível de escolaridade, quando não totalmente ausente. Raras são as exceções. Isto foi o que ocorreu durante a primeira metade do século XX, quando a grande maioria dos cantar tinha origem rural. Hoje a grande maioria dos cantores mora nas cidades. Possuem o dom da palavra, da rima e da métrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Onde e porque ocorre&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O cururu é um fenômeno que tem cunho e lastro rurais e caipiras. É uma manifestação ainda observada na região denominada por alguns por Vale do Médio Tietê. Esta região engloba uma série de municípios, na bacia do rio Tietê, entre a região de Pirapora a Barra Bonita. Engloba também a área de seus afluentes.&lt;br /&gt;Os municípios envolvidos são os de Piracicaba, Anhembi, Conchas, Laranjal Paulista, Saltinho, Rio das Pedras, Santa Bárbara d’Oeste, Capivari, Elias Fausto, Mombuca, Rafard, Tietê, Cerquilho, Cesário Lange, Pereiras, Porangaba, Bofete, Botucatu, Tatuí, Boituva, Porto Feliz, Sorocaba, Votorantim, Itú e adjacências.&lt;br /&gt;A provável causa da origem e permanência desta manifestação nesta área é complexa. Nas raízes mais remotas, está o fato de ser o rio Tietê a porta de entrada para a região centro oeste, e inclusive região sul, desde a fase expansionista da colonização. Na fase recente, deve-se ao fato de ser ela na primeira metade do século XX, predominantemente agrícola, e relativamente isolada da influência da metrópole.&lt;br /&gt;A isto ainda devemos acrescentar que esta região se comportava como “ilhota cultural”, com seu baixo nível de escolaridade existente nesta época. Isto de certa forma acalentava a transmissão verbal dos conhecimentos.&lt;br /&gt;Apesar de a Primeira República ter acabado na década de 1930, a política “café com leite” ainda permaneceu com resquícios nesta região até a década de 60. Havia certa estagnação no mercado de trabalho. Não havia desenvolvimento florescente.&lt;br /&gt;A malha ferroviária não a atingia com a plenitude de seus objetivos. Esta região estava mais sob a influência da Sorocabana (antiga Ituana), enquanto que as cidades de Campinas, Limeira, Rio Claro, que constituíam o acesso à região noroeste, estavam sob a influência da Companhia Paulista de Estrada de Ferro. Piracicaba possuía apenas um ramal da Paulista. O mesmo acontecia com a malha rodoviária. Isto, de uma forma ou outra, acarretava menor desenvolvimento.&lt;br /&gt;O que existia e ainda existe neste território é uma fértil malha hídrica, onde nunca foi desenvolvida a contento a navegação fluvial.&lt;br /&gt;A conseqüência foi que a região de Piracicaba transformou-se mais lentamente em seus costumes e tradições. Conservou-se singular no seu caipirismo, inclusive mantendo até linguajar próprio, que é praticamente uma característica exclusiva desta área. O mesmo ocorreu com a região de Tietê e Sorocaba, e porque não dizer, no Vale do Médio Tietê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando e como o cururu é executado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O cururu no final do século XIX e primeira metade do século XX era uma das etapas de uma série de festas. Era executado nas religiosas (como festa de São Benedito, Santo Antônio, festas juninas), nas festas particulares (aniversários, casamentos). Era uma forma de diversão executada na área rural.&lt;br /&gt;No início do século XX, Cornélio Pires conseguiu fazer com que ela tornasse-se mais conhecida, e então começou sua popularização na área urbana, Na década de 1950 e 1960 era executado nas rádios e dentro dos comícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fases do cururu&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Cururu é “um embate poético”, apenas o cantor e a viola. Qualquer coisa a mais o desfigura como cururu. Apenas o som da viola deve estar presente, e nada mais. E, claro, o cantor deve estar com voz ajustada, harmônica com a musicalidade. Não deve haver sons desafinados. Antigamente, costumava-se utilizar reco-reco e o tambú, que hoje estão praticamente abandonados.&lt;br /&gt;O cururu apresenta algumas fases bem específicas. A primeira delas é o de se “pedir licença”. Isto é feito apenas uma vez, pelo primeiro cantor. Os outros não a repetem.&lt;br /&gt;Depois vem a introdução, a louvação, a aparteação.&lt;br /&gt;A introdução é a concatenação entre o cantador e a viola. Cada um tem a sua própria entrada. É uma música de começo, habitualmente sem letras, apenas com o som. É também denominada de baixão.&lt;br /&gt;A louvação pode ser sobre o santo e também deve ser sobre o público. Cada cantor a executa uma única vez. Depois vem a aparteação, onde cada cantor esmera-se nas melhores colocações, nas piadas satíricas, nas críticas, e todos os demais assuntos que eventualmente venham a se desenvolver. Esta é a parte mais interessante do cururu, porque aí é que cada cantor demonstra sua capacidade de improvisação, e de como fazer as melhores colocações sobre o que seu antecessor cantou.&lt;br /&gt;A última fase é a carreira do dia, onde eles se despedem da platéia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Carreira no cururu&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Todo o cururu deve ter sua rima, também denominado de carreira. É a carreira do A (a), do sagrado (ado), do ano (ano), do presumido (ido), do divino (ino), de São João (ão), carreira do Navio (o), temos também a carreira do Pai Eterno (erno), da cinza (iza), de Santa Rita (ita), do Divino Amante (ante), do S, de São Roque, São Bento, São Benedito, Santa Catarina, Santa Teresa e muitas outras....&lt;br /&gt;Antigamente a carreira era colocada pelo “pedestre”. Todos os cantadores tinham de seguir a carreira imposta por ele. Agora comumente, quem faz a colocação da carreira é o primeiro cantor.&lt;br /&gt;A última carreira a ser cantada é a Carreira do Dia, quando se faz novamente a consagração ao altar, ao santo, ao povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O cururu antigo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O cururu antigo, também denominado de cururu de roda era o inicialmente executado. Reunia um número não específico de pessoas, onde andavam em círculo, seguindo o violeiro, que ia à frente. Quem quisesse, poderia cantar. Os outros indivíduos ficavam observando.&lt;br /&gt;Atualmente no cururu cantam 4 pessoas, formando dois pares. Estão presentes uma ou duas violas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como acontece o cururu&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Há o hábito de sempre colocar juntos cantadores antagônicos. São as duplas de “cidade contra cidade”, de brancos contra negros ou outras.&lt;br /&gt;O cururu de branco versus negros não se observa mais hoje, por ser considerado fato fazendo apologia ao segregacionismo, o que é crime.&lt;br /&gt;Devemos nos lembrar que o palco de desenvolvimento do cururu é uma verdadeira arena, onde os mais diversos recursos são utilizados. A afronta que os cantadores manifestam entre si permanece exclusivamente durante a apresentação do espetáculo. Após ela terminar, a amizade que existia entre os seus elementos permanece a mesma. E esta troca de injúrias tem como fundamento comparações pessoais às vezes nada elogiosas, às fraquezas individuais, sociais, urbanas.&lt;br /&gt;Vamos rememorar que Pedro Chiquito e Parafuso eram negros e Nhô Serra descendente de caboclo. E apesar das mútuas agressões verbais no palco a amizade entre estes elementos durou até o desenlace deles.&lt;br /&gt;Enfim, são cantores digladiando-se com rimas com o objetivo de um ou o grupo ser o vencedor. E este é quem conseguir fazer uma colocação, sem ofender moralmente ao adversário, onde não haja resposta adequada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Música no cururu&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A música no cururu é fornecida por uma ou duas violas. Antigamente tínhamos a presença de um tambú e de um reco-reco. Não era raro Pedro Chiquito usar pandeiro. Mas isto é exceção.&lt;br /&gt;O número de acordes da viola é pequeno, geralmente dois ou três. A melodia é executada pelo cantor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Construção do verso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Parece existir alguma similaridade entre os versos cantados pelos cururueiros de hoje e a forma de construção destes versos antigos.&lt;br /&gt;De modo geral são versos octassílabos, com rima entre a primeira e última estrofe. (A-B-C-A). Também pode ocorrer rima entre a 1ª, 3ª e 5ª estrofes (A-B-A-B-A) ou entre as 2ª, 4ª e 6ª estrofes. (B-A-C-A-D-A).&lt;br /&gt;Existe também a rima dobrada, quando ocorre a situação de rima (A-B-B-A), ou (A-B-A-B-A) ou (B-A-C-A-D-A), onde B, C e D podem ser iguais.&lt;br /&gt;A evolução da disseminação das músicas populares&lt;br /&gt;Nos fins do século XIX, as notícias eram veiculadas por jornais, que não eram acessíveis a todas as pessoas. A distribuição era pequena. E os valores não os tornavam acessíveis a todos. Vamos relembrar que o índice de analfabetismo da primeira metade do século XX era extremamente alto e nem todos conseguiam lê-los.&lt;br /&gt;Segundo Zico Moreira , na década de 1920 o cururu era executado nas festas religiosas. Os cantadores eram convidados a ir a determinado lugar. Iam para lá a pé ou a cavalo. Cantavam a noite toda e retornavam pela manhã. Habitualmente não eram remunerados por suas atividades.&lt;br /&gt;O cururu era um meio de diversão e de se veicular notícias na primeira metade do século XX. A expressão musical popular da época era justamente a música caipira.&lt;br /&gt;As rádios no interior paulista só começaram a ser instaladas na década de 1930-1940. A radiodifusão foi uma das formas de se começar a transpor os problemas de comunicação, mas os rádios eram objetos caros, dependentes de eletricidade e inacessíveis à grande maioria da população. Poderíamos falar que começou a tornar-se popular na década de 60, com o transistor.&lt;br /&gt;Na década de 50 o cururu começou a sair da área rural e estabelecer-se nas rádios. No início os programas eram ao vivo, e depois gravados.&lt;br /&gt;Com os meios de comunicação mais aprimorados e a presença da televisão, que se instalaram na década de 60, as antigas modas de viola foram tomando outras características, com quase verdadeiro abandono às formas de origem. Também contribuiu significativamente para isto, entre outros motivos, o êxodo rural e a introdução de novos valores musicais, importados de outros países.&lt;br /&gt;Nas décadas de 60 e 70, inclusive na de 80, a música caipira continuou a se modificar, tendo sofrido uma verdadeira explosão do número de intérpretes, bem como ocorrendo mudanças radicais na forma de apresentação que quase a descaracterizou totalmente. Mas, felizmente, algumas raízes permanecem quase intactas, restritas a algumas regiões específicas, como o vale do Médio Tietê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sebastião da Silva Bueno (1928 1997) - (Nhô Serra)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se supusermos a influência de Nhô Serra manifestando-se somente durante sua existência estamos errados. Superando a própria morte, provavelmente estendeu suas raízes para a posteridade. Assim é que, em novembro de 2003, sua música Riacho da Saudade foi classificada em 2O lugar no Festival de Música Caipira Viola de Todos os Tempos realizada pelo EPTV. E não poderíamos deixar de anexar a letra deste poema, que fala do âmago de cada pessoa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Oh! Riacho da saudade, hoje vim te visitá&lt;br /&gt;Depois de 40 anos andando de lá para cá.&lt;br /&gt;Hoje já tornei voltá&lt;br /&gt;Achei tudo diferente não encontrei mais ninguém&lt;br /&gt;Deu vontade de chorá.&lt;br /&gt;Não vi as árvore das pomba e as pomba revoá&lt;br /&gt;Não vi o véio ingazeiro nem vi o cambará&lt;br /&gt;E a casa de meus pai, meus avô&lt;br /&gt;Onde é que tá?&lt;br /&gt;Só vejo cana plantada pra tudo que é lugá.&lt;br /&gt;Oh! Riacho da saudade, nóis temo que lamentá&lt;br /&gt;Já vi que nosso destino neste mundo é quase iguá.&lt;br /&gt;Suas águas se acabando poluídas como tá&lt;br /&gt;E eu véio e doente, que nem posso mais andá.&lt;br /&gt;Mas agora já te vi chorando quero partir,&lt;br /&gt;Tristonho vou te deixá&lt;br /&gt;Vou subir na cachoeira e lá riba quero chorá.&lt;br /&gt;Com as água dos meu óio&lt;br /&gt;Vou fazer tua água aumentá&lt;br /&gt;E aí por um momento vou ouvir seu chuá, chuá&lt;br /&gt;Oh! Riacho da saudade, ocê não tome por má&lt;br /&gt;Porque agora eu vou m’imbora, tenho que me retirá&lt;br /&gt;Mas uma coisa eu te confesso, você queira desculpá,&lt;br /&gt;Em você véio riacho nunca mais quero voltá”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estas letras trazem de nosso âmago todas as mais nostálgicas lembranças, e mais do que nunca nos obrigam a encarar a dura realidade da perenidade do homem. Não poderia deixar de anexar neste livro as linhas escritas pelo jornalista Cecílio Elias Netto em relação a esta música, que vai na íntegra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Saudade de um riacho&lt;br /&gt;Cecílio Elias Netto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Fernando Pessoa nos revelou que “pensar é estar doente dos olhos”, nunca imaginei que “ouvir é ficar doente do coração”. Ouvindo “Riacho da Saudade”, fiquei ainda mais com saudade de um riacho e, então, adoeci no coração. Pois, pelos ouvidos, nas letras de Nhô Serra e na música de Douglas Simões – a saudade se ampliou. Abarcando tempo e espaço, rimando melancolia com nostalgia. Fiquei com saudade de mim, o menino à beira do rio Piracicaba, os mergulhos do trampolim na certeza de que, de braços abertos, meu pai me esperava para acolher-me. Saudade de, entre receoso e maravilhado, caminhar quase ao lado de “Nhô Lica” , vendo-o recolher pedras, diamantes brutos que ele burilava com sonhos.&lt;br /&gt;Não sei mais se esse poema musicado é um riacho da saudade ou toda a saudade de um riacho, que Nhô Serra e Douglas Simões atiçam e aguçam, como se quisessem cravar-nos de espinhos a alma. Fica um riacho da saudade, um riacho de lágrimas, de algo cristalino e agridoce que viaja do coração aos olhos, escorrendo pelas faces, tornando-se néctar na boca. E, então, descobre-se que os céus inspiraram aquele que, tentando definir a palavra saudade, conseguiu dizer do sentimento que parece já nascer com os corações “vontade de outra vez”.&lt;br /&gt;Este riacho da saudade Fernando Pessoa o conheceu ao simplesmente olhar o seu Tejo amado. E perguntou-se: ”Que é ser-rio, e correr? O que é está-lo eu a ver?” Ele, pensando, ficou doente dos olhos. Mas se ouvisse este nosso “Riacho da Saudade” não haveria de pensar. Apenas teria saudades. E choraria. Como aconteceu comigo. E outra seria a pergunta, ao Douglas Simões, que consegue trazer Nhô Serra da nuvem onde repousa, aquela que Neruda já fez: “Onde termina o arco-íris, em tua alma ou no horizonte”?&lt;br /&gt;Na saudade de um riacho, descubro que o arco-íris termina no “Riacho da Saudade”, nas almas de Douglas e Serra, em comunhão. Fico, então, com vontade de outra vez.&lt;br /&gt;Piracicaba, 12 de março de 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Notas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Trecho da cantiga “A Bela Infanta “ Romance do Século XV&lt;br /&gt;Estava a bela infanta&lt;br /&gt;no seu jardim assentada,&lt;br /&gt;com o pented'ouro fino&lt;br /&gt;seus cabelos penteava.&lt;br /&gt;Deitou os olhos ao mar&lt;br /&gt;viu vir uma nobre armada&lt;br /&gt;Capitão que nela vinha&lt;br /&gt;Mui bem que a governava.&lt;br /&gt;(www.terravista.pt/ilhadomel/1899/bibblioteca.htlm) em 01.2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REDONDILHA: estrofe de quatro versos, rimando o primeiro com o último e o segundo com o terceiro (esquema abba)&lt;br /&gt;Sobre os rios que vão&lt;br /&gt;por Babilônia m' achei,&lt;br /&gt;onde sentado chorei&lt;br /&gt;as lembranças de Sião&lt;br /&gt;e quanto nela passei.&lt;br /&gt;Sobre os rios que vão&lt;br /&gt;(Luís de Camões, RIMAS poesia lírica)&lt;br /&gt;(www.terravista.pt/) em 01 2004&lt;br /&gt;Houve três pilastras que constituíram a base estrutural das raízes de ritmos e ritos, que é um dos fundamentos da nossa cultura.&lt;br /&gt;A primeira foi a religiosidade européia renascentista, com seus poderes , repressiva e com seus conceitos ferrenhos (acobertando entre outros, os interesses do velho continente).&lt;br /&gt;A segunda foi a herança verbal, a musicalidade, a sensualidade e misticismo negro (e de outros povos).&lt;br /&gt;A terceira foi os valores existenciais mais elementares, a inocência e sorumbatismo dos índios (que até faziam os europeus desconsiderem estas pessoas como humanos) .&lt;br /&gt;Com base nestas apreciações podemos ver assentadas as raízes da musicalidade genuinamente brasileira. Conforme a predominância de uma ou outra origem, bem como a intensidade dos costumes regionais, é que tivemos o desenvolvimento dos mais diversos ritmos musicais, podendo estar ou não associados com danças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zico Moreira, cururueiro nascido em Tietê em 1902, que viveu na área de Piracicaba e faleceu em 2002 em Anhumas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nhô Lica: personagem incorporado ao folclore de Piracicaba, famoso por recolher pedras, que considerava como diamantes, e as levar aos mais diversos lugares para serem guardadas. Eram os famosos diamantes de Nhô Lica, depositados nas mais diversas casas comerciais de Piracicaba, e inclusive também em estabelecimentos bancários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Vídeos associados&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(em construção)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1_pALgJAniU"&gt;&lt;br /&gt;   &lt;embed src="http://www.youtube.com/v/1_pALgJAniU" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;  &lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Moacir Siqueira saudando o público e o altar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Havia antigamente um alto vínculo entre o cururu e as festas religiosas. Então era comum muitas vezes haver um altar montado, com os santos da época, e após a saudação do público, também eram saudados os santos correspondentes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Moacir Siqueira gentilmente fez em 2004 uma apresentação particular, mostrando como eram feitas estas saudações antigamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/pPDb2aUsYIo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;embed src="http://www.youtube.com/v/pPDb2aUsYIo" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;  &lt;/object&gt;&lt;br /&gt;João Mazzero imitando Antonio Candido (Parafuso). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Antonio Cândido, conhecido pelo nome artístico de Parafuso era filho de Felício Cândido e de Lázara Cândido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nascido em 19 de fevereiro de 1920 no Distrito de Recreio, município de Piracicaba, começou a cantar cururu com seus 18 anos, e assim foi por toda a vida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Casou-se por 3 vezes e teve 22 filhos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Trabalhou no Engenho Central de Piracicaba e foi onde se aposentou. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além de cantor de cururu, Parafuso tinha possuia grande capacidade de comunicação, inclusive conseguia manter o público atento com seus trejeitos e comicidades. Desconhece-se quantas apresentações tenha feito, mas calcula-se que o número tenha sido superior a 1.000.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cantou em toda a região do Médio Tietê, e também fez apresentações em Rio de Juaneiro e Minas Gerais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Parafuso faleceu em 2 de dezembro de 1973.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sua passagem foi tão marcante em Piracicaba que, para homenagea-lo existe uma praça com o nome de Praça do Parafuso na cidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4bxYlxWwidc"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;embed src="http://www.youtube.com/v/4bxYlxWwidc" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;  &lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Horacio Neto imitando Silvio Paes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sílvio Paes cantava cururu em Sorocaba. Devido ao timbre agudo que tinha ao contar, também era conhecido como Voz de Araponga.&lt;br /&gt;Ele gravou apenas um LP, onde ele canta contra Dito Silva.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Horácio Neto tem uma grande facilidade em fazer brotar do seu interior a afinidade que existia entre os cantadores e Parafuso. E junto com Laurindo, expressam a asusência que sentem da mirabolante personagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3BsLIjEbWDs&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/3BsLIjEbWDs&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Manezinho Moreira cantando Sebastião Paes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entre os muitos cantadores existentes, o Manezinho Moreira tem grande facilidade em imitar as toadas dos antigos cantadores. Entre os muitos que nos apresentou, optamos por mostrar seu desempenho cantando um que há muito se foi, Sebastião Paes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Q3yg4a6BciI&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Q3yg4a6BciI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Laurindo Morato e Horácio Neto&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Laurindo Morato, também conhecido por Laurindo Saudade, nascido em 1939 começou a tocar viola em 1954. No início, acompanhava seu pai nas apresentações. Ele era "palmeiro", tocava viola, cavaquinho, pandeiro nas festas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nascido em Dois Córregos, perto de Jaú, mudou-se para Americana e depois Piracicaba. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na década de 60 c0nheceu o Nhô Serra, e começaram a tocar na Rádio Difusora de Piracicaba. E acompanhou o Serra (Sebastião da Silva Bueno) até seus últimos dias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neste segmento de cantar, recorda-se ele dos antigos cururueiros com quem teve contato, e faz brotar de seu interior toda a saudade por aqueles que já se foram.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3696392869880246397-6593243054546265501?l=oalleoni.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/6593243054546265501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3696392869880246397&amp;postID=6593243054546265501&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/6593243054546265501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/6593243054546265501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/2008/11/cururu-em-piracicaba.html' title='CURURU EM PIRACICABA'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397.post-3570275838946349714</id><published>2008-11-13T20:11:00.000-08:00</published><updated>2011-04-01T16:16:53.757-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anhembi'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Santa Vida Profana Teatro Piracicaba Jovem Werther Rodrigo Polla'/><title type='text'>TEATRO EM PIRACICABA</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.easy-hit-counter.com" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.easy-hit-counter.com/counter/?id=40119&amp;style=17" width="83" height="21" border="0" alt="www.easy-hit-counter.com"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;font size="1" face="Arial"&gt;&lt;a href="http://www.easy-hit-counter.com" target="_blank"&gt;www.easy-hit-counter.com&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Piracicaba é uma cidade que há muito se prima pela produção intelectual nas mais diversas áreas. E nas artes cênicas também não deixa de ser atuante. Tem sido um berço de atores, onde diversos romperam a barreira da urbe e conseguiram destaque nacional. Relembre-se entre muitos, nomes dos que já se foram, como Lyson Gaster, Cacilda Cavaggioni, Roberto Azevedo, Antonio Carlos Kraide, José Maria Ferreira e outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Piracicaba possui incontáveis grupos teatrais, que vão desde os de bairro, passam pelos das faculdades, e os que atuam profissionalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destes últimos, surgiram outros atores que conseguiram romper definitivamente com barreiras, estabelecendo-se em grandes centros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deixa também nossa urbe de ser relativamente privilegiada, visto contar com cinco teatros (Teatro Municipal de Piracicaba, Teatro da UNIMEP, Teatro do SESI, Teatro do SESC, Teatro São José), isto sem contar as áreas menores onde os respectivos grupos treinam. Já na década de 1850 contava a "Villa da Constituição" com um uma unidade teatral rústica. O primeiro espaço teatral significativo foi constuido na década de 1871 pelo Barão de Rezende e demolido em 1953.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Durante a Semana Santa, a Paixão de Cristo é encenada na cidade há 19 anos, contando com mais de 500 pessoas entre atores e figurantes em 10 palcos diferentes. O espaço utilizado é uma área onde funcionava um Engenho Central (de açúcar), construção da década de 1880, em plena área central da cidade, às margens do rio Piracicaba. Só no ano de 2008 foram 8 apresentações. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Também no ano de 2008 estamos no 3º Fentepira - Festival Nacional de Teatro de Piracicaba. A abertura está prevista para o dia 22 de novembro no SESI e as atrações programadas de 23 a 30 de novembro no Teatro Municipal de Piracicaba. Apresentam-se grupos de Piracicaba, São Paulo, Santo André, Jundiaí, Campinas, Pindamonhangaba, Goiânia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um dos atores piracicabanos, Rodrigo Polla deu de presente para Piracicaba no final de outubro quatro espetáculos diferentes, dois em um sábado (Odisséia e O jovem Werner) e dois no domingo (? e Santa Vida Profana). Todos são monólogos bastante expressionistas, onde se torna vital para o ator para envolver a platéia a mímica, expressão corporal, a entonação vocal e outras técnicas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Odisséia fala sobre a viagem de Ulisses, Rei de Ítaca. Mediante uso de máscaras e outros recursos, ora é narrador, ora representa os lendários personagens narrados por Homero. É um verdadeiro mergulho dentro da história da mitologia grega, como os ciclopes, a deusa Circe, a deusa Calipso e outros até seu retorno com Penélope. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em O Jovem Werter (de J. W. Goethe) aborda a temática do amor, da paixão, da frustração sentimental (uma verdadeira comunhão entre o personagem e a platéia primeiramente transmitindo a satisfação, e depois em um crescendo, a angústia e tensão) até finalmente explodir em um ápice da tranqüilidade da alma com a consumação do suicídio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em ?, texto sedimentado em Metamorfose e O Processo (Franz Kafka) aborda a temática da busca e justificativa existencial.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, em Santa Vida Profana, faz enfoque e discussão dos valores humanos e da busca por si mesmo. Nesta representação magnetiza a platéia durante quase uma hora de espetáculo quase sem pronunciar nenhuma palavra. A expressão corporal e a mímica são os pontos altos da interação ator platéia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira em &lt;a href="http://www.youtube.com/"&gt;www.youtube.com&lt;/a&gt;  os filmes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Jovem Werther &lt;/div&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VXh3eQnu-3s"&gt; &lt;/param&gt; &lt;embed src="http://www.youtube.com/v/VXh3eQnu-3s" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350"&gt; &lt;/embed&gt; &lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Santa Vida Profana.&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/pvsGOEh7CxA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/pvsGOEh7CxA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3696392869880246397-3570275838946349714?l=oalleoni.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/3570275838946349714/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3696392869880246397&amp;postID=3570275838946349714&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/3570275838946349714'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/3570275838946349714'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/2008/11/teatro-em-piracicaba.html' title='TEATRO EM PIRACICABA'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3696392869880246397.post-4328099061523338810</id><published>2008-02-22T06:09:00.000-08:00</published><updated>2009-01-12T11:47:56.997-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Festa do Divino'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Distrito de Laras'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anhembi'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Espírito Santo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fé'/><title type='text'>Contribuição ao Entendimento da Festa do Divino</title><content type='html'>&lt;input type=hidden name=lang value=pt&gt;&lt;br /&gt;FESTA DO DIVINO&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/R78YljIz8TI/AAAAAAAAAE0/Zohg0eeJaqU/s1600-h/Cruxifixo.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5169877930611044658" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/R78YljIz8TI/AAAAAAAAAE0/Zohg0eeJaqU/s320/Cruxifixo.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A PRESENÇA DO MEDIEVAL NO SÉCULO XXI&lt;br /&gt;CONTRIBUIÇÃO AO ENTENDIMENTO DA FESTA DO DIVINO (2004)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.easy-hit-counter.com" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.easy-hit-counter.com/counter/?id=40120&amp;style=17" width="83" height="21" border="0" alt="www.easy-hit-counter.com"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;font size="1" face="Arial"&gt;&lt;a href="http://www.easy-hit-counter.com" target="_blank"&gt;www.easy-hit-counter.com&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I-A colonização do Brasil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A introdução de costumes e filosofia européia que predominaram na fase de Brasil Colônia vieram a criar algumas raízes que foram um dos lastros da religiosidade que temos hoje no Brasil.&lt;br /&gt;Para se empreender a implantação do relacionamento bem como a catequese dos índios, se fazia como primeira necessidade ganhar sua confiança. E dentro da filosofia, a escolha recaiu sobre a recém fundada Escola de Santo Ignácio de Loyola.&lt;br /&gt;Independente das discussões acadêmicas entre as reais intenções de Portugal e das jesuíticas no Novo Mundo (América do Sul), a realidade é que a presença destes últimos além de novos valores religiosos e filosóficos, também trouxeram o desenvolvimento em outras áreas. Suas grandes influências se fizeram sentir com maior intensidade na área das Missões, que envolvia a região sul do Brasil, parte da Argentina, Paraguai e Uruguai. Alguns chegaram inclusive a temer o desenvolvimento de uma república jesuítica na América do Sul.&lt;br /&gt;As atividades jesuíticas encerraram-se em 21 de Julho de 1773&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;. Nos seus duzentos e trinta anos de presença, moldaram uma série de raízes, que se constituíram em um dos sustentáculos do desenvolvimento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II-A situação da assistência médica e religiosa nos séculos XVI e XIX&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Se há algo que podemos comentar comparativamente entre a medicina deste período, é que antes de mais nada, os tratamentos propostos eram algo totalmente empírico, e quase sempre sem nenhuma base fundamentada. Conhecia-se o efeito de algumas poucas drogas, na maioria ervas medicinais. Sangrias e emplastos eram outros métodos utilizados, bem como aplicação de calor seco ou úmido, mas todos de efeitos extremamente duvidosos.&lt;br /&gt;Igualmente os conhecimentos médicos dos índios eram totalmente sem caráter científico. Havia algum conhecimento de ervas, mas o fundo místico e mágico era quem predominava.&lt;br /&gt;Apesar desta característica dos conhecimentos médicos, ele foi um dos mais poderosos argumentos utilizados pelos jesuítas na catequese para a captação da confiança e simpatia dos silvícolas. Chegaram até mesmo a serem denominados pelos nativos de “filhos de Deus”.&lt;br /&gt;O endeusamento dos jesuítas constituiu-se no primeiro passo na implementação dos aspectos religiosos brasileiros.&lt;br /&gt;A presença religiosa e a religiosidade constituíram-se em fato de fundamental importância na vida cotidiana das pessoas. Até mesmo numa época anterior, até na formação das “bandeiras”, era imprescindível à assistência espiritual&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[2]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III-Vislumbres de viagem no século XVIII&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;10 de Março (1769)&lt;br /&gt;“Chamam-se estas embarcações vulgarmente canoas, são feitas de um só pau, tem comprimento de cinqüenta até sessenta palmos&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;[3]&lt;/a&gt;, e de boca cinco até sete; são agudas para a proa e popa, à maneira de uma lançadeira de tecelão”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;[4]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;14 de Abril (1769)&lt;br /&gt;...“vencido este trabalho, se tornaram a carregar as embarcações e foi ao meio dia embarcando toda a gente navegamos por tempo de quatro horas, e porque nos visse uma grande tempestade de chuva, trovões e raios, nos vimos obrigados a embicar as embarcações no barranco do rio sem que ninguém pudesse saltar em terra cujo barranco era bastante alto e com grossos matos; e assim prendendo as embarcações aos pés de raízes das árvores com correntes de ferro e outras com grossos cipós, assim passamos esta noite sofrendo esta tão horrorosa tempestade molhando-se tudo, e caindo dois raios que despedaçando e desgalhando grossas árvores, nos vimos quase nos últimos fins da vida entoando todos a ladainha de N. Senhora e cada um se recomendava-se ao santo de suas maior devoção&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftn5" name="_ftnref5"&gt;[5]&lt;/a&gt;”...&lt;br /&gt;15 de Abril (1769)&lt;br /&gt;“Neste dia amanhecemos como quem passou uma noite tão tenebrosa e perigosa, e achamos uma criança morta à qual se deu sepultura no mato&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftn6" name="_ftnref6"&gt;[6]&lt;/a&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IV- De como se foi impelida a necessidade da fé no ribeirinho.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A descrição anterior nos faz lembrar o refrão: “fora de Deus não há salvação”... É o que realmente acontecia naquele tempo. Havia a necessidade de se crer em algo transcendental, que fosse uma idéia ou raciocínio mágico, que pudesse criar uma alternativa para o desespero avassalador que envolvia as situações. E a fé era esta alternativa. Se havia a que ou a quem recorrer que pudesse fornecer a devida assistência espiritual, havia o consolo que mitigava a aflição.&lt;br /&gt;Mas a assistência religiosa era parca. As dificuldades de locomoção eram extremas. Os padres eram poucos, e ficavam mais restritos aos grandes centros. Pequenas povoações raramente ou nunca os viam. Crianças nasciam e morriam ser serem batizadas. E o mesmo ocorria com os adultos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;V-A história não muda muito &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dia 31 de maio de 1839&lt;br /&gt;“Muito sofriam os moradores das margens do Rio Tietê com o impaludismo que aparecia após as prolongadas chuvas e enchentes.&lt;br /&gt;Esta calamidade não era motivo para que se abandonasse as férteis terras que lavravam próximas ao rio, não obstante ter sobrevindo em 1839 uma epidemia de sezões, e outras febres de mau caráter, que ceifavam centenas de vitimas, e ainda, que temporariamente, embaraçavam a corrente dos que buscavam terras mais férteis e em maiores extensões para nelas se estabelecerem, de preferência nas margens do Tietê e Sorocaba, onde, com mais freqüência e intensidade, reinavam tais febres.&lt;br /&gt;Esta epidemia, que até há pouco tempo se reproduzia em um ou outro ano, com menor intensidade, foi denominada e até hoje é lembrada pelo nome de peste grande.&lt;br /&gt;Um fato deu-se então no Bairro da Água Branca, digno de nota e de profunda lástima. Moravam em uma pequena casa Salvador dos Santos e sua mulher, que tinha uma criança de cerca de um ano, que ainda mamava. Tendo sidos atacados pela moléstia, sucumbiram ambos na mesma noite e na mesma cama, sendo no dia seguinte encontrados por um vizinho. Restara viva apenas a criança, que ainda sugava o leite da mãe morta.&lt;br /&gt;Estas epidemias, cuja periodicidade era assinalada já em 1833, repetiram-se por muito tempo, em todo o município, nas partes banhadas pelo Rio Tietê e suas afluentes, sempre com maior virulência no antigo povoado de São Sebastião, depois Distrito de Laras.&lt;br /&gt;São citadas como as de maior prejuízo para as populações dos municípios as epidemias de 1839, 1847, 1854, 1868, 1877, 1900, 1908, 1911, 1914 e 1918&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftn7" name="_ftnref7"&gt;[7]&lt;/a&gt;.”&lt;br /&gt;15 de abril de 1868 (Epidemia de maleitas em São Sebastião).&lt;br /&gt;Após as chuvas periódicas, quando antigamente caiam torrencialmente e levavam ao rio Tietê a transbordar e espraiar-se pelas baixadas marginais, formando poças e lagoas, campo adequado à proliferação das larvas dos mosquitos transmissores, como s e descobriu mais tarde, vinha a maleita com seu cortejo de calamidades.&lt;br /&gt;Assim acontecia há quase todos os anos, com raros intervalos. Várias epidemias, e algumas de vastas proporções estão registradas nas crônicas tieteenses. A epidemia que levou os moradores ribeirinhos a fazer a promessa do Divino Espírito Santo, pressupõe-se seja a de 1839 que, segundo rezam as tradições, foi denominada de “grande peste”.&lt;br /&gt;Em 1868 repete-se o fenômeno. A zona do município mais propicia ao mal e onde se apresente letífera é o território da antiga Capela de São Sebastião até Pau Cavalo (atual Distrito de Conchas do Município de Laranjal Paulista.).&lt;br /&gt;Ofício do Dr. Francisco Ezequiel Meira, de 15 de Abril de 1868 ao Conselheiro Joaquim Saldanha Marinho:&lt;br /&gt;“O estado calamitoso que se acham os habitantes deste município, moradores nas margens do rio Tietê, acometidos da terrível epidemia do tifo, ou febre tifóide, que os leva ao túmulo em maior parte em três ou quatro dias, os clamores destes infelizes, que, sem recursos morrem à mingua dos socorros da ciência e da religião”... &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftn8" name="_ftnref8"&gt;[8]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;2 de Julho de 1872&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Estando a grassar terrível epidemia de maleita na região de São Sebastião, a Câmara Municipal em 14 de Junho de 1877 resolve enviar socorros médicos e alimentares à pobreza desvalida daquele lugar”.&lt;br /&gt;...“foram medicados e receberam os remédios necessários duzentos doentes, para duzentos noventa e dois foram feitos distribuição de gêneros alimentícios&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftn9" name="_ftnref9"&gt;[9]&lt;/a&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VI-O significado religioso no Brasil do Divino Espírito Santo&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/R77lpzIz8KI/AAAAAAAAADg/LDvTxHIY1JM/s1600-h/Quadro+isolado+49.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5169821928532471970" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/R77lpzIz8KI/AAAAAAAAADg/LDvTxHIY1JM/s320/Quadro+isolado+49.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os relatos anteriores são bastante claros. Não havia nem assistência médica nem social ou religiosa. Somente o terror do desconhecido amanhã, o receio da inquestionável mão da morte que se abatia sobre eles. A própria Câmara Municipal mostrava-se congelada dentro de sua atuação, e aparentemente tomava medidas de ajuda tardias.&lt;br /&gt;E foi neste total desespero de desesperança que surgiu a idéia da promessa. Foi uma luz no fim do túnel, uma última esperança em que se agarrar. Se as doenças não mais viessem a ocorrer, todos os anos o povo ribeirinho pagaria o juramento ao Divino Espírito Santo de levar o auxílio e a assistência espiritual aos seus irmãos. A data eleita foi a de pentecostes, quando a Igreja Católica celebra a descida do Espírito Santo aos apóstolos, 50 dias após a páscoa.&lt;br /&gt;A ocorrência das epidemias foi tornando-se menos freqüente. E isto acalentou ainda mais a fé de que o Divino Espírito Santo havia intercedido pelo povo nestas localidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VII-A bacia do Médio Tietê&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/R77mcTIz8LI/AAAAAAAAADo/D8rgVpsO5Fk/s1600-h/Quadro+isolado+62.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5169822796115865778" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/R77mcTIz8LI/AAAAAAAAADo/D8rgVpsO5Fk/s320/Quadro+isolado+62.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por extensão e situações similares, a mesma promessa foi feita na cidade de Tietê, em Itu, Anhembi, Conchas e Piracicaba. Ignora-se exatamente quando isto ocorreu, mas a diferença de datas não dever ser muita.&lt;br /&gt;Inicialmente, a Irmandade nada mais era que um grupo de pessoas, sem nenhuma organização, que cumpria suas promessas. Era algo que tinha inclusive até certo caráter familiar, passando de pai para filho, e todos carregando a Bandeira do Divino. Aqueles que acreditavam no Divino, juntavam-se à manifestação e a acompanhavam. O aumento do número de pessoas obrigou a formar uma sociedade para sua melhor manutenção. O diretor exercia seu cargo por certo tempo, e depois escolhia seu sucessor. Algumas condutas da Irmandade ainda permanecem com o caráter familiar.&lt;br /&gt;Por ser uma festa com fundo religioso foi incorporada pela Igreja Católica Apostólica Romana em grau variável, dependendo da localidade. Houve locais que ocorreu cisão entre os irmãos do Divino e a Igreja, mas depois de um afastamento próximo de 30 anos, as duas reconciliaram-se novamente.&lt;br /&gt;E desde então, tem sido compromisso dos que pertencem à Irmandade, continuar cumprindo com as obrigações assumidas anteriormente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VIII-A extensão do significado religioso do Divino&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/R77nRTIz8MI/AAAAAAAAADw/6uWgPo4DoNM/s1600-h/amortalhado+igreja.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5169823706648932546" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/R77nRTIz8MI/AAAAAAAAADw/6uWgPo4DoNM/s320/amortalhado+igreja.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A Festa do Divino ao longo do tempo foi apresentando mudanças dentro de seu significado religioso inicial. Se a população alvo inicialmente eram os ribeirinhos, logo a devoção dos seus fieis, a ocorrência de fatos que escapavam à compreensão humana lógica, acarretaram a expansão da população inicialmente proposta.&lt;br /&gt;Então, graças começaram a ser alcançadas, devido a conversões, ao nascimento de fé do cético, à presença de se obter o improvável. São relatados pelos fiéis casos de remissão de série de doenças. E as graças eram atingidas pelo pedido dos próprios doentes, ou por aqueles que por eles intercediam. Há relato de pessoas que atingiram metas materiais que não conseguiam pelos meios habituais. E os relatos sucediam-se cada vez mais, chegando a escapar à expectativa do lógico. Então os fatos alcançaram o ponto de ser denominado de milagres na visão popular...&lt;br /&gt;A fama dos acontecimentos se espalhou. E com isto também o número de devotos. Surge então um verdadeiro culto ao Divino Espírito Santo, não mais simplesmente como um agradecimento à não ocorrência das epidemias, mas sim como uma comunhão selada entre o Homem e Deus, como uma forma em se pedir e eventualmente atingir objetivos que escapam à capacidade e compreensão humana.&lt;br /&gt;Atualmente a fama do Culto do Divino ultrapassa as cidades vizinhas, atingindo inclusive outros estados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IX-As ramificações da Festa do Divino em outros estados&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Festa do Divino (como descrita) ocorre hoje só em parte de São Paulo (Médio Tietê), Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Mas não esqueçamos que também em algumas localidades do Estado do Espírito Santo fazem celebrações ainda hoje, com característicqas diversas.&lt;br /&gt;Todos os núcleos coloniais, antigas colônias, desses estados onde se tornou predominante à população de origem não portuguesa e onde, por várias razões, como no nordeste, centro e centro-norte do Brasil, influíram fatores alienígenas e indígenas (africanos e índios principalmente), a festa do Espírito Santo passou sem deixar vestígio, ou nunca foi comemorada popularmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;X-A atual Festa do Divino&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O que será exposto foi baseado em observações realizadas nas Irmandades do Divino de Anhembi, Distrito de Laras, Conchas e Tietê durante o ano de 2004. As informações também foram colhidas em Piracicaba. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/R77sGTIz8OI/AAAAAAAAAEA/cUOqNbpfLC4/s1600-h/penitente.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5169829015228510434" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/R77sGTIz8OI/AAAAAAAAAEA/cUOqNbpfLC4/s320/penitente.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;1-&lt;/strong&gt; A idéia atual da Festa do Divino é rememorar as tradições, as viagens que os antigos irmãos fizeram, e levar a religiosidade aos que dela necessitam. Além disto, os irmãos também vivenciam as verdadeiras raízes da festa. Estão dentro dela para penitenciarem-se, para agradecerem graças recebidas, para implorarem pela bondade divina para atingir algo que eles próprios ou alguém que dela necessita.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2-&lt;/strong&gt; Consideramos de suma importância a presença de jovens na festa do Divino. Em Anhembi e no Distrito de Laras observamos a presença de muitas crianças, meninos, moços imberbes e adolescentes. Isto nos propicia sensação que provavelmente esta manifestação folclórico-religiosa será mantida com menos alterações e será muito mais difícil de eventualmente parar de existir. Nas outras observamos menor número.&lt;br /&gt;Não devemos esquecer que este critério é subjetivo, visto que as Irmandades não são estanques, sendo que existem irmãos de outras cidades, e irmãos que pertencem a duas ou mais Irmandades concomitantemente. Nas viagens de Anhembi tivemos aproximadamente 60 irmãos viajando, enquanto que no dia da Festa do Divino, o número de irmãos foi entre 150 a 200. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/R77suDIz8PI/AAAAAAAAAEI/uSDU60mpWyk/s1600-h/Quadro+isolado+95.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5169829698128310514" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/R77suDIz8PI/AAAAAAAAAEI/uSDU60mpWyk/s320/Quadro+isolado+95.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;3-&lt;/strong&gt; O símbolo do Divino é uma pomba. Mas em muitos estandartes do Divino existe na parte superior uma meia circunferência rodeada por um semicírculo e a presença de sete raios ligados nesta última. Estes representam os sete dons do Divino: a sabedoria, a inteligência, o conselho, a fortaleza, a ciência, a piedade e o temor a Deus.&lt;br /&gt;O dom da sabedoria fortalece a caridade e nos prepara para a visão plena de Deus. O da inteligência permite que possamos sempre optar pelo melhor caminho. O do conselho sana nossa irreflexão e precipitação no encontro de soluções. O da fortaleza permite-nos tornarmos corajosos diante das dificuldades. Firma-se na fé e esperança de um Deus de bondade e misericórdia; O da ciência permite com que possamos julgar corretamente, orientados por Deus. O da piedade mostra-nos um Deus de bondade, misericórdia e compaixão, e espera que nós sigamos o exemplo. O do temor a Deus lembra-nos que devemos ter com Ele uma atitude de respeito.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4-&lt;/strong&gt; Antigamente todos os barcos eram esculpidos em uma única tora de madeira. Na década de 1970 passou-se a utilizar barcos feitos de tábuas. Agora, para uma maior segurança dos irmãos, os barcos utilizados são feitos de chapas de ferro.&lt;br /&gt;Como critério de segurança, no dia do encontro, a Marinha proíbe a navegação de qualquer tipo de barco na região. Isto ocorreu em Anhembi, mas não foi visto no Distrito de Laras.&lt;br /&gt;Também antigamente, até a década de 50, utilizava-se sistema denominado de “ronqueira”, um cano grande, de grosso diâmetro, que era cheio de pólvora, e quando aceso provocava um estampido extremamente forte&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn10" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftn10" name="_ftnref10"&gt;[10]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5-&lt;/strong&gt; Torna-se intimidante o que estes Irmãos passam em suas peregrinações. Esta é executada por um período de mais ou menos 20 dias. São os pousos.&lt;br /&gt;Estas pessoas, durante este tempo, submetem-se às mais rígidas normas de disciplina, de abnegação, de renúncia às condições materiais.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6-&lt;/strong&gt; As finanças das Irmandades do Divino são originárias das espórtulas arrecadadas. Algumas, como a Irmandade de Tietê cobrava uma anuidade de seus associados. Isto não ocorre com a do Distrito de Laras e de Anhembi.&lt;br /&gt;O dinheiro arrecadado da Festa do Divino é proveniente da venda de lugares (espaços públicas) para montagem de barracas, das refeições servidas pela irmandade, das doações feitas, do leilão. Estas verbas são administradas pelo festeiro, e da renda líquida, uma porcentagem é repassada à Cúria, e o restante permanece para a Igreja (no Distrito de Laras).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7-&lt;/strong&gt; Regulamento para viagem da Irmandade de Anhembi:&lt;br /&gt;1- todos os irmãos viajarão com uniforme e divisas tradicionais.&lt;br /&gt;3&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn11" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftn11" name="_ftnref11"&gt;[11]&lt;/a&gt;- todos os irmãos são obrigados a participar das rezas e das orações de manhã e a noite.&lt;br /&gt;4- Só será permitido que os irmãos conversem com mulheres em caso de necessidade, mesmo assim por pouco tempo.&lt;br /&gt;6- todos os irmãos devem sempre manter fila.&lt;br /&gt;7- não será permitido que, para não sacrificar, o irmão peça para alguém levar sua mala em veículo para os locais de pouso ou almoço.&lt;br /&gt;9- não é permitido conversar nem fumar quando o folião estiver cantando, nem na hora do terço e também nas filas.&lt;br /&gt;10- não fumar nem se afastar do lugar da mesa antes de rezar.&lt;br /&gt;11- não procurar lugar para dormir antes de terminar as obrigações.&lt;br /&gt;12- não será permitido aos irmãos tomarem bebida alcoólica durante a viagem.&lt;br /&gt;13- não será permitido viajar o irmão que estiver amasiado ou que foi casado somente no civil.&lt;br /&gt;18- é proibido o uso de brincos e óculos escuros, com exceção aos irmãos portadores de deficiência visual.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8-&lt;/strong&gt; Não encontrei regulamento escrito das outras Irmandades. Nelas parece haver um pouco mais de liberalidade dentro das condutas contensivas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9-&lt;/strong&gt; Durante os pousos, no mínimo uma vez ocorre com diretor da Irmandade reunião fechada com os irmãos fazendo avaliação da viagem, e orientando as correções que achar necessário.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10-&lt;/strong&gt; Em todas as Irmandades viajam todos os irmãos que desejarem exceto a de Tietê, em que viajam 7 irmãos. Alguns viajam quase que todo o período, outros dentro de sua possibilidade de tempo.&lt;br /&gt;Todos os irmãos viajam de livre e espontânea vontade. Os sete irmãos de Tietê que viajam são remunerados. Também o são o folião e os meninos do Distrito de Laras, e ¿os trabuqueiros de Anhembi.?.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11-&lt;/strong&gt; Acidentes durante as viagens são raros. Há notícias de quadros menores de infecção intestinal, gripes, fraturas e ferimentos menores.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;12-&lt;/strong&gt; Vimos como rotina a presença de amortalhados em todas as cidades em que existe a Festa do Divino, exceto em Tietê. Em Anhembi existem amortalhados dentro da própria igreja.&lt;br /&gt;Também em Anhembi foi presenciado o canto denominado saranga&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn12" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftn12" name="_ftnref12"&gt;[12]&lt;/a&gt; executado dentro da própria igreja, além das canoas. Na Irmandade do Distrito de Laras, o mesmo foi executado nas canoas. Em Tietê não observei sua entonação.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;13-&lt;/strong&gt; Em todos os lugares que os irmãos chegam para os pousos, realiza-se procissão onde os festeiros irão receber os irmãos. Os festeiros levam o andor, e após o encontro são transferidas as estes as bandeiras do Divino. Algumas pessoas idosas interpretam o encontro como o encontro entre Nossa Senhora e Jesus&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn13" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftn13" name="_ftnref13"&gt;[13]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;14-&lt;/strong&gt; Existe um critério em servir a alimentação nos pousos. Os primeiros a alimentarem-se são os irmãos, depois as mulheres e crianças e por último os homens. O que impressiona é o número de pessoas que surgem para os almoços ou jantares. Habitualmente supera-se o valor de quinhentas pessoas. E nunca falta comida a quem quer que seja. Quando ainda há sobra de comida, esta é encaminhada a entidades assistenciais, asilos de velhice. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/R77thjIz8QI/AAAAAAAAAEQ/sPHlkzDgnpk/s1600-h/Quadro+isolado+67.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5169830582891573506" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/R77thjIz8QI/AAAAAAAAAEQ/sPHlkzDgnpk/s320/Quadro+isolado+67.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;15-&lt;/strong&gt; Em todos os locais, o mastro é carregado com lenços, sem se colocar a mão. Mas quando inquiridos do porque disto, não houve uma explicação para o fato. Um único comentário foi feito por uma senhora de seus oitenta anos em Anhembi, que justificou o processo dizendo que o mastro carreia junto a si o símbolo da cruz, e este é por demais sagrado para ser tocado por mãos humanas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;16-&lt;/strong&gt; A procissão que vai de encontro com a Irmandade nunca deve ultrapassar a local onde está colocado o mastro.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;17-&lt;/strong&gt; Há referência feita pela Prof. Dra. Zuleika de Paula em seu livro ”Festa de Anhembi&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn14" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftn14" name="_ftnref14"&gt;[14]&lt;/a&gt;”, onde velas acesas eram colocadas à volta do mastro (p. 63). Isto não foi mais observado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;18-&lt;/strong&gt; O mastro habitualmente permanece o ano inteiro onde foi colocado, sendo somente descido ou trocado quando se aproxima outro pouso. O significado implícito de sua presença é que o lugar em que está ereto está sob a proteção do Espírito Santo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/R77vMjIz8RI/AAAAAAAAAEY/zwteYvskc74/s1600-h/Quadro+isolado+98.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5169832421137576210" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/R77vMjIz8RI/AAAAAAAAAEY/zwteYvskc74/s320/Quadro+isolado+98.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;19-&lt;/strong&gt; Está a haver problemas com “os meninos” que acompanham o folião. A sua função é cantar. Devido a problemas por faltas escolares alguns locais como em Tietê, os meninos estão sendo substituídos por adultos. Ainda nos outros locais, as canções são entoadas por crianças. Os instrumentos musicais que ainda são utilizados são a viola, o tambor e o triângulo. Não é mais observado o chocalho, como referido pela Prof. Dra. Zuleika de Paula. (p. 67).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;20-&lt;/strong&gt; No dia do encontro, as cidades se modificam. Anhembi e o Distrito de Laras vestem-se de tudo que são vendedores ambulantes. Todas as ruas são ocupadas. A área central da cidade é interditada aos veículos motores. Esquemas especiais de segurança são montados. Durante a festa, existe ocorrência esporádica de furtos menores.. A maioria das ocorrências policiais dizem respeito à excessos alcoólicos a noite, no baile que geralmente realiza-se.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;21-&lt;/strong&gt; A Irmandade tem por hábito auxiliar os irmãos mais necessitados frente a uma urgência. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/R77v0zIz8SI/AAAAAAAAAEg/Fb-MSRuIz6g/s1600-h/Quadro+isolado+2.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5169833112627310882" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/R77v0zIz8SI/AAAAAAAAAEg/Fb-MSRuIz6g/s320/Quadro+isolado+2.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;22-&lt;/strong&gt; As privações a que são submetidas os irmãos durante os pousos é extrema. Almoçam em um lugar. Viajam. E à noite vão para outro. Na grande maioria das vezes não há local específico para dormir. Dorme-se onde puder, embaixo de árvores e arbustos. Algumas vezes uma fogueira arde espantando o frio da madrugada...&lt;br /&gt;É neste momento que a fé tem que estar inabalável. Uma mortalha de sentimentos desconexos envolve a cada irmão, onde a desobediência mescla-se com a submissão, a tristeza com a alegria, a humilhação com o engrandecimento, o desencanto com o êxtase...&lt;br /&gt;Nada mais resta do que a própria fé em algo superior, que transcende a individualidade para ser o esteio. Cada irmão passa a ser o respaldado de outro. E num momento mágico, o indivíduo como ser único para de existir.&lt;br /&gt;É neste momento em que ocorre o exame de consciência. É neste momento que ocorre a verdadeira via crúcis. É o próprio calvário que se faz presente no âmago de cada irmão, cada um carregando sua cruz, seus pecados, seus arrependimentos. É a própria fragmentação de todos os valores anteriores e o renascer de algo novo, muito mais profundo, um novo entendimento e uma nova dignidade de cada um. É ao mesmo tempo o fim e o começo de cada irmão. É a fênix renascida...&lt;br /&gt;É neste momento em eles passam de simples humanos a pessoas santificadas. Atuam como verdadeiros multiplicadores e distribuidores da bonança divina.&lt;br /&gt;É neste momento que em sua presença estamos em verdadeira comunhão, e então o Espírito Santo estende suas asas sobre nós. É neste momento que são encarnação e veículos do perdão divino. E então cada um de nós renasce...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Trechos do depoimento de Padre Marcelo Aparecido Paes&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;8 de maio de 2004&lt;br /&gt;Paróquia N. Sra Remédios&lt;br /&gt;Anhembi&lt;br /&gt;-------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;A festa do divino ocorre na véspera de pentecostes, onde nós recebemos mais de trinta mil pessoas numa cidade que tem quatro mil habitantes.&lt;br /&gt;Esta festa do divino tem uma característica muito importante, que a gente deve apresentar. Primeiro a esta cultura folclórica religiosa. Eu cheguei há cinco anos atrás. A princípio eu confesso que eu assustei com a cultura, a devoção ao Espírito Santo de uma maneira diferente da qual eu tinha e ainda tenho.&lt;br /&gt;Mas ao longo destes anos, com este processo de conhecimento, é que eu pude mergulhar um pouco nesta cultura, na vida folclórica, e principalmente nesta religiosidade popular que o povo de Anhembi e de muitas regiões e muitas localidades tem.&lt;br /&gt;Uma das características da festa do divino de fato é a adoração à terceira pessoa da Santíssima Trindade, o Espírito Santo de Deus, que com o Pai e o Filho é adorado e glorificado.&lt;br /&gt;Esta devoção popular gera uma fé muito dinâmica, uma fé que as pessoas acreditam piamente que tudo aquilo que pedirem ao Divino Espírito Santo recebem. E recebendo, eles querem de fato agradecer, agradecer ao Divino Espírito.&lt;br /&gt;Então esta cultura folclórica religiosa, ela de fato está marcada no coração, na vida das pessoas nesta cidade. É muito forte, que modifica a vida das pessoas, que tem de fato modificado o cotidiano das pessoas quando chega aos meados da festa.&lt;br /&gt;-------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Eu costumo dizer que há uma diferença entre fé e devoção. A fé é uma convicção na pessoa da Santíssima Trindade, no Deus Espírito Santo&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn15" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftn15" name="_ftnref15"&gt;[15]&lt;/a&gt; e devoção&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn16" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftn16" name="_ftnref16"&gt;[16]&lt;/a&gt; é de fato uma profunda riqueza de busca e satisfação de suas vontades, e de fato de sua religiosidade.&lt;br /&gt;A devoção de fato leva a pessoa à vinda do Espírito Santo. A fé leva verdadeiramente ao segmento do que a devoção crê.&lt;br /&gt;-------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Esta irmandade tem uma característica muito importante. São homens que são chamados pela igreja e pelo Espírito Santo em primeiro lugar para serem canais de evangelização. Onde a igreja não tem condições de ir, onde a igreja tem dificuldade em estar, a irmandade está justamente para levar o anúncio da salvação que vem de Jesus Cristo, e para dar um pouco mais de conforto, paz, alegria, harmonia, de felicidade, um pouco mais de perspectiva de vida àquelas pessoas que recebem a irmandade.&lt;br /&gt;-------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;A primeira coisa sagrada que tem na Irmandade e nas pessoas que tem devoção ao Espírito Santo é a Bandeira do Divino. As três bandeiras, os três estandartes do divino. Esta bandeira é o sinal da presença do Divino Espírito Santo. O espírito santo é visto por sinais. Por exemplo, a água e sinal do EP quando a Bíblia fala “dedo de Deus”, como São Paulo. Nas suas leituras, ”o dedo de Deus”, é o Espírito Santo que ele quer se referir.&lt;br /&gt;Então a bandeira é um sinal que o Espírito Santo está presente, como a Bíblia do Antigo Testamento falava no sopro, na água, no vento, nas nuvens, é a presença de Deus Espírito Santo. E ele tem uma devoção até a ponto de beijar esta bandeira a fim de receber graças sobre graças.&lt;br /&gt;É importante dizer que ao longo da história da festa do Divino, as pessoas fizeram promessas, fizeram intenções, fizeram pedidos, e quando recebiam e até mesmo antes de receber, queriam já pagar estas promessas, queriam responder as graças recebidas ou até então pedidas e não ainda recebidas. Então eles deitavam no chão, muitas vezes embolados em lençóis e eu costumo faze assim uma alusão aos lençóis, dizendo que ali é o envolvimento do Espírito Santo na pessoa. E a irmandade do Divino passava em cima destas pessoas dizendo: ”Espírito Santo tende piedade de nós”. Então estes são chamados os amortalhados, pessoas que deitam e levantam com uma vida nova, pelo Espírito Santo.&lt;br /&gt;Hoje é o dia do embarque da irmandade, então dão duas canoas as quais eles vão usar para que pelo rio Tietê, eles possam ir até os locais mais distantes onde vão ter pouso, momentos de almoço, rezas, momento do café, momento de reza juntos, momentos de graças com as pessoas que participarem.&lt;br /&gt;-------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;No dia da festa, além das orações, alem da parte recreativa, alem da parte religiosa, existe no rio Tietê, que beira a cidade, o encontro das canoas. Posso dizer que de fato, este é o ponto chave da Festa do Divino. Pois eles acreditam que nas águas do rio Tietê, as duas canoas, eles usando as roupas brancas com alguma parte vermelha, ali com as bandeiras, no momento em que as duas canoas se cruzam, aí a plenitude do Espírito acontece na vida das pessoas. Eu me emocionei, eu tenho me emocionado e ainda muito me emociono com a quantidade de pessoas que ficam à beira do rio Tietê não só observando, mas participando deste momento.&lt;br /&gt;A Irmandade do Divino se encontra, e aí as graças acontecem. Ali as coisas sobrenaturais acontecem. Muitas coisas que aos olhos humanos a gente não consegue ver, mas aos olhos da fé a gente vê. Muitas coisas acontecem inexplicavelmente, muitas curas físicas, muitas curas espirituais, muitas conversões acontecem, muito alivio das dores, muita fortaleza muito ânimo vai acontecendo na vida daquelas pessoas, que com muita fé olhas para este momento tão rico do encontro das canoas.&lt;br /&gt;Depois deste encontro das canoas acontece com mais precisão, mais força, mais quantidade o chamado amortalhados. São inúmeros. O ano passado tivemos amortalhados deitado no chão para que a Bandeira do Divino passasse, os irmãos passassem por cima. Foram mais ou menos mil pessoas que deitaram ao longo do trajeto para a Irmandade que sai da canoa e vem até a igreja para celebrar a missa. Então são graças sobre graças.&lt;br /&gt;Eu gostaria que ficasse registrado o amor e o carinho que a Igreja tem principalmente à Irmandade do Divino. A Irmandade do Divino é um sinal de Deus.&lt;br /&gt;-------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abreu, Capistrano de: Capítulos da História Colonial (Ministério da Cultura Fundação Biblioteca Nacional Departamento Nacional do Livro).&lt;br /&gt;Assunção, Paulo de: Negócios Jesuíticos: o cotidiano da administração dos bens divinos / - São Paulo Editora da Universidade de São Paulo, 2004 (ISBN 85-314-0799-0)&lt;br /&gt;Carradore, Hugo Pedro: Retrato das Tradições Piracicabanas, Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba, Editora e Gráfica Degaspari 1998&lt;br /&gt;Haubert, Máxime: Índios e Jesuítas no tempo das missões, São Paulo, Companhia de Letras: Círculo do Livro 1990 (ISBN 85-7164-101-3)&lt;br /&gt;Juzarte, Teutônio Jose: Diário da Navegação de - EDUSP 2000 Jonas Soares de Sousa. Miyoko Makino (ISBN 85-314-0564-5 Edusp)&lt;br /&gt;Paula, Zuleika de: Festa de Anhembi, encontro e amortalhados, Conselho Estadual de Artes e Ciências Humanas (São Paulo) 1978&lt;br /&gt;Pires de Almeida, Benedicto: Cronologia Tietense Milesi Editora Ltda 1980.&lt;br /&gt;Santos Filho, Lycurgo: História Geral da Medicina Brasileira, Edusp, 1991&lt;br /&gt;Atas da Irmandade do Divino de Tietê.(1963-1990)&lt;br /&gt;História dos Jesuítas &lt;a href="http://www.unicap.br/htlm/historia.htm"&gt;www.unicap.br/htlm/historia.htm&lt;/a&gt; (6/1997)&lt;br /&gt;Jesuítas- História em Portugal &lt;a href="http://www.companhia-jesus.pt/intro/hist_port.htm"&gt;www.companhia-jesus.pt/intro/hist_port.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Os jesuítas foram expulsos pela primeira vez do Brasil em 1640 por se oporem energicamente à escravidão. Retornaram 13 anos depois, até serem expulsos em definitivo em 1759 por Sebastião José de Carvalho e Melho, Conde de Oeiras e futuro Marques de Pombal.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; “Meu capelão saiu para fora estando eu para sair para a campanha”, escrevia Domingos Jorge Velho em novembro de 1692, “mandei-o buscar; não quis vir; de necessidade busquei o inimigo; sem ele morreram-me três homens brancos sem confissão, cousa que mais tenho sentido nesta vida; peço-lhe pelo amor de Deus me mande um clérigo em falta de um frade, pois se não pode andar na campanha e sendo com tanto risco de vida sem capelão”... CAPÍTULOS DE HISTÓRIA COLONIAL Capistrano de Abreu (MINISTÉRIO DA CULTURA Fundação Biblioteca Nacional Departamento Nacional do Livro).&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;[3]&lt;/a&gt; Palmo, antiga medida de extensão, com valor de 22 centímetros.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;[4]&lt;/a&gt; Diário da Navegação no rio Tietê, rio Grande Paraná e rio Guatemi, de Teutônio Jose Juzarte- EDUSP Jonas Soares de Sousa. Miyoko Makino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftnref5" name="_ftn5"&gt;[5]&lt;/a&gt; Id&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftnref6" name="_ftn6"&gt;[6]&lt;/a&gt; Id&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftnref7" name="_ftn7"&gt;[7]&lt;/a&gt; Cronologia Tietense, Benedito Pires de Almeida 1980- p. 514-515.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftnref8" name="_ftn8"&gt;[8]&lt;/a&gt; Cronica Tietense pg 363, 364&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftnref9" name="_ftn9"&gt;[9]&lt;/a&gt; Crônica Tietense, pg 611&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn10" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftnref10" name="_ftn10"&gt;[10]&lt;/a&gt; Informação fornecida por Paulo Prata, morador do Distrito de Laras.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn11" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftnref11" name="_ftn11"&gt;[11]&lt;/a&gt; O número está correto, pois não foram reproduzidos todos os itens, apenas os considerados mais importantes.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn12" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftnref12" name="_ftn12"&gt;[12]&lt;/a&gt; Também denominado de serenga por Mainard Araujo. Este canto, mais um lamento, é executado nos momentos mais difíceis quando se rema, como passagem das corredeiras, no cansaço.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn13" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftnref13" name="_ftn13"&gt;[13]&lt;/a&gt; Consideramos de importância a as simbologias explicadas por algumas pessoas, independentemente de ser ou não da concordância de todos.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn14" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftnref14" name="_ftn14"&gt;[14]&lt;/a&gt; Festa do Anhembi Encontro e Amortalhados, Zuleika de Paula, São Paulo 1978&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn15" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftnref15" name="_ftn15"&gt;[15]&lt;/a&gt; Fé: a primeira das três virtudes teológicas, confiança absoluta na crença religiosa sem fundamento em argumentos racionais, embora eventualmente alcançando verdades compatíveis com aquelas obtidas por meio da razão.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn16" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3696392869880246397#_ftnref16" name="_ftn16"&gt;[16]&lt;/a&gt; Devoção, apego sincero e fervoroso a Deus ou aos santos, sob uma forma litúrgica ou por práticas regulares privadas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os filmes sobre a Irmandade do Divino da Cidade de Anhembi e do Distrito de Laras (Município de Laranjal Paulista) estão a disposição no Youtube com o nome de Festa de Divino de Anhembi e Festa do Divino de Laras.&lt;br /&gt;O meu mais sincero agradecimento à Irmandade do Divino de Anhembi e Laras, ao hospitaleiro povo das duas cidades pela recepção e inestimáveis auxílios prestados, e por último a incessante colaboração de Oscar Bueno da Silva (Serrinha).&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/R77p2DIz8NI/AAAAAAAAAD4/IwmQL15OLFA/s1600-h/amortalhado+igreja.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5169826537032380626" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 13px; CURSOR: hand; HEIGHT: 17px" height="112" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/R77p2DIz8NI/AAAAAAAAAD4/IwmQL15OLFA/s320/amortalhado+igreja.bmp" width="166" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3696392869880246397-4328099061523338810?l=oalleoni.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oalleoni.blogspot.com/feeds/4328099061523338810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3696392869880246397&amp;postID=4328099061523338810&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/4328099061523338810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3696392869880246397/posts/default/4328099061523338810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oalleoni.blogspot.com/2008/02/contribuio-ao-entendimento-da-festa-do.html' title='Contribuição ao Entendimento da Festa do Divino'/><author><name>oalleoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10175908417000203826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vkg_0UtJPDc/TdsxzHdZvVI/AAAAAAAABDQ/PyUzKg2x2Vk/s220/C%25C3%25B3pia%2Bde%2BOlivio1%2B0909.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_6vu1OnCcxI4/R78YljIz8TI/AAAAAAAAAE0/Zohg0eeJaqU/s72-c/Cruxifixo.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
